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Las Palmas de Gran Canaria
Las Palmas | |
|---|---|
| Gentílico | palmense |
| Coordenadas: 28° 07′ 38″ N, 15° 25′ 53″ O | |
| País | Espanha |
| Comunidade autónoma | Canárias |
| Província | Las Palmas |
| Ilha | Grã Canária |
| Fundação | 1478 |
| Área | |
| • Total | 100,55 km² |
| Altitude | 8 m |
| População | |
| • Total (2021) | 378 675 hab. |
| Densidade | 3 766 hab./km² |
| Código postal | 35001-35020 |
| Código do INE | 35016 |
| Website | www |
Las Palmas de Gran Canaria, ou Palmas da Grã-Canária, é um município espanhol situado no nordeste da ilha de Grã-Canária. É uma das capitais da comunidade autónoma das Canárias, compartilhando o posto com Santa Cruz de Tenerife. O município ocupa uma área de 100,55 km² e, em 2021, tinha 378.675 habitantes, resultando em uma densidade populacional de cerca de 3.766 habitantes por km².
Las Palmas é a maior cidade do arquipélago das Canárias, e sua área metropolitana abriga mais de 600.000 pessoas. Localizada a apenas 8 metros acima do nível do mar na parte mais ao sul, a cidade apresenta um clima ameno e seco, com temperatura média anual de aproximadamente 22°C.


A fundação de Las Palmas de Gran Canaria remonta a 1478, quando o capitão castelhano Juan Rejón iniciou a conquista da ilha de Gran Canaria. A resistência dos aborígines canários foi feroz, mas em 1483, Pedro de Vera completou a anexação da ilha para a Coroa de Castela após subjugar os habitantes de Gáldar, no noroeste da ilha.
Com a conquista, a Coroa de Castela estabeleceu a cidade de Real de Las Palmas na foz do barranco de Guiniguada, marcando o início da colonização europeia na região. Nos séculos seguintes, a cidade tornou-se o centro administrativo das Canárias, abrigando instituições como o Bispado das Canárias, o Tribunal da Santa Inquisição e a Corte Real das Canárias.
Durante o século XVII, a cidade enfrentou desafios econômicos devido à diminuição das exportações agrícolas para a América e Europa. Além disso, Las Palmas sofreu ataques de piratas, incluindo os britânicos John Hawkins e Francis Drake, e o holandês Van der Does, que saquearam a cidade nos séculos XVI e XVII.
Apesar dessas adversidades, Las Palmas continuou a se desenvolver como um importante centro comercial e cultural no Atlântico, consolidando-se como a principal cidade das Ilhas Canárias.
Ao final do século XV, a cidade era protegida apenas por uma fortaleza encravada nas montanhas da península de La Isleta. Este forte, localizado a cinco quilômetros do centro urbano, nas imediações de onde hoje se encontra o Castelo da Luz, era a construção mais próxima para defendê-la em caso de ataque. Essa precariedade defensiva manteve-se até os últimos decênios do século XVI, quando já se notava a ameaça de corsários e frotas estrangeiras. Desde então, começou a ser construído um sistema de fortificações mais adequado. Assim, ergueram-se pequenos baluartes no litoral, dos quais permanece até os dias atuais o Torreão de São Pedro Mártir, conhecido popularmente como Castelo de São Cristóvão, datado de 1577. Desta mesma época, datam também as muralhas que fechavam a cidade pelos lados norte e sul, delimitando sua expansão urbana. Até hoje, vestígios dessas muralhas são conservados, especialmente nas proximidades do chamado Castelo de Mata, atualmente em processo de restauração para se tornar um futuro museu da cidade.
Essas fortificações, no entanto, não foram suficientes para impedir a tentativa de invasão da esquadra inglesa comandada por John Hawkins e Francis Drake, que, no final do século XVI (1595), tentou, sem êxito, desembarcar no litoral de Las Palmas com o objetivo de saqueá-la. Supostamente, esse ataque foi o primeiro combate da desastrosa expedição inglesa contra a América espanhola, que terminou com a derrota dos ingleses, custando a vida tanto a Drake quanto a Hawkins.
Porém, não impediram a Grande Armada Holandesa, comandada pelo almirante Peter van der Does, que chegou à cidade em 26 de junho de 1599. Assediou-se Las Palmas durante dois dias e, finalmente, após duros e sangrentos combates, tomada na tarde de 28 de junho pelas forças holandesas, compostas por mais de 6.000 soldados e 74 navios. Combatidos pelas milícias insulares, que conseguiram resistir e vencer algumas batalhas, os invasores permaneceram na cidade por alguns dias. Durante esse período, saquearam a Catedral das Canárias, dedicada a Sant’Ana, padroeira principal da cidade, além das Casas Consistoriais, conventos, numerosas igrejas e residências.
Finalmente, em 4 de julho, os holandeses foram obrigados a deixar a cidade, não sem antes incendiá-la. As chamas destruíram casas, conventos, hospitais, capelas, igrejas e edifícios públicos, bem como inúmeras obras de arte, incluindo retábulos, altares e imagens da catedral. No entanto, o templo da catedral não foi destruído, graças à solidez de sua construção. Essa foi, portanto, a maior invasão da história da cidade.

No século XIX, ocorreu um feito de importância vital para a economia da cidade: a instauração dos portos francos. Tratava-se de um regime econômico especial que favorecia as relações comerciais do arquipélago, atraindo numerosos barcos e navios para a ilha. Esse movimento representou a semente daquilo que posteriormente se converteria na principal fonte de riqueza da atualidade: o turismo. Deste interesse inicial pelo setor turístico nasceu, em 1830, o primeiro hotel de Gran Canaria, o Hotel Santa Catalina, que permanece em funcionamento até os dias atuais.
Em 1927, um Decreto Real da Ditadura de Primo de Rivera pôs fim à província das Canárias, criando as novas províncias de Santa Cruz de Tenerife e Las Palmas. A cidade de Las Palmas de Gran Canaria tornou-se a capital desta última, englobando as ilhas de Gran Canaria, Lanzarote e Fuerteventura. Com essa medida, buscou-se encerrar a luta pelo controle econômico e político das ilhas, dando origem ao chamado pleito insular.
Em 1936, o general Francisco Franco, então comandante militar das Ilhas Canárias, declarou o Estado de Guerra em todo o arquipélago. No dia 18 de julho, partiu de Las Palmas de Gran Canaria rumo à África, iniciando a rebelião que daria início à Guerra Civil Espanhola. No Hotel Madrid, conserva-se intacto o quarto onde o general pernoitou na véspera do golpe de estado contra a República.
Em 1937, ainda em plena Guerra Civil, o município de San Lorenzo foi anexado a Las Palmas de Gran Canaria, após o fuzilamento do prefeito Juan Santana Vega e parte de seu secretariado, eleitos durante a Segunda República Espanhola. Desde então, San Lorenzo passou a ser um distrito da capital insular.
Vários anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, começaram a surgir sinais de recuperação do turismo, que se concretizaram no Natal de 1957, quando aterrissou no Aeroporto de Gran Canaria um avião da companhia sueca Transair AB com 54 passageiros. Assim teve início a era do turismo, que se tornou o principal motor econômico da ilha e do arquipélago canário. Durante as décadas de 1970 e 1980, entretanto, Las Palmas perdeu parte de seu caráter turístico, em benefício dos municípios do sul da ilha.
Com a restauração democrática em 1977, a cidade passou a ter prefeitos de diferentes partidos, embora apenas Juan Rodríguez Doreste (PSOE) e José Manuel Soria López (PP) tenham desfrutado de mandatos duradouros. O atual prefeito é Juan José Cardona, do Partido Popular, eleito em 2011.
De acordo com o Instituto Nacional de Estadística da Espanha (INE), em janeiro de 2009, residiam em Las Palmas de Gran Canaria cerca de 378.675 habitantes, população que cresce diariamente devido ao afluxo de pessoas provenientes de núcleos urbanos próximos, como Telde, Arucas e Gáldar, que se deslocam para a capital insular a fim de desenvolver suas atividades laborais.
A cidade está integrada na Região Metropolitana de Las Palmas de Gran Canaria, a décima maior da Espanha, com 616.903 habitantes.

Segundo a Universidade de Syracuse, Las Palmas de Gran Canaria é a cidade com o melhor clima do mundo.
O estudo, publicado em 1996, analisou 600 cidades populares como destino turístico e considerou variáveis climáticas, como a temperatura média anual, que em Las Palmas é de 22 °C. Para esse clima agradável contribui o fato de a cidade se estender linearmente entre duas faixas costeiras: de um lado, o eixo Avenida Marítima / Praia das Alcaravaneras, e do outro, a Praia de Las Canteras. A dupla brisa que recebe de ambos os lados favorece a dispersão da poluição e proporciona uma maior refrigeração do ambiente.
A cidade possui diversos parques e praças, como os de Santa Catalina, San Telmo, Doramas e Romano, aos que se somam outros mais recentes, como o parque de Las Rehoyas (com 100 000 m²) e o parque João Paulo II (con 120 000 m², que é o maior das Canárias, apesar de que será superado pelo parque de La Mayordomía, no bairro de Tamaraceite, quando este estiver concluído).
A cidade conta com infraestruturas de diversas épocas históricas. A catedral de Canarias, localizada no bairro de Vegueta (o mais antigo de Las Palmas de Gran Canaria) é um edifício emblemático da cidade. Em relação aos edifícios modernos, destaca-se o Auditório Alfredo Kraus, no qual se realizam eventos internacionais e nacionais. Está situado junto à praia de las Canteras, e foi nomeado em homenagem ao tenor Alfredo Kraus, nascido na cidade. Também o Teatro Pérez Galdós é um edifício emblemático da cidade, reformado recentemente. Outra mostra é a torre Woermann, um bom exemplo de modernismo na cidade, que com seus 76 metros, destaca-se como um dos edifícios mais altos da cidade.
A cidade baixa apresenta uma distribuição linear ao longo da costa, com uma artéria principal, a Avenida Marítima, que a atravessa de ponta a ponta. Desde o início do milênio, com a criação da rodovia de contorno, muitos pontos da cidade são acessíveis sem ter que atravessar o centro urbano.
| Dados climatológicos para Las Palmas, Espanha | |||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Mês | Jan | Fev | Mar | Abr | Mai | Jun | Jul | Ago | Set | Out | Nov | Dez | Ano |
| Temperatura máxima média (°C) | 20,6 | 21,0 | 21,8 | 22,1 | 23,6 | 24,7 | 26,5 | 27,1 | 27,1 | 25,8 | 23,8 | 21,8 | 23,7 |
| Temperatura mínima média (°C) | 14,7 | 14,9 | 15,4 | 15,7 | 17,0 | 18,7 | 20,4 | 21,2 | 21,2 | 19,7 | 17,9 | 15,7 | 17,7 |
| Precipitação (mm) | 18 | 24 | 14 | 7 | 2 | 0 | 0 | 0 | 10 | 13 | 18 | 27 | 133 |
| Fonte: World Meteorological Organization (UN) 1 de agosto de 2010 | |||||||||||||
A localização do arquipélago, junto ao Trópico de Câncer, e a influência dos ventos alísios proporcionam a Las Palmas de Gran Canaria temperaturas médias de 17º Celsius no inverno, e 25º no verão. Os alísios - vindos do norte europeu - trazem ar fresco e úmido. As nuvens procedentes do continente filtram os raios solares e a corrente marinha de águas frias do Golfo regula as oscilações térmicas, tornando-as mais suaves. O resultado, segundo o departamento de climatologia da Universidade de Syracuse (EUA), torna Las Palmas a cidade com o melhor clima do mundo.
| Norte: Oceano Atlântico | ||
| Oeste: Arucas | Las Palmas de Gran Canaria | Leste: Oceano Atlântico |
| Sul: Santa Brígida |

A região metropolitana de Las Palmas de Gran Canaria é a mais populosa das Ilhas Canárias. Pode-se distinguir um primeiro anel imediato e outro mais amplo. O primeiro inclui os municípios limítrofes (Telde, Arucas, Santa Brígida e Teror), com uma população de 540 415 habitantes (2005), onde se concentra boa parte da atividade industrial e comercial da ilha. Por sua parte, o anel mais amplo coincide praticamente com o que estabelece a lei de grandes cidades, abrangendo um raio de 20 km: dentro deste anel, habitam 619 565 pessoas. Se forem tomadas como referência as conurbações norte, sul e centro de Las Palmas de Gran Canaria com outras localidades da ilha, esta cifra ascende a mais de 700 000 habitantes.

A cidade conta com cinco praias, das quais a mais importante é a de Las Canteras. As outras quatro praias da la capital são Las Alcaravaneras, El Confital, San Cristóbal e La Laja
Além disso, a praia de Las Canteras conta com o certificado UNE-EN ISO 14001, do AENOR, que só possuem na Espanha as praias de La Concha - em San Sebastián - e La Victoria - em Cádiz - pela implantação de um sistema para a gestão integrada do meio ambiente.
A outra praia mais concorrida da cidade é Las Alcaravaneras, situada junto ao Cais Desportivo e nas águas do Porto da Luz, que está localizada entre dois clubes náuticos.
O município de Las Palmas de Gran Canaria é governado pela Prefeitura de de Las Palmas de Gran Canaria, cujos representantes elegem-se a cada quatro anos, por sufrágio universal de todos os cidadãos espanhóis e da União Europeia maiores de 18 anos de idade que estejam alistados no município. Nas eleições de 22 de maio de 2011, o vencedor foi o Partido Popular, com 16 conselheiros de 29, seguido pelo PSOE-PSC com 9 conselheiros, outros 2 conselheiros para Compromiso por Gran Canaria e, por último, outros 2 conselheiros para Nueva Canarias. Deste modo, o popular Juan José Cardona tornou-se prefeito, desbancando o socialista Jeronimo Saavedra, que governava a cidade com maioria absoluta entre 2007 e 2011.
| Partido político | Eleições municipais espanholas de 2011 | ||
|---|---|---|---|
| % | Conselheiros | ||
| Partido Popular (PP) | 43,21 | 16 | |
| Partido Socialista Obrero Español (PSOE) | 23,05 | 9 | |
| Compromiso por Gran Canaria | 6,98 | 2 | |
| Nueva Canarias (NC) | 6,12 | 2 | |
Las Palmas de Gran Canaria está dividida administrativamente em cinco distritos, que, por sua vez, subdividem-se em bairros, não necessariamente coincidentes com os bairros tradicionais. Cada um dos distritos está administrado por uma Junta Municipal Distrital, com competências focadas na canalização da participação cidadã dos mesmos. A última divisão administrativa de Las Palmas de Gran Canaria data do ano de 2004 e estrutura a cidade e seu município nos seguintes distritos e bairros (dados populacionais de 2006):

Dt1 - Vegueta, Cono Sur e Tafira (75.877 hab.): Aglutina quatro disseminados (La Montañeta, Los Hoyos, Marzagán y Tafira) e os bairros de Campus Universitario, Casablanca I, Cuesta Ramón, El Batán, El Fondillo, El Lasso, El Secadero, Hoya de La Plata, Jinámar (Fase III), La Calzada, La Cantera, La Data, La Montañeta, Llano de Las Nieves, Llanos de La Barrera, Lomo Blanco, Lomo de Enmedio, Lomo El Sabinal, Lomo Verdejo, Los Hoyos, Marzagán, Mercalaspalmas, Monteluz, Montequemado, Pedro Hidalgo, Pico Viento, Salto del Negro, San Cristóbal, San Francisco de Paula, San Juan - San José, San Roque, Santa Margarita, Tafira Alta, Tafira Baja, Três Palmas, Vega de San José, Vegueta, Zárate e Zurbarán.
Dt2 - Centro (88.546 hab.): Bairros de Alcaravaneras, Canalejas, Casablanca III, Ciudad del Mar, Ciudad Jardín, Fincas Unidas, La Paterna, Lomo Apolinario, Los Tarahales, Lugo, Miller, Miller Industrial, San Francisco - San Nicolás, Triana; e disseminado de Las Palmas de Gran Canaria.
Dt3 - Puerto-Canteras (72.345 hab.): Guanarteme, El Confital, El Rincón, El Sebadal, La Isleta, La Puntilla, Las Coloradas, Nueva Isleta, Santa Catalina e Las Canteras.
Dt4 - Ciudad Alta (101.684 hab.): Altavista, Chumberas, Cuevas Torres, Díaz Casanova, Don Zoilo, El Cardón, Escaleritas, La Feria, La Minilla, Las Rehoyas, Las Torres, Las Torres Industrial, Rehoyas Altas, San Antonio, San Lázaro e Schamann.
Dt5 - Tamaraceite-San Lorenzo (39.191 hab.): Disseminados de Almatriche, Los Giles, San Lorenzo, Tamaraceite y Tenoya; e bairros de Almatriche Alto, Almatriche Bajo, Cañada Honda, Casa Ayala, Ciudad del Campo, Costa Ayala, Cruz del Ovejero, Cuevas Blancas, Dragonal Alto, Dragonal Bajo, El Pintor, El Román, El Roque, El Toscón, El Zardo, Hoya Andrea, Isla Perdida, La Cazuela, La Cruz, La Galera, La Milagrosa, La Palma, La Suerte, Ladera Alta, Las Cuevas, Las Majadillas, Las Mesas, Las Perreras, Llanos de María Rivera, Lomo Corcobado, Lomo Los Frailes, Los Giles, Masapez, Piletas, Risco Negro, San José del Álamo, San Lorenzo, Siete Puertas, Tamaraceite e Tenoya.
O serviço oferecido pela empresa Guaguas Municipales conta com uma estação principal (San Telmo, compartilhada com a empresa de transporte interurbano Global), dois terminais especiais (Teatro e Manuel Becerra, conhecida como Puerto) e três terminais de baldeação (Santa Catalina, compartilhado com Global, Hoya de la Plata e Tamaraceite (em construção).
Guaguas Municipales oferece 40 linhas de transporte urbano, que percorrem tanto a parte baixa quanto a alta da cidade. As linhas principais são a 1 (Teatro - Puerto), 2 (Alameda de Colón - Puerto), 12 (Puerto - Hoya de la Plata) y 30 (Alameda de Colón - Santa Catalina, por Las Rehoyas). Além disso, existem duas linhas circulares (0A: Santa Catalina - Santa Catalina, por Alcaraveneras) e 0B (Santa Catalina - Santa Catalina, por Ciudad Alta).
Global, companhia de guaguas interurbanas, possui 119 linhas, muitas com origem ou destino à capital. Esta companhia surgiu no ano 2000, produto da fusão das antigas linhas interurbanas Salcai e Utinsa.
Também existe a Guagua Turística, que percorre os locais de maior interesse da cidade, com guias em vários idiomas.
O Tren de Gran Canaria (TG) é um projeto de linha férrea proposto inicialmente como alternativa para ir de Las Palmas de Gran Canaria a Maspalomas, embora que posteriormente se tenha planejado sua prolongação até Agaete.
Outro projeto é o Tranvía de Las Palmas (de Gran Canaria), que percorreria a cidade baixa, da mesma forma que atualmente o realiza a linha 1 de guaguas, com uma frequência média de 5 minutos e um tempo de percurso de 35 minutos.
Las Palmas de Gran Canaria oferece uma agenda cultural relativamente ampla e variada: teatro, cinema, ópera, concertos, artes plásticas e dança são espetáculos habituais em cartaz na cidade, destacando-se, especialmente, o Festival de Música de Canarias, o de Teatro e Dança e o Festival Internacional de Cinema.


