Partido dos Trabalhadores Unidos מפלגת הפועלים המאוחדת | |
|---|---|
| Fundação | 1948 |
| Dissolução | 1997 |
| Sede | |
| Ideologia | 1948-1956: Comunismo Marxismo-Leninismo Anticapitalismo 1956-1967: Socialismo Socialismo democrático 1967-1984: Social-democracia Sionismo trabalhista 1984-1997: Socialismo Ecossocialismo Solução dos dois Estados |
| Espectro político | 1948-1956: Extrema-esquerda 1956-1967: Esquerda 1967-1984: Centro-esquerda 1984-1997: Esquerda |
| Publicação | Al HaMishmar Al-Mirsad Israel Shtime |
| Sucessor | Meretz |
| Afiliação nacional | Alinhamento (1965-1984) Meretz (1992-1997) |
| Cores | Vermelho |
Mapam (em hebraico: מפלגת הפועלים המאוחדת, translit. Mifleget HaPoalim HaMeuhedetem português: Partido dos Trabalhadores Unidos) foi um partido político israelense, ativo entre 1948 e 1997.
O partido foi fundado em 1948, ano da fundação do Estado de Israel. Inicialmente, era um partido anticapitalista, de inspiração marxista e defensor de relações próximas com a URSS. Tal postura levou a que o mais moderado Mapai o excluisse do governo. Mais tarde, o Mapam assumiria posições mais próximas à social-democracia.
A partir dos finais da década de 1950, o partido foi-se moderando ideologicamente, passando a adoptar uma linha social-democrata e, após a Guerra dos Seis Dias, defensor da ligação de Israel com o Mundo Ocidental. Tal moderação levou a que o Mapam formasse uma longa coligação eleitoral com o Mapai e, posteriormente, com o Partido Trabalhista, que só iria terminar em 1984, quando os trabalhistas formaram um governo de unidade nacional com o Likud.
Com o fim da aliança com os trabalhistas, o partido voltou a adoptar uma linha mais radical, defendendo o reconhecimento do Estado da Palestina, e estabelecendo alianças com outros partidos de esquerda, no que iria dar origem ao Meretz, em 1992.
| Data | Votos | % | +/- | Deputados | +/- | Status |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1949 | 64 018 | 14,7 (2.º) | 19 / 120 |
Oposição | ||
| 1951 | 86 095 | 12,5 (3.º) | 15 / 120 |
Oposição | ||
| 1955 | 62 401 | 7,3 (6.º) | 9 / 120 |
Governo | ||
| 1959 | 69 468 | 7,2 (4.º) | 9 / 120 |
Governo | ||
| 1961 | 75 654 | 7,5 (5.º) | 9 / 120 |
Oposição | ||
| 1965 | 79 985 | 6,6 (5.º) | 8 / 120 |
Oposição | ||
| 1969 | Alinhamento | 6 / 120 |
Governo | |||
| 1973 | 6 / 120 |
Governo | ||||
| 1977 | 4 / 120 |
Oposição | ||||
| 1981 | 7 / 120 |
Oposição | ||||
| 1984 | 6 / 120 |
Oposição | ||||
| 1988 | 56 345 | 2,5 (9.º) | 3 / 120 |
Oposição | ||
| 1992 | Meretz | 4 / 120 |
Governo | |||
| 1996 | 3 / 120 |
Oposição | ||||
The controversy appeared to be one of semantics; in the early fifties, Mapam had spoken of Marxism-Leninism as an indivisible whole. Now this unity dissolved and was not to be perceived as an indivisible entity. The Congress decided to "devote all their energies to adapting Marxist and Leninist principles the theoretical basis of international revolutionary socialism to the present conditions of our people and country, without being bound by dogmatic fetters."