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Este artigo parece conter texto gerado por um modelo de linguagem de grande escala, que pode incluir informação ou referenciação falsa. (5 de novembro de 2025) |
| Drex | |
|---|---|
| Desenvolvimento | |
| Autor(es) inicial | Banco Central do Brasil |
| Estado desenvolvimento | A ser lançada |
O Drex é um projeto em fase de testes de uma moeda digital brasileira produzida e regulamentada pelo Banco Central do Brasil, a ser utilizada como a versão digital do real brasileiro.
Entre 2024 e 2025, o Drex encontrava-se na segunda fase do seu projeto de desenvolvimento, onde um piloto foi testado em um caso de uso prático. Em novembro de 2025, durante uma reunião interna, o Banco Central encerrou a segunda fase do projeto, alegando problemas de privacidade com a plataforma blockchain usada pela moeda, e a sua infraestrutura de registro distribuído foi desligada. A continuação do desenvolvimento do projeto foi adiada para 2026 e utilizará novas tecnologias.
Ao contrário do que acontece com criptomoedas como o Bitcoin, o Real digital terá lastro do Banco Central do Brasil e valor que corresponde ao do dinheiro físico emitido atualmente. A moeda digital permite movimentar reais que não existem fisicamente, o que implicaria na diminuição de custos de emissão da moeda física e a facilitação da implementação de inovações tecnológicas como os contratos inteligentes. A previsão é que, quando a moeda receber seu lançamento, ela trabalhe com todos os métodos de pagamento já existentes, bem como se conecte a outros bancos centrais ao redor do mundo.
O objetivo do desenvolvimento do real em formato digital é desenhar uma moeda digital de banco central (da sigla em inglês CBDC, Central Bank Digital Currency), que seja parte do cotidiano das pessoas, sendo empregada por quem usa contas bancárias, contas de pagamentos, cartões e/ou dinheiro vivo.
Em agosto de 2020, o Banco Central do Brasil anunciou a criação de um grupo de trabalho para estudar a emissão de uma moeda digital brasileira e avaliar riscos relacionados à segurança cibernética, proteção de dados e aderência regulatória.
Em maio de 2021, o Banco Central publicou diretrizes para o potencial desenvolvimento do real em formato digital, definindo princípios relacionados a funcionamento, segurança, base legal e premissas tecnológicas. Segundo o modelo proposto, a emissão do ativo digital seria realizada pelo Banco Central, enquanto a distribuição à população ocorreria por intermédio de bancos e instituições de pagamento.
Em março de 2023, teve início o Piloto Drex, fase de testes em ambiente restrito voltada ao desenvolvimento dos requisitos básicos da plataforma e à participação de instituições selecionadas pelo Banco Central.
O piloto utilizou a tecnologia Hyperledger Besu, escolhida para testes em ambiente permissionado e para experimentação com contratos inteligentes e tokenização de ativos. Em setembro de 2023, o Banco Central informou que, em 50 dias de operação, já haviam sido conduzidas cerca de 500 operações simuladas na plataforma.
No dia 7 de agosto de 2023, o Banco Central anunciou oficialmente o nome Drex.
Em agosto de 2023, o Banco Central informou que a primeira fase do piloto havia sido estendida, com término previsto para maio de 2024, em razão da complexidade das soluções de privacidade em teste.
Em maio de 2024, o Banco Central anunciou a segunda fase de testes do Drex, voltada à implementação de novos casos de uso, com foco em contratos inteligentes. Em outubro de 2024, o Banco Central passou a receber propostas para essa segunda fase.
Em fevereiro de 2025, o Banco Central informou que a primeira fase do piloto havia identificado desafios relacionados à privacidade, proteção de dados e aderência ao arcabouço regulatório e legal.
Em 2026, o projeto permanecia em fase de testes, sem data oficial de lançamento ao público.
O real digital terá a capacidade de programar e automatizar diversas atividades relacionadas a transações financeiras. Isso envolve a programabilidade para operações financeiras através de algoritmos e scripts que permitem a execução automática de determinadas ações financeiras com base em condições predefinidas.
Um exemplo prático que ilustra essa funcionalidade é o cenário de venda de carros usados entre pessoas físicas. Nessa situação, é comum que o vendedor tenha receio de transferir a propriedade do veículo antes de ter a certeza de ter recebido o valor acordado. Com o real digital, será possível estabelecer um contrato inteligente que automatiza o processo de pagamento e transferência de propriedade. Assim, o vendedor poderá programar as condições necessárias para que a transação seja concluída com segurança, como a verificação do pagamento na totalidade, antes de efetuar a transferência de propriedade do veículo.
Entre as situações exemplificadas com contratos inteligentes, o Banco Central afirma que o Drex facilitará a contratação de empréstimos, venda de imóveis ou qualquer outro serviço. No caso de um empréstimo, o sistema conseguirá criar condições para que parcelas de pagamento sejam cobradas automaticamente. Ou seja, quando uma parte, como um banco ou instituição financeira, emprestar dinheiro, a outra terá uma cobrança automática em sua carteira.
O projeto prevê uma capacidade de representar digitalmente ativos financeiros e de contratos por meio de tokens programáveis. Esses tokens podem ser utilizados para representar uma ampla gama de ativos, como moedas digitais, ações, títulos, commodities e até mesmo propriedades físicas.
A implementação da moeda do Real Digital também traz consigo alguns riscos que devem ser considerados, como: