| Behemoth! | |
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| No Brasil | Behemoth: Uma Vida Composta em Peças |
2026 • cor • 124 min | |
| Gênero | drama |
| Direção | Tony Gilroy |
| Produção |
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| Roteiro | Tony Gilroy |
| Elenco | |
| Música | Coletivo The Behemoth! |
| Cinematografia | Damián García |
| Direção de arte | Jade Healy |
| Sonoplastia | David Acord |
| Figurino | Mary Zophres |
| Edição | John Gilroy |
| Companhia produtora | Searchlight Pictures |
| Distribuição |
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| Lançamento |
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| Idioma | inglês |
Behemoth! (bra: Behemoth: Uma Vida Composta em Peças) é um longa-metragem estadunidense dramático lançado em 2026, escrito, dirigido e produzido por Tony Gilroy. Estrelado por Pedro Pascal, a narrativa acompanha Alex Serian, um renomado e prolífico violoncelista que retorna a Los Angeles para se dedicar à composição de trilhas sonoras, mas que se depara com questões de seu passado e com os desafios de conciliar sua trajetória artística com os conflitos de sua vida pessoal. O elenco também é composto por Olivia Wilde, Eva Victor, e Will Arnett.
A trilha sonora de Behemoth! é assinada pelo coletivo de compositores The Behemoth! Collective, formado por Michael Abels, Emily Bear, Lukas Frank, Michael Giacchino, James Newton Howard, Henry Jackman, Nami Melumad, Brandon Roberts e Alan Silvestri. A proposta de reunir nove profissionais surgiu da intenção do diretor Tony Gilroy de conferir identidades musicais distintas às produções fictícias retratadas na narrativa, em vez de concentrar toda a composição em um único artista.
A estreia mundial do longa ocorreu em 2 de outubro de 2026, durante o 64.º Festival de Cinema de Nova York, no qual a produção integrou a programação principal como filme central (Centerpiece). A recepção crítica destacou a atuação de Pascal, a direção de Gilroy e a trilha sonora, embora alguns críticos tenham apontado problemas no roteiro e na estrutura narrativa.
A distribuição nos cinemas dos Estados Unidos ocorreu em 4 de dezembro de 2026, sob responsabilidade da Searchlight Pictures. No Brasil, antes de sua estreia comercial, foi programado na seção Perspectiva Internacional na 50ª edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Posteriormente, foi lançado nos cinemas brasileiros distribuído pela 20th Century Studios, em 3 de dezembro de 2026.
Alex Serian (Pedro Pascal), um ex-prodígio violoncelista oriundo de uma tradicional família de músicos, abandona seu posto em uma Orquestra de Chicago após o desgaste de um relacionamento conturbado com Carol Spedding (Olivia Wilde) e retorna a Los Angeles para trabalhar na gravação de trilhas sonoras para o cinema. Em meio à retomada da carreira, ele procura resolver pendências familiares e confrontar experiências do passado que continuam a influenciar sua vida, enquanto reencontra sua ligação com a música e busca estabilidade, sentido e redenção.
Em março de 2025, foi anunciado que Tony Gilroy escreveria e dirigiria o filme, com Oscar Isaac inicialmente vinculado ao papel principal. Isaac, contudo, deixou o projeto até agosto daquele ano, quando Pedro Pascal iniciou negociações para substituí-lo. Na mesma ocasião, a Searchlight Pictures adquiriu os direitos de distribuição do longa-metragem.
Em outubro de 2025, Pascal foi confirmado como protagonista, enquanto David Harbour, Eva Victor e Olivia Wilde foram anunciados como integrantes do elenco.
As filmagens principais começaram em 27 de outubro de 2025, em Los Angeles, e foram concluídas em 23 de janeiro de 2026. No mesmo dia, foi confirmado que Damián García seria o diretor de fotografia da produção.
Em novembro de 2025, Matthew Lillard, Alexa Swinton e Margarita Levieva foram anunciados como novos integrantes do elenco. Em janeiro de 2026, Harbour deixou o projeto, alegando a necessidade de descansar após o período de trabalho relacionado à temporada final de Stranger Things. Will Arnett foi escalado para substituí-lo. Posteriormente, Erik Griffin e Adam Rose também se juntaram ao elenco.
A trilha sonora de Behemoth! foi desenvolvida por nove compositores reunidos sob o nome The Behemoth! Collective: Michael Abels, Emily Bear, Lukas Frank, Michael Giacchino, James Newton Howard, Henry Jackman, Nami Melumad, Brandon Roberts e Alan Silvestri. A iniciativa permitiu a criação de identidades musicais distintas para as produções fictícias apresentadas na narrativa, em consonância com a proposta de explorar o trabalho de composição para cinema e televisão.
Em janeiro de 2026, foi noticiado que James Newton Howard e Alan Silvestri estavam entre os responsáveis pela trilha. Howard já havia colaborado com Gilroy em Michael Clayton (2007), Duplicity (2009) e O Legado Bourne (2012). No mês seguinte, Gilroy confirmou a participação de Brandon Roberts, com quem havia trabalhado na segunda temporada de Andor. Os outros seis integrantes — Michael Abels, Emily Bear, Lukas Frank, Michael Giacchino, Henry Jackman e Nami Melumad — foram anunciados em julho de 2026.
As composições foram distribuídas entre diferentes contextos da narrativa, incluindo trilhas para filmes fictícios, músicas para animações e programas televisivos, além de peças relacionadas às apresentações e aos exercícios musicais do protagonista. Entre as contribuições estão a música de Michael Giacchino para o desenho animado fictício Happy & Slappy, a composição de Alan Silvestri para o longa-metragem fictício Open World e as peças de James Newton Howard associadas à personagem Viviana Glenn. A trilha também inclui a canção «Make Mine Salty», coescrita por Emily Bear e Gilroy.
Behemoth! teve sua estreia mundial em 2 de outubro de 2026, como filme central (Centerpiece) da programação do 64.º Festival de Cinema de Nova York. Ainda durante a temporada de festivais, integrou a programação do Festival Internacional de Cinema de Chicago de 2026, em sua 62.ª edição, e do 15.º Festival de Cinema de Montclair, no qual será exibido como filme de encerramento em 25 de outubro. Em 28 de outubro de 2026, foi exibido na seção Gala do Festival Internacional de Cinema de Tóquio de 2026, em sua 39.ª edição. Por fim, foi programado na seção Perspectiva Internacional na 50ª edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
No Brasil foi lançado nos cinemas brasileiros distribuído pela 20th Century Studios, em 3 de dezembro de 2026, seguido de um lançamento nos Estados Unidos no dia seguinte, 4 de dezembro, distribuído pela Searchlight Pictures.
No agregador de críticas Rotten Tomatoes, 84% das 32 avaliações dos críticos são positivas, com nota média de 7,3/10. Já o Metacritic, que utiliza uma média ponderada, atribuiu ao longa-metragem uma pontuação de 72 de 100, com base em 12 avaliações, indicando críticas geralmente favoráveis.
Zachary Lee, do TheWrap, descreveu a produção como uma "carta de amor não apenas à música cinematográfica, mas também aos músicos complexos e apaixonados que lhe dão vida". David Ehrlich, do IndieWire, atribuiu ao longa a nota B+, considerando-o "uma obra muito mais escorregadia e elegante do que a grandiosidade sugerida por seu título".
Por outro lado, David Rooney, do The Hollywood Reporter, descreveu a obra como uma produção peculiar, alternadamente intrigante e frustrante, criticando seu ritmo por ser lento em momentos que exigiriam maior intensidade dramática. Nikki Baughan, da Screen Daily, elogiou a "excelente atuação de Pascal como uma alma criativa atormentada", mas observou que a narrativa frequentemente recorre a clichês e apresenta uma estrutura fragmentada, o que prejudica seu impacto emocional. Owen Myers, do The Guardian, concedeu ao filme duas estrelas de cinco e avaliou que a produção não apresenta força suficiente para sustentar uma narrativa centrada no personagem e desprovida de uma trama convencional.