| Joseph Grew | |||||
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| Nascimento | 27 de maio de 1880 Boston | ||||
| Morte | 25 de maio de 1965 (84 anos) Manchester-by-the-Sea | ||||
| Sepultamento | Cemitério Forest Hills | ||||
| Cidadania | Estados Unidos | ||||
| Progenitores |
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| Filho(a)(s) | Lilla Cabot Grew | ||||
| Alma mater | |||||
| Ocupação | diplomata, escritor, embaixador | ||||
| Distinções |
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| Cargo(s) | Secretário de Estado dos Estados Unidos (1945–1945)
Under Secretary of State (1944–1945) Under Secretary of State (1924–1927) embaixador dos Estados Unidos no Japão United States Ambassador to Denmark United States Ambassador to Turkey United States Ambassador to Switzerland and Liechtenstein | ||||
Joseph Clark Grew (27 de maio de 1880 – 25 de maio de 1965) foi um escritor, político e diplomata norte-americano. Era ele o embaixador no Japão quando ocorreu o ataque a Pearl Harbor.
Pertencente à classe alta de Boston, estudou na Universidade Harvard. No início da sua carreira diplomática foi encarregado de negócios em Viena quando em abril de 1917 se produziu a ruptura com o Império Austro-Húngaro por causa da entrada dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial.
Depois foi embaixador dos Estados Unidos na Dinamarca (1920-1921), Suíça (1921-1924) e Turquia (1927-1932). Entre 1924 e 1927 foi sub-secretário de Estado. Em 1932 foi nomeado embaixador no Japão, cargo que desempenhou durante os nove anos seguintes, até ao ataque japonês à base de Pearl Harbor sem que tivesse havido uma prévia declaração de guerra.
A sua nomeação como embaixador no Japão tinha para Grew um significado especial pois era casado com uma neta de Matthew Perry, o comandante da força naval que se apresentou na baía de Tóquio em meados do século XIX, exigindo a abertura dos portos japoneses ao comércio internacional. O casamento foi muito bem recebido no país e o casal comparecia frequentemente nas reuniões da alta sociedade da capital japonesa.
Grew fez tudo o que estava ao seu alcance para evitar a guerra, mesmo tomando iniciativas sem dar conta prévia ao seu governo. Após o ataque a Pearl Harbor esteve detido durante nove meses por ordem do governo japonês até ter sido libertado e poder voltar aos Estados Unidos em agosto de 1942, incorporando-se imediatamente no Departamento de Estado. Sobre a sua experiência no Japão escreveu um livro muito influente com o título Ten Years in Japan (Dez anos no Japão).
Era genro da pintora Lilla Cabot Perry.
| Postos diplomáticos | ||
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| Precedido por Norman Hapgood |
Embaixador dos Estados Unidos na Dinamarca 1920–1921 |
Sucedido por John Dyneley Prince |
| Precedido por Hampson Gary |
Embaixador dos Estados Unidos na Suíça 1921–1924 |
Sucedido por Hugh S. Gibson |
| Precedido por Abram I. Elkus |
Embaixador dos Estados Unidos na Turquia 1927–1932 |
Sucedido por Charles H. Sherrill |
| Precedido por W. Cameron Forbes |
Embaixador dos Estados Unidos no Japão 1932–1941 |
Sucedido por nenhum (entrada dos EUA na II Guerra Mundial) |
| Cargos políticos | ||
| Precedido por William Phillips |
Sub-secretário de Estado 1924–1927 |
Sucedido por Robert E. Olds |
| Precedido por Edward R. Stettinius, Jr. |
Sub-secretário de Estado 1944–1945 |
Sucedido por Dean G. Acheson |