| Leila Forouhar (em persa:لیلا فروهر) | |
|---|---|
| Nome completo | Leila Forouhar |
| Nascimento | Leila Forouhar 23 de fevereiro de 1959 (67 anos) Isfahan, Ispaão, Estado Imperial do Irão |
| Residência | Condado de Orange, Califórnia, Estados Unidos |
| Nacionalidade | |
| Cônjuge | Esmaeil Nab |
| Ocupação | Cantora Atriz |
| Período de atividade | 1968–presente |
| Carreira musical | |
| Gênero(s) | Dance music Pop Música clássica persa |
| Instrumento(s) |
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| Gravadora | |
| Website | leilaforouhar1 |
Leila Forouhar (em língua persa: لیلا فروهر, Leilâ Foruhar; nascida em Isfahan em 23 de fevereiro de 1959) é uma cantora iraniana. Ela inicialmente seguiu carreira como atriz e, sete anos após a Revolução Iraniana de 1979, migrou primeiro para a Turquia e depois partiu para Los Angeles, na Califórnia, nos Estados Unidos, onde se estabeleceu a partir de 1988. Forouhar é filha de dois atores iranianos, Jahangir Forouhar e Farangis Farahzadi.
Ela começou a atuar em filmes aos cinco anos e entrou na indústria musical aos 14. Antes da revolução, ela participou de mais de 45 filmes iranianos e, após migrar para os Estados Unidos, lançou mais de vinte álbuns. Ela também é bem conhecida em países vizinhos do Irã, como Tajiquistão e Afeganistão. Em 2010, Forouhar apresentou-se numa celebração Nowruz no Edifício Thomas Jefferson da Biblioteca do Congresso.
Leila Forouhar nasceu em 23 de fevereiro de 1959 em Isfahan, Irã, em uma família artística com pais atores, Jahangir Forouhar e Farangis Farahzadi. Ela começou a apresentar-se no palco aos três anos de idade, atuando em várias produções teatrais no Teatro Sepahan, em Isfahan, ao lado de seus pais e do renomado artista teatral Arham Sadr.
Forouhar iniciou a sua carreira artística ainda criança, aparecendo em filmes como Morad e Laleh e Khorus Jangi. Aos nove anos, atuou ao lado de Mohammad Ali Fardin no filme Soltan-e Ghalbha. Sua apresentação em Soltan-e Ghalbha foi tão bem recebida que Fardin organizou uma celebração de seu aniversário no Sindicato dos Artistas. Ela também estrelou com Behrouz Vossoughi no filme "Man Ham Geryeh Kardam". Durante a adolescência, Forouhar atuou em vários filmes, incluindo Mihman, Gol-e Khashkhash, Ezterab e Shab-e Aftabi.
Aos 14 anos, iniciou o treino profissional de canto e criou obras como Shamim, Delam Tangeh, Do Parandeh, Kalaagh-haye Khabarchin, Niaz, Cheshmeh-ye Noor e Julin. Forouhar está entre os cantores capazes de apresentar tanto música pop quanto tradicional persa.
Nos últimos dias de 1978, atuou na peça Afrit-e Machin, dirigida por Reza Mirlouhi, que combinava elementos teatrais tradicionais iranianos. A produção contou com Forouhar cantando e atuando ao lado de seus pais, Jahangir Forouhar e Farangis Farahzadi, além de Morteza Aghili, Mohammad Motie, Enayat Bakhshi, Behrouz Behnejad, Bahram Vatanparast e Mohammad Varshochi.
O aiatolá Komeini proibiu a transmissão de música em julho de 1979 e o canto feminino foi banido. Ela e outros artistas da era Pahlavi foram intimados para comparecerem em Tribunais Revolucionários Islâmicos acusados de inoralidade.
Lá, ela foi coagida a assinar uma confissão admitindo atividades "imorais", comprometeu-se a cessar todas as apresentações e multada em 500.000 dólares, tornando impossíveis novos concertos ou gravações domésticas sob ameaça de prisão ou execução. As suas últimas apresentações no Irã ocorreram no final de 1978, pouco antes da consolidação da revolução, cortando o acesso a locais como o Miami Club, em Teerã, onde ela havia estreado com uma orquestra de 40 músicos aos 14 anos. Mudou de profissão e abriu um cabeleireiro, mas foi de curta duração, pois os Guardas Revolucionários descobriram e decidiram encerrar o negócio, pois pertencia a uma artista que tinha cometido imoralidade. . Depois da Guerra Irã-Iraque foi presa novamente acusada de cantar privadamente, o que ela negou, depois de ter sido libertada e pouco depois emigrou primeiro para a Turquia e de lá emigrou para a Alemanha com documentação falsa e, após quatro dias, mudou-se para a França, onde se reuniu com a mãe, a irmã e o irmão após um ano de separação. Em 1988, ela migrou para os Estados Unidos estabeleceu em Los Angeles, na Califórnia, onde continuou apresentando-se em concertos e produzindo novos álbuns. Ela também atuou em várias peças para televisão, sendo as mais notáveis Shahr-e Farang ao lado de Parviz Kardan, Shahram Shabpareh e Fariba Forouhar, além de Matab e Kalantari, com Shohreh Aghdashloo e Houshang Touzie.
Em 1999, Forouhar atuou na peça One Samad and Two Leilas com o artista iraniano Parviz Sayyad e Fariba Forouhar. A peça, inspirada em suas experiências pessoais, interrogatórios e migração, detém o recorde de mais apresentações de uma produção teatral iraniana fora do Irã.
Outro marco na carreira de Forouhar foi sua participação na Celebração Internacional de Nowruz organizada pela Comissão Nowruz no Edifício Thomas Jefferson da Biblioteca do Congresso, nos Estados Unidos. Ela foi convidada como artista e cantora de língua persa. (A Comissão Nowruz é uma organização cultural e artística formada por iranianos residentes nos Estados Unidos e embaixadores da Ásia Ocidental e Central, com o objetivo de promover a cultura e as tradições das comunidades falantes de persa.)
Em 20 de agosto de 2004, Leila Forouhar casou-se com Esmaeil Nab e mudou-se para o Condado de Orange, na Califórnia. Reza Aslan é seu sobrinho.
Forouhar é uma opositora ao regime teocrático dos aiatolás, Após a morte de Mahsa Amini em 16 de setembro de 2022, que desencadearam no Irã os Protestos contra a morte de Mahsa Amini "Mulher, Vida, Liberdade", Forouhar contribuiu para esforços de solidariedade com a diáspora por meio de colaborações musicais voltadas a amplificar os apelos por mudança de regime. Em outubro de 2022, ela se juntou a outros artistas iranianos exilados, incluindo Googoosh, Shahrzad Sepanlou, Darya Dadvar, Sogand e Shohreh Aghdashloo, na música "Dobareh" ("De Novo"), que explicitamente prometia apoio aos combatentes da liberdade iranianos e apresentava cânticos de "Zan, Zendegi, Azadi" (Mulher, Vida, Liberdade). A faixa, produzida por Babak Saedi com letras de Raha Etemadi, simbolizou o retorno à identidade pré-República Islâmica do Irã e foi lançada para download gratuito para evitar a censura, contrapondo diretamente as narrativas do regime ao evocar o renascimento cultural em vez da conformidade imposta.
Antes de lançar seu álbum Makhmal-e Naz, Leila Forouhar havia preparado um álbum em estilo tradicional, mas, seguindo sugestões de colegas e empresas, optou por não lançá-lo e estreou com Makhmal-e Naz, para o qual compôs a música pessoalmente. Após o sucesso de seus álbuns, ela realizou inúmeros shows em diversos países ao redor do mundo.
Forouhar foi o primeiro artista iraniano a se apresentar no Dubai, nos Emirados Árabes Unidos e também realizou apresentações no Japão. A convite do Tajiquistão, ela se apresentou em cidades como Dushanbe e Kulob, com plateias que variavam de 10.000 a 15.000 participantes.
Unknown release
Avang Records releases
Caltex Records releases
Taraneh Record releases
Pars Video releases
MZM Records releases
Other Records releases
Single tracks
Após o falecimento de Mahasti em 2007, Leila Forouhar foi uma das quatro cantoras iranianas — ao lado de Sepideh Moafi, Hengameh e Helen — convidadas pela Tapesh Network para criar uma música em memória de Mahasti. A música foi lançada após a morte da cantora iraniana Mahasti (1946-2007)
Poucos dias antes do Nowruz 1391 (2012), Leila Forouhar lançou o álbum Az Ghalb-e Man. O álbum traz poemas de poetas clássicos iranianos como Rumi, Eraqi e Hafez, além de poetas contemporâneos como Fereydoon Moshiri, Rahi Moayyeri e Simin Behbahani. As músicas foram compostas e arranjadas pelo Ensemble Rumi. Shohreh Aghdashloo também colaborou no álbum, fornecendo recitações em inglês da lira.