Maria Aparecida Alves

Maria Aparecida Alves
Nascimento
Morte
22 de abril de 1998 (66 anos)

Nacionalidadebrasileira
Etniabranca
Filho(a)(s)1
Ocupaçãoatriz
Período de atividade1958—1972
Principais trabalhosA Muralha
2-5499 Ocupado
Meu Pedacinho de Chão

Maria Aparecida Alves (Jaboticabal, 12 de janeiro de 1932 — São Paulo, 22 de abril de 1998) foi uma atriz brasileira.

Biografia

Maria Aparecida Alves nasceu em 12 de janeiro de 1932, no interior de São Paulo, esteve presente em diversas telenovelas da TV Excelsior durante sua longa carreira, mais antes disso, teve uma passagem pela rádio, pois tinha voz muito boa e era muito aproveitada.

Seus papéis mais marcantes foram em O Tempo e O Vento, Meu Pedacinho de Chão, Dez Vidas, A Menina do Veleiro Azul, Vitória Bonelli, A Muralha, A Deusa Vencida, Mãe, O Grande Segredo e Mais Forte Que o Ódio. Faleceu em 22 de abril de 1998, sem informação precisa do motivo da sua morte, deixando uma filha.

Carreira

Antes mesmo de começar na televisão, teve uma modesta passagem pela rádio, onde atuou como radioatriz. Seu primeiro passo em telenovelas foi em Aqueles Que Dizem Amar-Se e no mesmo ano participou do elenco de 2-5499 Ocupado, primeira novela diária brasileira.

Nos anos seguintes, ainda na Excelsior, fez Mãe, É Proibido Amar, Onde Nasce a Ilusão, Ainda Resta uma Esperança, A Deusa Vencida, O Caminho das Estrelas, Ninguém Crê em Mim, O Grande Segredo, O Tempo e o Vento e A Muralha, onde contou com Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg.

Em 1968 contracenou em A Grande Mentira e logo após voltou pra Excelsior e ingressou nas últimas novelas do canal antes da extinção, com A Menina do Veleiro Azul, Dez Vidas e Mais Forte Que o Ódio. Retornou à Rede Globo e fez Meu Pedacinho de Chão, no ano seguinte O Tempo Não Apaga da Rede Record e Vitória Bonelli como Madame Custódia Pardini no grande sucesso da Rede Tupi.

Filmografia

Televisão

Ano Título Personagem Emissora Ref.
1963 Aqueles Que Dizem Amar-Se TV Excelsior
2-5499 Ocupado
1964 Mãe Adalgisa
É Proibido Amar Leoni
1965 Onde Nasce a Ilusão Walquíria
Ainda Resta uma Esperança Georgette
A Deusa Vencida Sofia
O Caminho das Estrelas Augusta
1966 Ninguém Crê em Mim Iolanda
1967 O Grande Segredo Abigail
O Tempo e o Vento Rosinha
1968 A Muralha Freira
A Grande Mentira Rede Globo
O Direito dos Filhos Gracinda TV Excelsior
1969 A Menina do Veleiro Azul Carmem
Dez Vidas Quitéria
1970 Mais Forte Que o Ódio Helena
1971 Meu Pedacinho de Chão Tereza Falcão (Dona Tiê) Rede Globo
1972 O Tempo Não Apaga Rede Record
Vitória Bonelli Madame Custódia Pardini Rede Tupi

Referências

  1. ↑ «Maria Aparecida Alves (1932—1998)». IMDb. Consultado em 3 de setembro de 2026
  2. 1 2 3 «MARIA APARECIDA ALVES». MBRTV - Museu Brasileiro de Rádio e Televisão. Consultado em 12 de julho de 2026
  3. ↑ «Maria Aparecida Alves». Viva Americana. Consultado em 29 de agosto de 2026
  4. ↑ «TV SAUDADES : MARIA APARECIDA ALVES». tvsaudades.com.br. Consultado em 29 de agosto de 2026
  5. ↑ AhShow.TV. «Maria Aparecida Alves - Biografia e Filmografia». www.ahshow.tv. Consultado em 12 de julho de 2026
  6. ↑ «'2-5499 Ocupado': Há 55 anos, estreava 1ª novela diária da TV brasileira». Estadão. Consultado em 12 de julho de 2026
  7. ↑ Contigo!, Redação (10 de julho de 2025). «'A Muralha': como a superprodução da TV Excelsior marcou a teledramaturgia há 57 anos». Contigo!. Consultado em 12 de julho de 2026
  8. ↑ Costa, Fábio (21 de abril de 2018). «No dia de Tiradentes, relembre a Inconfidência Mineira na teledramaturgia brasileira». observatoriodatv.com.br. Consultado em 12 de julho de 2026
  9. ↑ «Vietri cria Vitória Bonelli, seu texto mais denso e um grande sucesso da Tupi - Cartão de Visita». cartaodevisita.com.br. Consultado em 12 de julho de 2026
  10. ↑ Xavier, Nilson. «Aqueles Que Dizem Amar-se». Teledramaturgia. Consultado em 15 de julho de 2026
  11. ↑ Xavier, Nilson. «2-5499 Ocupado». Teledramaturgia. Consultado em 12 de julho de 2026
  12. ↑ Xavier, Nilson. «Mãe». Teledramaturgia. Consultado em 12 de julho de 2026
  13. ↑ «É Proibido Amar». Teledramaturgia. Consultado em 15 de julho de 2026
  14. ↑ Xavier, Nilson. «Onde Nasce a Ilusão». Teledramaturgia. Consultado em 12 de julho de 2026
  15. ↑ Xavier, Nilson. «Ainda Resta uma Esperança». Teledramaturgia. Consultado em 12 de julho de 2026
  16. ↑ Xavier, Nilson. «A Deusa Vencida (1965)». Teledramaturgia. Consultado em 12 de julho de 2026
  17. ↑ Xavier, Nilson. «O Caminho das Estrelas». Teledramaturgia. Consultado em 12 de julho de 2026
  18. ↑ Xavier, Nilson. «Ninguém Crê em Mim». Teledramaturgia. Consultado em 15 de julho de 2026
  19. ↑ Xavier, Nilson. «O Grande Segredo». Teledramaturgia. Consultado em 12 de julho de 2026
  20. ↑ Xavier, Nilson. «O Tempo e o Vento (1967)». Teledramaturgia. Consultado em 15 de julho de 2026
  21. ↑ Xavier, Nilson. «A Muralha (1968)». Teledramaturgia. Consultado em 12 de julho de 2026
  22. ↑ Xavier, Nilson. «O Direito dos Filhos». Teledramaturgia. Consultado em 15 de julho de 2026
  23. ↑ Xavier, Nilson. «A Menina do Veleiro Azul». Teledramaturgia. Consultado em 12 de julho de 2026
  24. ↑ Xavier, Nilson. «Dez Vidas». Teledramaturgia. Consultado em 12 de julho de 2026
  25. ↑ «Mais Forte que o Ódio». Teledramaturgia. Consultado em 29 de agosto de 2026
  26. ↑ «Meu Pedacinho de Chão - 1ª versão». memoriaglobo. 29 de outubro de 2021. Consultado em 12 de julho de 2026
  27. ↑ Xavier, Nilson. «Vitória Bonelli». Teledramaturgia. Consultado em 12 de julho de 2026