| Gypsophila paniculata | |||||||||||||
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| Classificação científica | |||||||||||||
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| Nome binomial | |||||||||||||
Gypsophila paniculata, comummente conhecida como cravo-de-amor ou gipsófila (nome que partilha com as mais das espécies do género Gypsophila), é uma planta herbácea anual, pertencente à família das Cariofiláceas, amiúde cultivada pelas suas qualidades ornamentais.
Quanto ao nome científico desta espécie:
Esta espécie é originaria de Europa Oriental, Sibéria e Ásia Central.
O cravo-de-amor medra nas estepes e em solos secos arenosos e pedregosos, com substracto calcário e gípseo, à guisa do que sucede com as demais espécies do género Gypsophila, que significa "amante do gesso".

Esta planta mede entre 90 e 120 centímetros e tem inúmeras panículas de pequenas flores, que medem entre 3 a 10 milímetros de diâmetro, dotadas de cinco pétalas brancas. O cravo-de-amor floresce durante o Verão, sendo inclusive capaz de suportar secas, depois de já estar bem estabelecida. Nas regiões tropicais é susceptível de se cultivar durante todo o ano, com excepção do Inverno, devido à sua sensibilidade ás temperaturas baixas e à humidade.
O cravo-de-amor precisa de grandes quantidades de luz solar directa.
A espécie Gypsophila paniculata foi descrita por Carlos Lineu e publicada em Species Plantarum , em 1753.