| John Deely | |
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John Deely (2005, em Tartu) | |
| Nascimento | 26 de abril de 1942 Chicago |
| Morte | 7 de janeiro de 2017 (74 anos) Greensburg |
| Nacionalidade | |
| Cidadania | Estados Unidos |
| Cônjuge | Brooke Williams Smith (Scholar de Jacques Maritain) |
| Ocupação | Semiótico, Filósofo |
| Empregador(a) | Universidade de Tartu |
| Escola/tradição | Semiótica |
| Principais interesses | Semiótica |
| Causa da morte | câncer |
| Charles Sanders Peirce |
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| Geral |
| Filosofia |
| Autores |
John Deely (Chicago, 26 de abril de 1942 — Greensburg (Pensilvânia), 7 de janeiro de 2017) foi um semiólogo e filósofo norte-americano.
Foi titular da cadeira de semiótica no Saint Vincent College de Latrobe, Pensilvânia. Antes disso, ele ocupou a cadeira de pós-graduação na Rudman Philosophy da Universidade de São Tomás, Texas. Ensinou temporariamente na Universidade de Tartu.
Seus estudos dizem respeito ao papel da semiose na mediação de objetos. Ele investigou especificamente a maneira pela qual a experiência em si é uma estrutura dinâmica (ou teia) tecida de relações triádicas (signos no sentido estrito) cujos elementos ou termos (representamen, significantes e interpretantes), trocam posições e papéis ao longo do tempo em um espiral de semiose. Ele foi diretor executivo da Sociedade Semiótica da América em 2006-2007.
Deely estabeleceu o argumento de que a ação dos signos se estende ainda mais que a vida, e que a semiose como influência do futuro desempenhou um papel na formação do universo físico antes do advento da vida, um papel para o qual Deely cunhou o termo fisiosemiose.
Em seu mais recente trabalho, Medieval Philosophy Redefined, Deely emprega a noção de semiótica de Charles Sanders Peirce como uma ciência cenoscópica para mostrar como a “Era Latina”, de Santo Agostinho a João de São Tomás, marcou o primeiro florescimento da consciência semiótica que acabou sendo eclipsada pela “virada subjetiva” (e mais tarde pela “virada linguística” e subconsequentemente pela “filosofia analítica”), que Thomas Sebeok chamou de período “criptosemiótico”. O completo retorno à consciência semiótica, argumenta Deely, foi lançado pelo trabalho de Charles S. Peirce, sobretudo pela sua obra On a New List of Categories.