| Ciri | |
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| Personagem de The Witcher | |
Representações da personagem Ciri em suas adaptações da Netflix e do jogo. | |
| Informações gerais | |
| Primeira aparição | Sword of Destiny (1992) |
| Criado(a) por | Andrzej Sapkowski |
| Adaptado(a) por | CD Projekt Red Netflix |
| Interpretado(a) por | Marta Bitner (série polonesa) Freya Allan (série Netflix) |
| Voz original | Lista
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| Dublador(a) no Brasil | Lista
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| Informações pessoais | |
| Nome completo | Cirilla Fiona Elen Riannon |
| Família e relacionamentos | |
| Família | Geralt de Rivia (pai adotivo) |
Cirilla Fiona Elen Riannon, também conhecida como a Leoa de Cintra, é uma personagem fictícia e uma das figuras centrais da série de livros The Witcher, do autor polonês Andrzej Sapkowski. Ela foi apresentada no conto homônimo da coletânea Sword of Destiny, de 1992.
Ciri também é uma personagem principal na série de jogos da CD Projekt Red baseada em The Witcher, aparecendo pela primeira vez em The Witcher 3: Wild Hunt (2015). Ela será a protagonista e personagem jogável na futura sequência, The Witcher IV (2028). Em adaptações televisivas, foi interpretada por Marta Bitner na série polonesa de 2002, The Hexer, e tem sido interpretada por Freya Allan na série The Witcher, da Netflix, desde 2019.
Filha da princesa Pavetta e de Duny, o destino de Ciri foi interligado ao do bruxo Geralt de Rívia antes mesmo de seu nascimento devido à Lei da Surpresa. Após a trágica morte de seus pais e a subsequente destruição de seu reino natal, Cintra, pelo Império de Nilfgaard, ela foi adotada por Geralt, que a levou para a fortaleza de Kaer Morhen para ser treinada na arte da esgrima.
Durante sua infância e adolescência, descobriu-se que ela era uma Fonte — uma portadora de magia latente incontrolável — e a última descendente da linhagem do Sangue Antigo. De acordo com profecias antigas, seu herdeiro teria o poder de salvar ou destruir o mundo. Essa revelação transformou a jovem no principal alvo de uma caçada internacional que envolvia reis do Norte, magos corruptos como Vilgefortz e o próprio imperador nilfgaardiano, forçando-a a viver em constante fuga.
Sua trajetória é marcada por traumas profundos e pela perda da inocência. Após ser separada de Geralt e de sua mentora mágica, a feiticeira Yennefer de Vengerberg, durante um golpe de Estado, ela cruzou um deserto hostil e adotou o codinome de Falca ao se juntar a um bando de jovens criminosos conhecidos como Os Ratos. Posteriormente, ela foi capturada e escravizada pelo cruel caçador de recompensas Leon Bonhart, que a forçou a lutar como gladiadora antes que ela conseguisse escapar.
Ao buscar refúgio em portais antigos, ela acabou no mundo dos elfos Aen Elle, que tentaram usá-la para procriar e recuperar o Sangue Antigo. Ao escapar desse reino, ela despertou plenamente seus poderes latentes, tornando-se a Senhora do Espaço e do Tempo, com a habilidade única de saltar entre dimensões, realidades paralelas e eras temporais. Com suas novas capacidades, ela retornou ao seu mundo natal e uniu forças com Geralt e Yennefer para derrotar seus perseguidores no Castelo de Estiga.
Após Geralt ser mortalmente ferido em um massacre contra não-humanos em Rívia e Yennefer desmaiar ao tentar salvá-lo, Ciri utilizou seus poderes interdimensionais para transportar os corpos de ambos para o reino místico de Avallach. Sem mais vínculos que a prendessem ao Continente, ela viajou de forma definitiva para o universo das lendas arturianas, onde partiu para novas aventuras ao lado do cavaleiro Galahad.
Martin H. Mandujano comentou que, diferente de muitas figuras tradicionais de fantasia, a trajetória da personagem se torna satisfatória por fugir dos clichês de "criança escolhida" idealizada. O site themadreviewer.com apontou que fizeram um trabalho notável ao equilibrar a dureza da nova realidade de Ciri com sua vulnerabilidade juvenil.
Em 2019, o WhatCulture classificou Ciri como a 4ª Melhor Nova Personagem Feminina de Videogames da Década. Em 2023, o Game UK classificou Ciri como a 5ª Melhor Personagem Feminina dos Videogames.
Marta Bitner interpretou a pequena Ciri na série polonesa The Hexer (2002). Freya Allan interpreta a personagem na série The Witcher, da Netflix, desde 2019.

No jogo The Witcher 2: Assassins of Kings, no prólogo, durante o interrogatório conduzido por Roche nos subterrâneos do castelo La Valette, Geralt recorda sua morte no pogrom de Rívia e o fato de que seu corpo e o de Yennefer foram salvos por uma jovem misteriosa de cabelos acinzentados. Já no Capítulo I, em uma visão da Ilha Malus, Geralt relembra o momento em que Yennefer disse que Ciri partira para “outro mundo, onde ela era feliz”, deixando como despedida para o bruxo e a feiticeira “a ilha deles”.
Em The Witcher 3: Wild Hunt, a história acompanha Geralt e Emhyr (agora imperador de Nilfgaard) em busca de Ciri. Ela é a figura central da trama, que passa a maior parte do tempo fugindo da implacável Caçada Selvagem enquanto é ativamente procurada por seu pai adotivo, tornando-se também uma personagem jogável em memórias jogáveis essenciais para o desfecho da história. Ela é bissexual.
Ciri será a protagonista e personagem jogável na futura sequência, The Witcher IV (2028).
No jogo Daemon X Machina, Ciri e Geralt foram introduzidos como personagens jogáveis através de uma expansão gratuita de DLC, permitindo usá-los como pilotos. Ciri foi adicionada como uma skin jogável em Fortnite, da Epic Games, em 2023. O pacote incluía o seu traje clássico, a famosa espada Zireael (usada como picareta) e uma asa-delta temática de Basilisco. Em 2025, ela foi adicionada, juntamente com outros personagens da franquia, como uma skin em Dead by Daylight.