| Beatrice Mintz | |
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| Nascimento | 24 de janeiro de 1921 (105 anos) Nova Iorque |
| Morte | 3 de janeiro de 2022 (100 anos) Elkins Park |
| Nacionalidade | Estadunidense |
| Cidadania | Estados Unidos |
| Alma mater |
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| Ocupação | bióloga, geneticista, professora universitária, embriologista |
| Distinções | Prêmio Rosenstiel (1979), Medalha Genetics Society of America (1981), Medalha de Ouro Ernst Jung de Medicina (1990), Prêmio Pearl Meister Greengard (2007) |
| Empregador(a) | Universidade de Chicago, Universidade da Pensilvânia, Fox Chase Cancer Center |
Beatrice Mintz (Nova Iorque, 24 de janeiro de 1921 - 3 de janeiro de 2022) foi uma bióloga geneticista, embriologista e pesquisadora do câncer estadunidense.
Mintz obteve em 1941 sua graduação em biologia no Hunter College em Nova Iorque, em 1944 um mestrado na Universidade de Iowa em Iowa City, onde também obteve em 1946 um doutoramento. Entre 1946 e 1960 foi professora de biologia na Universidade de Chicago, antes de ir para o Institute for Cancer Research (mais tarde Fox Chase Cancer Center) em Filadélfia. Desde 1965 é professora catedrática na Universidade da Pensilvânia.
Mintz desenvolveu métodos para combinar embriões de camundongos gerando assim quimerismos. Mediante infiltração de DNA de vírus no genoma produziu os primeiros ratos transgênicos. Mintz mostrou que certas células tumorais infiltradas em embriões de ratos perdem suas características de malignidade.
Mintz conseguiu pela primeira vez implantar células-tronco em cultura celular. Desenvolveu o primeiro organismo modelo do melanoma.