| Dulcibella camanchaca | |||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Classificação científica | |||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||
| Nome binomial | |||||||||||||||||||||
Dulcibella camanchaca Weston & González, 2024 | |||||||||||||||||||||
Dulcibella camanchaca é um crustáceo da ordem dos anfípodes que vive na Fossa do Atacama, a quase 8 mil metros de profundidade; mede cerca de 4 centimetros, o dobro do usual entre outros anfípodes, e é um predador, sendo o primeiro caso de um predador descoberto em zonas tão profundas.
O género, descoberto numa expedição em 2023, foi batizado como Dulcibella em homenagem à personagem Dulcineia, de Dom Quixote. Dois outros géneros da mesma família, Cleonardo Stebbing 1888 e Dorotea Corbari, Frutos & Sorbe 2019, têm sido designados com nomes de personagens de Dom Quixote. O nome Dulcinea já era um género de coleópteros. Dulcibella é um nome próprio de mulher na literatura medieval. O epíteto específico camanchaca designa um tipo de neblina costeira mas vem de kamanchaka "escuridão" em língua aimará (o animal vive em profundezas escuras).
O nome de gênero é emprestado a um personagem em Dom Quixote.