| Apocalipse 15 | |
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Trecho do Apocalipse no Papiro 18. | |
| Livro | Apocalipse |
| Categoria | Apocalíptico |
| Parte da Bíblia | Novo Testamento |
Apocalipse 15 é o décimo-quinto capítulo do Livro do Apocalipse (também chamado de "Apocalipse de João") no Novo Testamento da Bíblia cristã. O livro todo é tradicionalmente atribuído a João de Patmos, uma figura geralmente identificada como sendo o apóstolo João.
Este capítulo é um prelúdio à narrativa das sete taças.
O texto original está escrito em grego koiné e contém 8 versículos. Alguns dos mais antigos manuscritos contendo porções deste capítulo são:

Este curtíssimo capítulo pode ser dividido em duas seções distintas:
Este capítulo serve de prelúdio para a narrativa das sete taças, as "sete últimas pragas" segundo João, que "consumam a ira de Deus", cada uma delas nas mãos de um anjo. Os que venceram a besta em Apocalipse 14 entoam o "cântico de Moisés" e o "cântico do Cordeiro" enaltecendo Deus (Apocalipse 15:1–4). Depois dos cânticos, as quatro criaturas viventes deram aos anjos "sete taças de ouro cheias da ira de Deus". O santuário de Deus se fechou e ninguém mais pôde entrar enquanto não se cumprissem as pragas (Apocalipse 15:5–8).