As referências deste artigo necessitam de formatação. (maio de 2018) |
| Tipo de Voz | |
|---|---|
| Feminino | Masculino |
Soprano |
Tenor |
Meio-soprano |
Barítono |
Contralto |
Baixo |
Contralto é o tipo de voz feminina mais baixo e pesado, com a mais grave tessitura e também a mais rara. O alcance vocal da contralto cai entre tenor e mezzo-soprano, normalmente do F3 para o Fá5, embora nos extremos algumas vozes podem chegar de um Lá2 para um Dó6, um ótimo exemplo legitimo dessa voz é a contralto Polonesa Ewa Podleś que emite do Lá2 para um Ré#6. Tem um timbre robusto e vigoroso. Sua extensão aguda é muito escura e "entubada" o registro grave é cavernoso e possui fácil agilidade. Não tem muita divisão interna por timbre, e raramente canta papéis em óperas, a maioria dos papéis são distribuídos aos mezzo-sopranos, que mesmo possuindo um bom registro grave em voz de peito possuem um registro mais similar aos sopranos e não apresentam a mesma coloração profunda e escura marcada pela potência e agilidade nesse tipo de voz.
Cantoras contraltos de óperas são raras e a literatura operística contém alguns papéis escritos especificamente para elas. Contraltos, por vezes, são atribuídos a papéis femininos como Angelina em La Cenerentola, Rosina em O Barbeiro de Sevilha, Isabella em L'italiana in Algeri e Olga em Eugene Onegin, frequentemente interpretando vilãs, bruxas, velhas ou papéis de in travestir, originalmente escritos para castrati.
Uma famosa cantora de ópera com uma voz de contralto foi a lendária Marian Anderson. Outra no início do século XX foi estrela de ópera austríaca, Ernestine Schumann-Heink.
Classificação no sistema alemão Fach, para óperas:
* indicada um papel também cantado por mezzo-soprano.