| Bombus bahiensis | |||||||||||||||||
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| Estado de conservação | |||||||||||||||||
Em perigo (IUCN 3.1) | |||||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||||
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| Nome binomial | |||||||||||||||||
Bombus bahiensis Santos Júnior & Silveira, 2015 | |||||||||||||||||
| Distribuição geográfica | |||||||||||||||||
Distribuição geográfica de B. bahiensis e Bombus brasiliensis | |||||||||||||||||
Bombus bahiensis é uma espécie de mamangava.
Endêmica do Brasil, sua distribuição geográfica é restrita às florestas Costeiras da Bahia e do norte do Espírito Santo.
Encontra-se em perigo de extinção devido à sua limitada distribuição geográfica e à destruição de seus habitats.
Em sua tese de doutorado, defendida em 2017 na UFMG, José Eustáquio descreveu a espécie Bombus bahiensis, que ele descobriu ainda no mestrado. Sua área de distribuição está compreendida entre o norte do Espírito Santo e o sul da Bahia. Ela se distingue ligeiramente da Bombus brasiliensis, encontrada desde o Espírito Santo até o extremo sul do Brasil e também em países como Argentina, Paraguai e Uruguai. Alguns anos depois dos primeiros achados de Bombus bahiensis, Eustáquio e companheiros de pesquisa constataram que a espécie teve reduzida sua área de distribuição, possivelmente restrita agora à cidade baiana de Ilhéus e regiões adjacentes. Bombus bahiensis corre o risco de extinção.