| Lady Oscar | |
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| Versailles no Bara | |
Cartaz do filme | |
| Em japonês | ベルサイユのばら |
| França Japão 1979 • cor • 124 min | |
| Género | comédia dramática romance |
| Direção | Jacques Demy |
| Produção | Mataichiro Yamamoto |
| Roteiro | Jacques Demy Patricia Louisianna Knop |
| Baseado em | Versailles no Bara de Riyoko Ikeda |
| Elenco | Catriona MacColl Barry Stokes Christine Bohm Jonas Bergstrom |
| Música | Michel Legrand |
| Cinematografia | Jean Penzer |
| Edição | Paul Davies |
| Distribuição | |
| Lançamento | |
| Idioma | inglês |
Lady Oscar (ベルサイユのばら, Berusaiyu no Bara) é um filme de comédia dramática e romance franco-japonês que foi baseado no mangá Versailles no Bara de Riyoko Ikeda. O filme foi escrito e realizado por Jacques Demy, e a banda sonora foi composta por Michel Legrand. Lady Oscar foi filmado na França. O filme estreou no Japão em 3 de março de 1979, na França em 26 de abril de 1980 e em Portugal o filme foi exibido em 15 de dezembro de 1983 na Cinemateca Portuguesa.
Oscar Françoise de Jarjayes (Catriona MacColl) é uma jovem dama, cujo pai, um militar famoso, queria que nascesse um menino. Depois que ela nasceu, seu pai vestiu Oscar com roupas de menino e cuidou dela como um homem. Embora Oscar não reconheça seu lado feminino, ela se veste como um homem e ganha uma posição de honra como guarda de Maria Antonieta (Christina Bohm). Até que um dia, Oscar se apaixona por André (Barry Stokes), o filho da governanta da família. Anos depois, após a Revolução Francesa começar, os caminhos de Oscar e André se cruzam pela primeira vez em anos. Com a Tomada da Bastilha, Oscar e André lutarão em lados opostos na revolução.
O patrocinador principal do filme foi Shiseido, uma empresa japonesa de cosméticos, onde Catriona McColl promoveu um batom vermelho para a linha de cosméticos da primavera daquele ano. Frederik L. Schodt traduziu o mangá para a língua inglesa como uma referência para os produtores do filme, mas deu uma única cópia da tradução para eles que foi perdida.
O filme não foi um sucesso comercial, e a interpretação de Catriona MacColl como Oscar foi muito criticada, alguns críticos diziam que ela não era andrógina o suficiente para actuar como Oscar.