| Michel Deguy | |||||
|---|---|---|---|---|---|
Michel Deguy por volta de 2003 | |||||
| Nascimento | Michel Robert Deguy 23 de maio de 1930 Draveil | ||||
| Morte | 16 de fevereiro de 2022 (91 anos) 5.º arrondissement de Paris | ||||
| Sepultamento | Cemitério do Montparnasse | ||||
| Cidadania | França | ||||
| Cônjuge | Monique Deguy | ||||
| Filho(a)(s) | Marie-Armelle Deguy | ||||
| Ocupação | poeta, professor universitário, Editor-chefe, ensaísta, redator, tradutor, especialista em literatura, escritor | ||||
| Distinções |
| ||||
| Empregador(a) | Lycée Claude-Bernard, Universidade Paris 8 Vincennes Saint-Denis, CRITIQUE, Les Temps modernes, Po&sie, Lycée Buffon, Lycée Pasteur (Neuilly-sur-Seine) | ||||
| Cargo(s) | presidente (1992–1998)
presidente (1989–1992) | ||||
Michel Deguy (Paris, 23 de maio de 1930 – Paris, 16 de fevereiro de 2022) foi um escritor e poeta francês.
Michel Deguy foi professor de filosofia no liceu francês até 1968. Posteriormente, tornou-se professor de literatura francesa na Universidade de Paris VIII (Saint-Denis).
Era o redator-chefe da revista Po&sie que ele próprio criou em 1977, uma das mais importantes revistas de poesia da França. Participa do comitê editorial das revistas Critique (Minuit) e Les Temps Modernes (Gallimard). Participou do comitê de leitura da editora Gallimard de 1962 a 1987. Dirigiu o Collège International de Philosophie, a Maison des écrivains e o Centre international de poésie de Marselha.
Foi tradutor de Heidegger, Gongora, Safo, Paul Celan, entre outros.
Por sua poesia, recebeu os prêmios Fénéon (1961, por Fragments du cadastre), Max Jacob (1962, por Poèmes de la presqu'île), o grande prêmio de poesia da Academia francesa, entre outros.