A identidade secreta é um elemento de ficção típico de histórias de super-heróis ou outros personagens que utilizam um pseudônimo. Para manter a identidade, tais personagens utilizam recursos que vão desde uma simples máscara a uma roupa, enquanto lutam contra a criminalidade mantendo sua verdadeira identidade oculta.
A utilização de identidades secretas remonta ao início do século XX, com personagens como Zorro.
O uso de identidades secretas remonta ao início do século XX com personagens como o Pimpinela Escarlate (1903), Jimmie Dale, o Selo Cinza (1914), Zorro (1919 ) e o Lone Ranger (1933). Uma linha no romance "O Pimpinela Escarlate" diz: "Porque o Pimpinela Escarlate trabalha no escuro, e sua identidade só é conhecida sob o solene juramento de segredo a seus seguidores imediatos".
Para poder ter uma vida normal, separada da vida de heroísmo.
Ele quer ter privacidade.
Para proteger as pessoas que o herói ama, como família, amigos e namorada, pois os vilões podem ir atrás deles.
O que o herói faz é vigilantismo, o que é ilegal.
O herói pode ser capturado e usado em experimentos, para tentar replicar seus poderes.
O herói tem um objeto especial que permite que ele tenha poderes, e o objeto pode ser roubado.
As duas identidades podem ser úteis para combater o crime, caso a identidade civil seja alguém rico, um jornalista, um político ou com um trabalho na polícia, podendo fazer o que a identidade de herói não pode.