| Batalha de El Adde | |||
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| Guerra Civil Somali | |||
| Data | 15 de janeiro de 2016 | ||
| Local | El Adde, Somália | ||
| Desfecho | |||
| Beligerantes | |||
| Comandantes | |||
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| Forças | |||
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| Baixas | |||
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| 12 civis mortos
** número de vítimas aproximado. | |||
Batalha de El Adde ocorreu no dia 15 de janeiro de 2016 quando militantes do al-Shabaab lançaram um ataque contra uma base da Missão da União Africana para a Somália (AMISOM) administrada pelo exército do Quênia na cidade de El Adde, na Somália. Foi o ataque mais mortífero à AMISOM na Somália e é a maior derrota militar das Forças de Defesa do Quênia desde a independência em 1963. Assim sendo, o governo queniano recorreu a medidas extremas para ocultar a extensão das suas perdas. Foi descrito pela mídia como um "massacre militar" ou um desastre militar.
Em 2011, o Quênia se juntou à Missão da União Africana na Somália. Nesse período, as forças quenianas ocuparam o sul da região de Gedo, na Somália, com a presença de cerca de 3 000 soldados.
De acordo com o general do exército somali, Abas Ibrahim Gurey, informações claras e confiáveis de um ataque iminente foram passadas ao comandante encarregado da base de El Adde, com 45 dias de antecedência.
No dia 15 de janeiro, às 06h30 da manhã, um homem-bomba detonou um veículo blindado carregado de explosivos no portão da frente de uma base da guarnição da AMISOM em El-Adde, na região de Gedo, Somália.
O composto da base abrigava uma guarnição de dois batalhões do Quênia. O tamanho total da guarnição naquele dia foi geralmente estimado em cerca de 200 tropas quenianas presentes.
A explosão danificou os edifícios de comando e comunicações, bem como um arsenal e depósitos de combustível da base, matando dezenas de soldados. A explosão suicida foi precursora para uma incursão de um número estimado de 150 a 300 combatentes do al-Shabaab, que atacaram a base com RPGs e armas de assalto. O ataque pegou os soldados quenianos despreparados e adormecidos. A batalha durou várias horas, com combates ferozes, até que as tropas quenianas recuaram da base e fugiram para um denso matagal, sendo perseguidos pelos militantes da al-Shabaab.
Os atacantes acabaram assumindo o controle do campo militar; ademais, os soldados quenianos também recuaram da cidade perto do campo, que cai nas mãos dos jihadistas.