
O souvenir (do francês "memória", aportuguesado suvenir), é um objeto que resgata memórias que estão relacionadas a um destino turístico; uma análogo à exploração psicológica do condicionamento clássico. Por exemplo: se um viajante compra um suvenir nas férias, ele irá associar, muito provavelmente, o suvenir a esta viagem e às suas férias e, recordará esse momento especial cada vez que o olhar.
O souvenir é um produto pequeno e barato, que possui características que representam um local e a experiência vivenciada no local.
Os turistas compram os suvenires como presentes para pessoas muito queridas. Este é comum em muitas culturas. Nos Camarões, por exemplo, a ideia é que: alguém que consegue viajar também consegue trazer algo para os que não podem. No Japão, se conhece como omiyage e se compram para ser compartilhados com os companheiros de trabalho e com familiares e, as vendas transformaram-se em um grande negócio nos sítios turísticos do Japão. Em muitas estações de trem e aeroportos, se vendem estas lembranças de forma que os turistas possam comprar um omiyage de última hora antes de voltar para casa.
Os suvenires podem incluir artigos caseiros como, por exemplo; taças, postais, cinzeiros, livretos, camisetas, chapéus, entre muitos outros.
Um bom exemplo de suvenir, carregado de todo um folclore, é a fita do Bonfim, espécie de amuleto vendido como lembrança nas escadarias da Igreja do Senhor do Bonfim, em Salvador (Bahia).
A venda de suvenires é uma atividade intimamente ligada ao turismo, e sua confecção e comercialização constituem importante atividade econômica. Na Itália, a reprodução de obras de arte, miniaturas de monumentos antigos e ainda os cartões-postais são exemplos de como esta atividade serve não apenas como lembrança, mas para divulgação e propaganda das atrações turísticas.