| Informações pessoais | ||
|---|---|---|
| Nome completo | Francisco de Assis da Silva Júnior | |
| Data de nasc. | 6 de março de 1954 | |
| Local de nasc. | Miracema, Rio de Janeiro, Brasil | |
| Nacionalidade | brasileiro | |
| Morto em | 24 de agosto de 2017 (65 anos) | |
| Local da morte | Miami, Flórida, Estados Unidos | |
| Informações profissionais | ||
| Posição | atacante | |
| Função | treinador / auxiliar-técnico | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos (golos) |
| – – 1979 – |
Fluminense de Feira Leônico Fluminense Botafogo |
17 (5) |
| Times/clubes que treinou | ||
| – 1998–2005 2006–2008 – – 2011–2013 2011 2013 2015 – |
Bahia (cat. de base) Vitória (cat. de base) Miami FC Catuense Camaçari Bahia (aux. técn.) Bahia Bahia (interino) Jersey Express Palm Beach Suns (coord.) |
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Francisco de Assis da Silva Júnior, mais conhecido como Chiquinho de Assis (Miracema, 6 de março de 1954 — Miami, 24 de agosto de 2017) foi um treinador, auxiliar-técnico e futebolista brasileiro, que atuou como atacante.
Artilheiro do futebol baiano nas décadas de 1960 e 1970, Chiquinho defendeu Fluminense, Botafogo, Fluminense de Feira e Leônico.
Como técnico, Chiquinho trabalhou no Miami FC (atual Fort Lauderdale Strikers) durante três anos. Depois, passou a trabalhar como coordenador de futebol de uma equipe parceira deste mesmo clube.
Trabalhou, ainda, nas categorias de base de Bahia e Vitória, ajudando a revelar grandes jogadores como Felipe, Uéslei, Luís Henrique, Émerson, Marcelo Ramos, Xavier, Clébson, Fabão, Róbson Luís, Dudu Cearense, Leandro Domingues, David Luiz, Obina, Leandro Bonfim, Alecsandro, Marcelo Moreno, entre outros.
Também trabalhou como técnico das equipes profissionais de Catuense e Camaçari, além de ser auxiliar do técnico Hélio dos Anjos.
Em 24 de agosto de 2017, Chiquinho morreu, vítima de um câncer.