Este artigo ou parte de seu texto pode não ser de natureza enciclopédica. (abril de 2023) |
| Guido Palomba | |
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Guido Palomba na Academia de Medicina de São Paulo | |
| Nascimento | Guido Arturo Palomba 3 de outubro de 1948 (78 anos) São Paulo, São Paulo, Brasil |
| Educação | Faculdade de Ciências Médicas de Santos |
| Ocupação | psiquiatra |
| Especialidade | Psiquiatria Forense |
| Pesquisa | Psiquiatria Forense |
Guido Arturo Palomba (São Paulo, 3 de outubro de 1948) é um psiquiatra forense brasileiro.
Guido Arturo Palomba graduou-se, em 1974, pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos e especializou-se em Psiquiatria Forense com título reconhecido pela Associação Médica Brasileira, e pela antiga Sociedade Brasileira de Medicina Legal, atual Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícia Médica (ABMLPM).
Realizou cerca de quinze mil laudos e pareceres para Varas Criminais, Civis e Militares. Foi médico-chefe do antigo Manicômio Judiciário de São Paulo (1975-1985)., Hospital Psiquiátrico de Juqueri, e Coordenador da Área de Laudos da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (1986-2013).
É perito nos tribunais judiciários desde 1975, com formação em Psiquiatria de linha europeia. Entre cargos acumulados ao longo da carreira, foi Membro do Conselho Editorial de revistas científicas e culturais, nacionais e internacionais; Ex-diretor Científico, no Brasil, do British Medical Journal, edição em língua portuguesa. Foi presidente do Departamento de Psiquiatria Forense da Associação Paulista de Medicina e, atualmente, é diretor Cultural da Associação Paulista de Medicina (decano da Diretoria) e Curador da Pinacoteca e do Museu de História da Medicina desta Entidade. Ocupa a cadeira n.1 da Academia de Medicina de São Paulo, exerceu vários cargos de diretoria, entre eles, a presidência, por duas vezes, e hoje é decano da diretoria.
É um dos psiquiatras forenses mais conhecidos do país, profissional renomado que atuou em casos criminais de grande repercussão nacional. Participa de muitas entrevistas sobre novas histórias de sua carreira, além de explicações sobre a condutopatia, termo que criou, em 1985, para caracterizar os chamados psicopatas. Explica que o termo vem de conduta patológica, uma vez que a deformidade encontra-se predominantemente no comportamento do indivíduo. Atua como consultor convidado de alguns órgãos de comunicação (desde 1985), de prestígio nacional e internacional, para assuntos psiquiátrico-forenses. Professor convidado (temas psiquiátrico-forenses) de algumas faculdades de Direito, de Psicologia, de Medicina, entre outras entidades associativas e culturais.
Na área da artes, sua segunda paixão, é Curador da Pinacoteca Guido Arturo Palomba, da Associação Paulista de Medicina; Membro Fundador do Instituto Gustavo Rosa; Membro do Conselho Consultivo da Fundação Adelino Ângelo, Porto (Portugal), da qual foi retratado pelo artista Adelino Ângelo em 2008; Membro de Honra do Conselho do Institut du Monde Lusophone (Paris, 2017).
Possui coleção de livros raros e raríssimos de Psiquiatria Forense, de Psiquiatria e de Medicina Legal, dentre eles as primeiras edições de Paulo Zacchia, Philippe Pinel, Jean Esquirol, Johann Lavater, Ambroise Paré, Francisco Franco da Rocha entre muitos outros.
Por decisão unânime da diretoria da Associação Paulista de Medicina — APM no dia 17 de janeiro de 2020, a Sala Contemporânea da Pinacoteca da Associação Paulista de Medicina, destinada a exposições temporárias de artistas convidados e de obras do acervo, passou a denominar-se Sala Guido Arturo Palomba, cujo acervo tem mais de 200 obras e está aberto ao público. Dr. Guido explicou que sua paixão por arte iniciou-se em 1974, quando se formou em Medicina e foi trabalhar no Hospital Psiquiátrico do Juqueri, em Franco da Rocha, onde conviveu com Osório César, que estava aposentado, mas ia ao hospital todos os dias. Aprendeu segredos da arte dos alienados mentais. Em paralelo, começou a visitar, nos fins de semana, feiras de arte e de antiguidade, e a se aproximar de artistas plásticos e de marchands. No início dos anos 1990, comprou sua primeira obra de arte, uma pintura de José Antônio da Silva, adquirida do marchand Ulisses Mussi, em São José do Rio Preto, região onde morava o artista. Com o passar dos anos abraçou a arte concreta, construtivismo.
Aproximou-se da arte geométrica quando foi às primeiras bienais com seu pai. Nelas, os construtivistas eram destaques. Paralelamente, seu pai foi amigo do arquiteto Gregori Warchavchik –– e a arte dele e de seus amigos chamaram sua atenção.
Com intensa participação associativa, destacam-se: