| Informações pessoais | ||
|---|---|---|
| Nome completo | Christian José Manfredini Sisostri | |
| Data de nasc. | 1 de maio de 1975 (51 anos) | |
| Local de nasc. | Port Bouët, Costa do Marfim | |
| Nacionalidade | marfinense / italiano | |
| Altura | 1,80 m | |
| Informações profissionais | ||
| Clube atual | Sem clube | |
| Posição | Treinador (Ex-meia e ponta-esquerda) | |
| Clubes de juventude | ||
| 1993–1994 | Juventus | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos (golos) |
| 1994–1999 1994–1995 1995–1996 1996–1997 1997–1998 1998–1999 1999–2000 2000–2002 2002–2011 2003 2003–2004 2004 2011–2012 2012–2013 2013 |
Juventus → Pistoiese (emp.) → Viterbese (emp.) → Avezzano (emp.) → Fermana (emp.) → Cosenza (emp.) Genoa Chievo Lazio → Osasuna (emp.) → Fiorentina (emp.) → Perugia (emp.) Sambonifacese Agropoli Picciola |
0 (0) 14 (1) 32 (3) 30 (2) 26 (3) 32 (4) 26 (1) 64 (9) 101 (5) 11 (1) 11 (1) 12 (0) 2 (0) 0 (0) |
| Seleção nacional | ||
| 2006–2008 | Costa do Marfim | 1 (0) |
| Times/clubes que treinou | ||
| 2016 2017–2018 |
Valdiano Spezzano Albanese (categorias de base) |
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| Última atualização: quarta-feira, 04 de novembro de 2026 | ||
Christian José Manfredini Sisostri (Port Bouët, 1 de maio de 1975) é um ex-futebolista e treinador de futebol marfinense que jogava como meia ou ponta-esquerda. Possui também passaporte italiano.
Nascido em Port Bouët, um subúrbio de Abidjan, foi adotado por uma família de Battipaglia, na província de Salerno, incorporando o sobrenome Manfredini ao seu nome de nascimento.
Revelado nas categorias de base da Juventus, foi promovido ao elenco principal em 1994 e, mesmo vinculado à Vecchia Signora por 5 temporadas, nunca jogou partidas oficiais pela equipe de Turim, que o emprestou para Pistoiese, Viterbese, Avezzano, Fermana e Cosenza. Em 1999, foi contratado pelo Genoa, que pagou 700 milhões de liras (moeda italiana da época) para contar com Manfredini na disputa da Série B, além de comprar 50% dos direitos federativos do jogador. Manfredini jogou uma temporada pelos Grifoni, que comprou a outra metade dos direitos federativos do atleta, vendido em seguida ao Chievo, sendo peça importante no elenco que subiu à Série A em 2001. Na temporada seguinte, o Chievo surpreendeu ao terminar em quinto lugar e conquistar uma vaga para a Copa da UEFA. Em 2002, a Lazio contratou Manfredini por 6,7 milhões de euros em copropriedade, mais metade dos direitos federativos de Emanuele Pesaresi, reduzindo o valor em 2 milhões. Sem espaço no primeiro ano pelos biancocelesti, atuou por empréstimo no Osasuna, na Fiorentina e no Perugia, mas foi reintegrado ao elenco devido aos problemas financeiros que atingiram a Lazio, passando a ser mais utilizado.
Seguiu atuando com regularidade até a temporada 2008–09, perdendo espaço em seus 2 últimos anos no clube, que não renovou seu contrato em 2011. Manfredini jogou suas últimas partidas como profissional na Sambonifacese e no Agropoli, encerrando a carreira em 2014 após não entrar em campo pelo Picciola, equipe que jogava a Promozione da Campânia.
Embora jogasse praticamente toda a carreira na Itália, Manfredini não conseguiu ser convocado para a seleção nacional e decidiu representar a Costa do Marfim, seu país de origem e foi convocado para um amistoso contra a Espanha em março de 2006, não entrando em campo. Ele também não foi lembrado por Henri Michel para a Copa do Mundo disputada na Alemanha.
Seu único jogo pelos Elefantes foi um amistoso contra Israel, em novembro de 2008, não voltando a ser lembrado para nenhuma outra convocação.
Em 2016, Manfredini iniciou a carreira de treinador no Valdiano (equipe da Eccellenza da Campânia), deixando o cargo em outubro após um mau início de temporada. A última experiência no cargo foi nas categorias de base do Spezzano Albanese, entre 2017 e 2018.
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