| Joachim Kroll | |
|---|---|
| Nome | Joachim Georg Kroll |
| Nascimento | 17 de abril de 1933 Hindenburg, atual Zabrze |
| Pseudônimo(s) | Ruhr Cannibal Ruhr Hunter Duisburg Man-Eater |
| Morte | |
| Nacionalidade(s) | alemão |
| Crime(s) | Assassino em série, canibalismo, pedofilia |
| Pena | prisão perpétua |
Joachim Georg Kroll ( Hindenburg, atual Zabrze, 17 de Abril de 1933 - Rheinbach, 1 de Julho de 1991) foi um assassino em série alemão, pedófilo e canibal, conhecido como Ruhr Cannibal, Ruhr Hunter ou Duisburg Man-Eater. Foi condenado por um total de 8 homicídios, porém, confessou 14 homicídios.
Nascido de um mineiro em Hindenburg, atual Zabrze, Província de Upper Siliesia, Kroll foi o sexto de nove filhos. Era uma criança fraca e costumava urinar na cama. A sua educação foi pobre, apenas atingindo a terceira classe (psiquiatras determinaram que o seu QI era de 76).
Depois do fim da Segunda Guerra Mundial, onde o seu pai se tornou um prisioneiro de guerra, a família de Kroll mudou-se para o Norte de Rhine-Westphalia.
Ele começou a matar em 1955, depois da sua mãe morrer. Por volta de 1960, Kroll foi para Duisburg e encontrou trabalho como empregado de casa de banho para o Mannesmann. Depois disso, trabalhou para a Thyssen Industries e mudou-se para o número 24 da Friesen Street, Laar, distrito de Duisburg. Durante esse tempo, passou-o a matar pessoas.
Kroll era muito particular acerca do local onde matava, matando sempre no mesmo local em algumas ocasiões com anos de diferença. Isto, e o facto de existirem vários assassinos a operar na mesma área na altura, ajudou a evitar ser preso. Kroll surpreendia as suas vítimas e estrangulava-as rapidamente. Depois, despia os corpos e tinha relações sexuais com os cadáveres, algumas vezes masturbando-se sobre eles novamente. Depois, mutilava e cortava pedaços para serem comidos mais tarde. Ao voltar a casa, tinha novamente relações sexuais com uma boneca de borracha que tinha com esse propósito.
A 3 de Julho de 1976, Kroll foi preso por rapto e morte de uma menina de 4 anos chamada Marion Ketter. Quando a polícia foi de casa em casa, um vizinho aproximou-se de um agente e disse-lhe que os canos do seu apartamento estavam entupidos, e que quando perguntou ao seu vizinho, Kroll, se ele sabia o que estava a bloquear o cano, Kroll simplesmente respondeu: "Entranhas". No seguimento deste relatório, a polícia foi ao apartamento de Kroll e encontrou o corpo de Ketter cortado: algumas partes no frigorífico, uma pequena mão a cozinhar numa panela de água a ferver e as entranhas estavam presas nos canos.
Kroll foi preso imediatamente.
Ele admitiu ter matado Marion Ketter e deu detalhes de outros 14 homicídios e uma tentativa de assassinato nos 20 anos anteriores.
Kroll disse que algumas vezes cortava porções de carne das vítimas para as cozinhar e comer, dizendo que fazia isso para poupar nas contas da mercearia. Preso, ele acreditou que iria ser feita uma pequena operação para o curar dos impulsos homicidas e que ia depois ser libertado da prisão. Em vez disso, foi acusado de 8 assassinatos e uma tentativa. Em Abril de 1982, depois de um julgamento de 151 dias, foi condenado de todas as acusações e foi-lhe dada prisão perpétua.
Morreu de ataque cardíaco em 1991 na prisão de Rheinbach.