| Lee-Enfield | |
|---|---|
O Lee-Enfield Mk 1 (versão de 1903). | |
| Tipo | Fuzil de ação por ferrolho |
| Local de origem | |
| História operacional | |
| Em serviço | MLE: 1895–1926 SMLE: 1904–presente |
| Utilizadores | Ver Usuários |
| Guerras | Ver Conflitos |
| Histórico de produção | |
| Período de produção | MLE: 1895–1904 SMLE: 1904–presente |
| Especificações | |
| Cartucho | .303 British |
| Ação | Ação por ferrolho |
| Velocidade de saída | 744 m/s |
| Alcance efetivo | 503 m |
| Alcance máximo | 2.743 m |
| Sistema de suprimento | Carregador de cofre de 10 cartuchos, carregado por 2 clipes em tira de 5 cartuchos |
O Lee-Enfield é um rifle de repetição por ação de ferrolho manual, alimentado por carregador, que serviu como a principal arma de fogo das forças militares do Império Britânico e da Commonwealth durante a primeira metade do século XX. Foi o rifle padrão do Exército Britânico desde a sua adoção oficial em 1895 até 1957. As versões da Primeira Guerra Mundial costumam ser chamadas de "SMLE", abreviação da variante comum "Short, Magazine Lee – Enfield". O rifle Lee-Enfield, foi batizado em função do nome projetista do seu sistema de ação, James Lee e do local da fábrica Royal Small Arms Factory, que era o distrito de Enfield, em Londres.
Uma evolução do Lee–Metford (adotado em 1888). o Lee-Enfield entrou em serviço em 1895 e permaneceu até 1957. Porém, ainda é usada pela guarda britânica. Calibre padrão britânico .303 British, 10 disparos o que deu muita vantagem aos soldados que a usaram durante a Primeira Guerra Mundial pois a maioria dos outros fuzis da época só comportavam de 3 a 6 tiros em seus carregadores, também foi usada pelos exércitos da Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Índia e África do Sul. Foram produzidas em torno de 17 milhões de unidades em todas as suas variantes.
Atualmente, o fabricante produz para as forças armadas britânicas revólveres e fuzis, como o SA-80, dado como um dos melhores em cadência de tiro e precisão por diversos especialistas em armas e analistas militares.
Esta arma esteve presente nas forças armadas portuguesas durante alguns anos, tendo sido depois mandada para as colônias. Foi principalmente entregue no ano de 1917 quando as duas divisões do Corpo Expedicionário Português (CEP). Esteve em serviço em algumas unidades, especialmente nas menos envolvidas na infantaria até ao ano de 1960 (AA).
| Modelo/Versão | Em serviço |
|---|---|
| Magazine Lee–Enfield | 1895–1926 |
| Charger Loading Lee–Enfield | 1906–1926 |
| Short Magazine Lee–Enfield Mk I | 1904–1926 |
| Short Magazine Lee–Enfield Mk II | 1906–1927 |
| Short Magazine Lee–Enfield Mk III/III* | 1907–presente |
| Pattern 1913 Enfield | 1913-1914 (apenas testes, foi suplantado pelo Mk VII) |
| Short Magazine Lee–Enfield Mk V | 1922–1924 (apenas testes; 20.000 produzidos) |
| Rifle No. 1 Mk VI | 1930 (apenas testes; 1.025 produzidos e abandonados (partes foram reaproveitadas durante a 2a GM) |
| Rifle No. 4 Mk I | 1931–presente (2,500 exemplares de testes produzidos na década de 1930, produção em massa a partir de meados de 1941) |
| Rifle No. 4 Mk I* | 1942–presente |
| Rifle No. 8 | 1947–1953 |
| Rifle No 5 Mk I "Jungle Carbine" | 1944–presente (produzido 1944–1947) a BSA-Shirley produziu 81.329 unidades e a ROF Fazakerley 169.807. |
| Rifle No. 4 Mk 2 | 1949–presente |
| Rifle 7.62 mm 2A | 1964–presente |
| Rifle 7.62 mm 2A1 | 1965–presente |
The Volkssturm even received some No. 1 Mk. III* Lee-Enfields that had been abandoned by the British during their evacuation from Dunkirk or captured in North Africa.