| Athyrium | |||||||||||||||||
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| Classificação científica | |||||||||||||||||
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| Espécies | |||||||||||||||||
c. 180 espécies | |||||||||||||||||
| Sinónimos | |||||||||||||||||

Athyrium é um género que agrupa cerca de 180 espécies de fetos terrestres, com uma distribuição cosmopolita. Está incluído na família Athyriaceae, na ordem Polypodiales.
São pteridófitos com rizomas suberectos, curtos, espessos, ramificados, com páleas largamente lanceoladas, castanho-escuras, translúcidas, com paredes celulares finas. Frondes fasciculadas; pecíolo dilatado na base; lâmina várias vezes dividida, geralmente lanceolada, glabra, de nervuras livres; pínulas proximais - pelo menos nos folíolos basais - mais desenvolvidas que as vizinhas. Indúsio virguliforme a reniforme, por vezes rudimentar e caduco, ou sem indúsio, por vezes ligado lateralmente à cintura. Esporos monoletes, elipsoidais..
O género foi descrito por Albrecht Wilhelm Roth e publicado em Tentamen Florae Germanicae 3(1): 31, 58–59. 1800. A espécie tipo é Athyrium filix-femina.
O nome do género vem do grego "'a-"' ('sem') e do grego latinizado thyreos ('escudo'), descrevendo o seu indúsio discreto (cobertura do soro). A espécie mais conhecida é Athyrium filix-femina.
As espécies de Athyrium são utilizadas como plantas alimentares pelas larvas de algumas espécies de Lepidoptera, incluindo as espécies Euplexia lucipara e Sthenopis auratus.
Estão listadas cerca de 180 espécies validamente descritas, entre as quais: