Leo de Brito | |
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Deputado federal Leo de Brito | |
| Deputado federal pelo Acre | |
| Período | 1 de fevereiro de 2015 até 31 de janeiro de 2019 |
| Período | 6 de novembro de 2020 até 31 de janeiro de 2023 |
| Antecessor(a) | Manuel Marcos |
| Secretário Extraordinário da Juventude do Acre | |
| Período | 2003 - 2006 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 13 de abril de 1979 (47 anos) Rio Branco, AC |
| Alma mater | Universidade Federal do Acre |
| Partido | PT (1997-presente) |
| Profissão | advogado e professor universitário |
Leonardo Cunha de Brito (Rio Branco, 13 de abril de 1979), conhecido como Leo de Brito, é um advogado, professor universitário e político brasileiro. É ex-deputado federal pelo estado do Acre, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT).
Casado com a advogada e professora da Universidade Federal do Acre (UFAC) Jucyane Pontes, Leo de Brito é advogado formado pela Universidade Federal do Acre (UFAC) e professor universitário, pós-graduado em administração pela Fundação Getúlio Vargas e mestre em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina.
Militante do PT desde a adolescência e filiado desde 1997, participou como estudante secundarista do Movimento dos Caras-Pintadas, que lutou pela cassação do mandato do presidente Fernando Collor de Mello.
Na universidade foi fundador do Centro Acadêmico de Direito da UFAC, em 1999, e coordenador geral por duas gestões. Também foi membro da direção do Diretório Central dos Estudantes da Universidade. Léo também teve atuação no movimento ambientalista, sendo sócio-fundador da Ong Associação Vertente, que trabalha a temática dos recursos hídricos.[carece de fontes]
Em 2003, no segundo mandato do governador Jorge Viana, assumiu, aos 23 anos, a Secretaria Extraordinária da Juventude (SEJA). Nesse período, fundou e foi eleito presidente do Conselho Estadual da Juventude e vice-presidente do Fórum Nacional de Secretários e Gestores Estaduais de Políticas Públicas de Juventude. Foi presidente do diretório estadual do PT no Acre entre 2008 e 2013.
Em 2014 foi eleito deputado federal com 20.876 votos. Em 2015 foi um deputados do PT que, como membros do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, seguiram a orientação do partido de evitar confronto com o presidente do Legislativo, Eduardo Cunha, para evitar que este aceitasse um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O deputado, assim como outros colegas, faltou à sessão do Conselho de Ética que analisaria a admissibilidade do processo contra o presidente da Câmara, acusado de irregularidades no exercício do mandato.
Nas eleições de 2018, foi novamente candidato a deputado federal pelo PT, mas não conseguiu ser reeleito com menos de 15 mil votos. No entanto, com a cassação do deputado Manuel Marcos por crimes cometidos na campanha eleitoral, bem como a anulação dos votos recebidos por ele, de Brito assumiu um segundo mandato na Câmara em novembro de 2020, devido à recontagem do quociente partidário com a anulação dos votos de Marcos.
BRITO, LEONARDO CUNHA DE , Diagnóstico acerca da atual presença de elementos da cidadania participativa e ambiental nas associações civis de pequenos produtores rurais e extrativistas vinculadas à CAPEB., Anais - X Seminário de Iniciação Científica da UFAC, UFAC, 1999.