| Dolor Barreira | |
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| Nascimento | 13 de abril de 1893 Solonópole |
| Morte | 30 de junho de 1967 Fortaleza |
| Cidadania | Brasil |
| Alma mater | |
| Ocupação | advogado, historiador, professor, jurista |
| Empregador(a) | Universidade Federal do Ceará |
Dolor Uchôa Barreira (Solonópole, 13 de abril de 1893 - Fortaleza, 30 de junho de 1967), foi um advogado, historiador, pesquisador e professor brasileiro.
Filho de Alfredo Lopes Barreira e Antônia Uchoa Barreira, estudou no Colégio São José, dos Beneditinos, na serra do Estevão (Quixadá) e no Liceu do Ceará. Tornou-se bacharel em direito pela Faculdade de Direito do Ceará (turma de 1914). Dedicou-se à advocacia, consagrando-se como um dos melhores advogados cearenses.
Membro da Ordem dos Advogados do Brasil e do Instituto dos Advogados. Procurador dos Feitos da Fazenda Estadual, Secretário da Escola Normal, Professor de Direito Civil da Faculdade pela qual se formou.
Desde jovem, dedicou-se à pesquisa, recolhendo informações que lhe permitiram escrever a magnífica História da Literatura Cearense, em 4 volumes, focalizando a atividade e os principais escritores e poetas até 1917. Membro efetivo do Instituto do Ceará. Membro da Academia Cearense de Letras (cadeira n° 34, patrono: Samuel Felipe de Sousa Uchoa).
Colaborou nas revistas da Academia Cearense de Letras, Instituto do Ceará, Faculdade de Direito do Ceará, “Ceará Judiciário”, “Revista do Direito”, “Crítica Judiciária” e outras.
| Precedido por Thomaz Pompeu Sobrinho |
Academia Cearense de Letras 1952 — 1954 |
Sucedido por Mário Rômulo Linhares |