Gregos Independentes

Gregos Independentes
Ανεξάρτητοι Έλληνες
LíderPanos Kammenos
Fundação2012
SedeAtenas,  Grécia
IdeologiaConservatismo
Nacionalismo grego
Estatismo
Populismo
Eurocepticismo
Espectro políticoDireita
AntecessorNova Democracia (cisão)
Parlamento Helénico
10 / 300
Parlamento Europeu
0 / 21
Regiões
51 / 703
CoresAzul e Branco
Página oficial
www./anexartitoiellines.gr

Os Gregos Independentes (em grego: Ανεξάρτητοι Έλληνες, Anexártiti Éllines; ANEL) é um partido conservador eurocético da Grécia. Foi fundado em 2012, em resultado de uma cisão do partido conservador Nova Democracia, em protesto contra a austeridade. Em janeiro de 2015, ANEL aceitou participar no Governo Tsipras, em coligação com o partido de esquerda SYRIZA.

O partido tem sido descrito como conservador, socialmente conservador, populista de direita, nacionalista grego, eurocético e de direita.

Resultados eleitorais

Nas Eleições legislativas na Grécia em 2015 o partido recebeu 4,8% dos votos, tendo ganho 13 lugares no Parlamento da Grécia.

Eleições legislativas

Data Líder CI. Votos % +/- Deputados +/- Status
05/2012 Panos Kammenos 4.º 670 957
10,6 / 100,0
33 / 300
Oposição
06/2012 Panos Kammenos 4.º 462 406
7,5 / 100,0
Baixa3,1
20 / 300
Baixa13 Oposição
01/2015 Panos Kammenos 6.º 293 371
4,8 / 100,0
Baixa2,7
13 / 300
Baixa7 Governo
09/2015 Panos Kammenos 7.º 200 423
3,7 / 100,0
Baixa1,1
10 / 300
Baixa3 Governo

Eleições europeias

Data Votos CI. % Deputados +/-
2014 197 701 7.º
3,5 / 100,0
1 / 21

Referências

  1. ↑ Ruth Costas. «Partidos radicais ganham força às vésperas de eleição na Grécia». BBC Brasil. Consultado em 25 de janeiro de 2015
  2. ↑ «Eleição grega testa recuperação pós-crise». BBC Brasil. Consultado em 25 de janeiro de 2015
  3. ↑ João Novaes. «Nova eleição deve completar rearranjo político na Grécia; conheça os partidos que disputam o poder». Brasil de fato. Consultado em 26 de janeiro de 2015
  4. ↑ Maria João Guimarães (texto), Miguel Manso (Fotografia) e Vera Moutinho (Vídeo, em Atenas). «Tsipras nomeado primeiro-ministro após acordo com Gregos Independentes». Público. Consultado em 26 de janeiro de 2015
  5. ↑ Tom Lansford (2014). Political Handbook of the World 2014. [S.l.]: SAGE Publications. p. 549. ISBN 978-1-4833-3327-4
  6. ↑ «Venizelos draws battle lines for general elections», Ekathimerini, 15 de março de 2012
  7. ↑ Boyka M. Stefanova (2014). The European Union beyond the Crisis: Evolving Governance, Contested Policies, and Disenchanted Publics. [S.l.]: Lexington Books. p. 261. ISBN 978-1-4985-0348-8
  8. ↑ Christian Karner; Bram Mertens (2013). The Use and Abuse of Memory: Interpreting World War II in Contemporary European Politics. [S.l.]: Transaction Publishers. p. 168. ISBN 978-1-4128-5203-6
  9. ↑ Bale, Tim (2021). Riding the populist wave: Europe's mainstream right in crisis. Cristóbal Rovira Kaltwasser. Cambridge, United Kingdom: Cambridge University Press. p. 35. ISBN 978-1-009-00686-6. OCLC 1256593260
  10. ↑ Loizides, Neophytos (2015). The Politics of Majority Nationalism: Framing Peace, Stalemates, and Crises. [S.l.]: Stanford University Press. p. xxv
  11. ↑ Mannin, Michael (2013). Evaluating the Europeanization Effect. The Europeanization of European Politics. [S.l.]: Palgrave Macmillan. p. 210
  12. ↑ Susana Salgado (2019). «Not All About Trends: Persistent Singularities in Election News Coverage». In: Susana Salgado. Mediated Campaigns and Populism in Europe. [S.l.]: Springer. p. 173. ISBN 978-3-319-98563-3
  13. ↑ Squires, Nick. «Greek election: who are Independent Greeks?». The Daily Telegraph. London
  14. ↑ Goksör, Joakim (26 de janeiro de 2015). «Nytt styre - Nytt hopp». Göteborgs-Posten. ISSN 1103-9345

Ligações externas