Centrolobium paraense, também conhecido como pau-rainha, é uma espécie do gênero Centrolobium . Centrolobium paraense pode ser reconhecido pelas estípulas e brácteas persistentes, conspícuas e de maiores dimensões que as demais espécies do gênero.
É um recurso madeireiro de uso pelas comunidades indígenas das regiões de Lavrado em Roraima.
Os indígenas da Amazônia referem-se ao pau-rainha como "myrá kuatiar", que pode ser traduzido como "pau manchado", denominação provavelmente se deve à liberação de uma resina avermelhada pela casca quando ela é cortada.
| Caule | |
|---|---|
| casca | fissurada |
| Folha | |
| forma da estípula | oval a orbicular |
| largura da estípula | igual ou maior que 10 milímetros |
| indumento dos folíolo | glabrescente/pubescente |
| Inflorescência | |
| bráctea | persistente |
| Flor | |
| comprimento | maior que 12 milímetros |
| forma do cálice | campanulado |
| Fruto | |
| comprimento do fruto | maior que 12 centímetros |
| comprimento dos espinho | até 2 |
A espécie é encontrada nos estados brasileiros de Pará e Roraima. Em termos ecológicos, é encontrada no domínio fitogeográfico de Floresta Amazônica, em regiões com vegetação de floresta de terra firme.
Contém texto em CC-BY-SA 4.0 de Lima, A.G.; Kuntz, J. Centrolobium in Flora e Funga do Brasil.