| José Ferreira Borges | |
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| Nascimento | 8 de junho de 1786 Porto |
| Morte | 14 de novembro de 1838 (52 anos) Porto |
| Sepultamento | Cemitério da Lapa |
| Cidadania | Reino de Portugal |
| Alma mater | |
| Ocupação | político, economista, advogado, jurista, juiz, revolucionário |
José Ferreira Borges (Porto, Vitória, 8 de junho de 1786 – Porto, Lapa, 14 de novembro de 1838) foi um jurisconsulto, economista e político português.
Filho de José Ferreira Borges (Porto, Santo Ildefonso, 1750 - ?) e de sua mulher Ana Margarida de Jesus dos Santos (1755 - ?), neto paterno de António Ferreira Borges (Baião, Ancede, Santo André, 1705 - ?) e de sua mulher Teresa Diniz de Carvalho (Porto, Santo Ildefonso, 25 de Junho de 1721 - ?) e neto materno de João dos Santos Teixeira (Lamego, 1720 - ?) e de sua mulher Catarina Josefa Rosa da Cruz (Penafiel, Rio de Moinhos, São Cosme - ?).
Formado em Cânones pela Universidade de Coimbra, que entre outras funções, foi secretário da Companhia dos Vinhos do Alto Douro, membro da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino de 1820, advogado na cidade do Porto e deputado às Cortes Constituintes de 1821. Pertenceu ao Sinédrio do Porto. Foi o principal autor do primeiro código comercial português, o Código Comercial Português de 1833, que ficou justamente conhecido pelo Código Ferreira Borges, a vigência do qual se prolongou por sessenta anos. Exerceu também o cargo de juiz do Tribunal de Comércio de Lisboa. Foi autor de numerosas obras sobre temas económico-financeiros e políticos, entre as quais Princípios de Sintetologia (1831), Instituições de Economia Política (1834), Instituições de Direito Cambial (1844) e Do Banco de Lisboa (1827). Esteve emigrado em Londres de 1823 a 1827 e foi membro ativo da maçonaria.
Morreu a 14 de novembro de 1838, tendo sido sepultado no Cemitério da Lapa, no Porto. A sua irmã casou com um irmão do 1.° visconde de Castro e 1.° conde de Castro, do qual teve o 1.° visconde de Borges de Castro.
