| Fábio César (direita) | ||
| Informações pessoais | ||
|---|---|---|
| Nome completo | Fábio César Montezine | |
| Data de nascimento | 24 de fevereiro de 1979 (47 anos) | |
| Local de nascimento | Londrina, Paraná, Brasil | |
| Nacionalidade | brasileiro catariano | |
| Altura | 1,70 m | |
| Pé | canhoto | |
| Informações profissionais | ||
| Período em atividade | 2000–2016 (16 anos) | |
| Clube atual | aposentado | |
| Posição | ex-meia | |
| Clubes de juventude | ||
| 1999–2000 | São Paulo | |
| Clubes profissionais1 | ||
| Anos | Clubes | Jogos e gol(o)s |
| 2000 2000–2001 2001–2002 2002–2004 2004–2005 2005–2006 2006–2010 2010–2013 2013–2016 2016 |
Santa Cruz Viktoria Plzeň Udinese Napoli Avellino Al-Arabi Umm Salal Al-Rayyan Umm-Salal Al-Rayyan |
7 (1) 3 (1) 0 (0) 77 (7) 9 (1) 31 (7) 76 (21) 61 (9) 21 (0) 2 (0) |
| Seleção nacional3 | ||
| 2008–2013 | Catar | 45 (11) |
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Fábio César Montezine, mais conhecido como Montezine (Londrina, 24 de fevereiro de 1979), é um ex-futebolista brasileiro, naturalizado qatarense, que atuava como meia.
Considerado uma grande promessa da base do São Paulo, o meia era considerado o "irmão mais velho de Kaká", três anos mais jovem. Pelo Tricolor, foi campeão paulista sub-20 de 1999 e da Copa São Paulo de Futebol Júnior em 2000, mas, mesmo com o destaque, nunca defendeu o time profissional do Tricolor.
O time do Morumbi pretendia emprestá-lo para o Santa Cruz, mas o jogador tinha proposta da Udinese, da Itália. Após entrar em litígio com o São Paulo na Justiça, ficou sete meses sem jogar e foi para o Viktoria Plzen, da República Tcheca.
Em seguida, foi para o Napoli, que jogava a Série B da Itália, em 2001. Após três temporadas, com 80 partidas e quatro gols marcados, viu o clube italiano entrar em um processo de falência, em 2004. Para piorar, lesionou o joelho e ficou oito meses sem jogar até ser liberado pelo clube de Nápoles de forma gratuita ao Avellino.
Fábio conheceu empresários que tinham contato com o Oriente Médio e após fazer uma semana de teste no Al Arabi, do Catar, foi aprovado em agosto de 2005.
No segundo ano no país foi "dado de presente" pelo dono da equipe para o primo, que era dono do Umm Salal. Em três anos e meio no time, fez tanto sucesso que se naturalizou qatariano e foi chamado pra a seleção do país, em 2008.
Em 2010, mudou-se para o Al Rayyan, no qual teve duas passagens até encerrar a carreira, em 2017.
Após deixar os campos, o brasileiro permaneceu no país e virou treinador.