
Uma gamergate é uma formiga operária reprodutivamente viável, capaz de reproduzir com machos maduros quando a colônia estiver em falta de uma rainha. Mais comumente ocorrente em colônias de espécies primitivas das subfamílias poneromorfas, as fêmas gamergate diferem-se de suas colegas operárias por uma combinação de elevada fecundidade e mutilação, relacionada a agressões, às características sexuais secundárias das competidoras. Subsequentemente ao seu primeiro acasalamento, porém, a agressão não é mais necessária, pois a fêmea secreta sinais químicos que levam as demais operárias a aceitar seu papel como reprodutora da colônia.
O termo "gamergate" deriva-se das palavras gregas γάμος (gámos) e ἐργάτης (ergátēs), e significa "operária casada". Foi cunhado em 1983 pelo geneticista William L. Brown e foi usado primeiramente na literatura científica pelos entomologistas Christian Peeters e Robin Crewe em um artigo científico de 1984 publicado na revista Naturwissenschaften.
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