| Mswati III | |||||
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| Rei de Essuatíni | |||||
Mswati III em 2025. | |||||
| Rei de Essuatíni | |||||
| Reinado | 21 de agosto de 1982 – presente (44 anos e 77 dias) | ||||
| Consorte de | Ntfombi | ||||
| Coroação | 25 de abril de 1986 | ||||
| Antecessor(a) | Sobhuza II | ||||
| Dados pessoais | |||||
| Nascimento | Makhosetive 19 de abril de 1968 (58 anos) Mbabane, Essuatíni | ||||
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| Dinastia | Casa de Dlamini | ||||
| Pai | Sobhuza II | ||||
| Mãe | Ntfombi | ||||
| Título(s) | Chefe da Casa de Dlamini | ||||
| Filho(s) | 25 filhos | ||||
| Assinatura | |||||
Família Real Suazilandesa Casa de Diamini |
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SM a Ndlovukati (Rainha-mãe)
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Mswati III (registrado à nascença como Makhosetive; Mbabane, 19 de abril de 1968) é o atual Rei de Essuatíni (antiga Suazilândia), desde a morte de seu pai, o Rei Sobhuza II, em 1982. É o sexagésimo sétimo filho de Sobhuza II e o único de Ntfombi Tfwala, conhecida como Inkhosikati (Consorte Real) LaTfwala.
Atualmente (outubro de 2026) Mswati tem 11 Consortes Reais (outras duas esposas faleceram e duas se divorciaram) e uma Noiva Real (a Liphovela Nomcebo Zuma, filha do ex-presidente Jacob Zuma, da África do Sul) e dezenas de filhos (cerca de quarenta em outubro de 2026). Uma outra criança estava para nascer em final de 2026, filho da Inkhosikati LaFogiyane. Ele e sua família moram na Vila Real de Ludzidzini.
O monarca é irmão da que foi a Grande-Rainha do povo Zulu, Mantfombi Dlamini, falecida em 2021, e é, portanto, tio do atual Rei dos Zulus, Misuzulu Zulu.
Suas políticas internas e estilo de vida luxuoso levaram a vários protestos do povo de seu país e críticas da comunidade internacional.
Foi o sexagésimo sétimo filho do Rei Sobhuza II e o único de Ntfombi Tfwala, conhecida como Inkhosikati LaTfwala, uma das esposas mais jovens do rei Sobhuza II. Nasceu no Raleigh Fitkin Memorial Hospital, somente quatro horas antes da Suazilândia (atual Essuatíni) alcançar a independência do Reino Unido. Viveu sua infância na Residência Real de Etjeni, perto do Palácio Masundwini. Seu nome de nascimento, Makhosetwe, significa Rei das Nações.
Mswati frequentou a Masundwini Primary School e a Lozitha Palace School. Desenvolveu um grande interesse pela Guarda Real, sendo o primeiro jovem cadete da Umbutfo Swaziland Defence Force (USDF). Empregava seu tempo livre treinando com os soldados nos barracões militares de Masundwini, perto da Residência Real de Etjeni.
Na adolescência, inclusive quando foi proclamado Rei do Essuatíni, estudou na Inglaterra, no Sherborne School.
Quando seu pai morreu de pneumonia em 1982, seguindo a regra "um rei deve ser filho único da Inkhosikati", um Conselho Real formado por príncipes sêniors (Emagunqa) elegeu Makhosetwe como futuro rei. O jovem tinha 14 anos e morava na Inglaterra, assim, durante os seguintes quatro anos, até sua maioridade, duas Inkhosikatis serviram como regentes, Dzeliwe Shongwe, entre 1982 e1983, e sua mãe, Ntfombi, de 1983 a 1986.
Foi coroado Príncipe Herdeiro em setembro de 1983 e Rei em 25 de abril de 1986 (aos 18 anos sendo o rei mais jovem de Essuatíni). O rei e sua mãe, cujo título é Ndlovukazi ou Grande Elefanta ou Grande Rainha, governam juntos.

Um monarca do Essuatíni, por tradição, é poligâmico, ou seja, tem diversas esposas. As duas primeiras esposas são escolhidas para ele pelo Conselho Real (Liqoqo), oriundas, a primeira, do clã Matsebula e a segunda, do clã Motsa. Por lei seus descendentes não podem se tornar o Rei do Essuatíni.
As demais esposas são escolhidas por ele, geralmente, durante o festival Dança dos Juncos e são oriundas de clãs diversos, com os casamentos servindo para manter a unidade do país. Uma delas será a mãe do futuro Rei, seguindo as complexas regras de sucessão ao trono.
Cada uma de suas esposas é inicialmente uma Liphovela (Noiva Real), até que fique grávida e se torne uma Inkhosikati (Consorte Real).
Maswatti já se casou 15 vezes, mas quatro de suas esposas ou faleceram ou se divorciaram.

Mswati tem atualmente 11 esposas, as Inkhosikatis (Consortes Reais) LaMatsebula (esposa ritual), LaMotsa (esposa ritual), LaMbikiza, (não pertence a um clã, mas seu pai era uma autoridade essuatiana), LaNgangaza, LaGija (da Casa Real do Príncipe Gija; chegou a abandonar a Casa Real, mas voltou atrás), LaMagongo (mãe do possível herdeiro ao trono, conforme as regras vigentes, e considerada "a favorita" do monarca), LaMahlangu, LaNtentesa, LaNkambule, LaFogiyane e LaMashwama.
Mswatti tem 39 filhos (LaFogiyane estava grávida em meados de 2026), incluindo a Princesa Sikhanyiso, a mais velha de todos os seus filhos, filha de sua terceira esposa, Inkhosikatis LaMbikiza; o Príncipe Sicalo, seu filho varão mais velho, filho de sua primeira esposa, a Inkhosikati LaMatsebula; o Prince Mcwasho, o único filho da Inkhosikati LaMagongo e, segundo as regras conhecidas, o possível futuro monarca do país.
Mswati tem sido criticado por seu estilo de vida, especialmente pela mídia, principalmente pela compra de diversos carros de luxos e construção de mansões para suas mulheres e filhos. De acordo com a lista Forbes de 2009, o rei tem uma fortuna estimada em 200 milhões de dólares.
Ele também é acusado de ser conservador demais, tendo, por exemplo, em 2017 se declarado contra o divórcio, além de não ter feito esforços para democratizar o país.
Ele também já foi acusado de sequestrar mulheres com as quais queria se casar.
Em 2018 Mswati decidiu alterar o nome de seu país de Suazilândia para Essuatíni, alegando que era necessário abandonar o nome da era colonial, que havia sido dado pelos britânicos. Além disso, segundo o rei, o antigo nome em inglês (Swaziland) era frequentemente confundido com Switzerland (Suíça).
Em abril de 2020 a imprensa internacional reportou que o rei estaria "gravemente doente" de COVID-19, mas no dia 7 de maio o governo no país, que já havia negado os boatos, divulgou duas fotos de Mswati, uma delas com ele sentado no trono e outra usando uma máscara de proteção.
Em meados de 2021, uma onda de protestos a favor da democracia e contra o governo de Mswati levou milhares de pessoas às ruas. Dezenas de pessoas acabaram morrendo ao entrar em conflito com as forças militares e outras dezenas também ficaram feridas. Para tentar conter as manifestações, proibidas no país, o governo chegou a impor um toque de recolher e a colocar as duas principais cidades do país, Manzini e Mbabane, sob controle militar. A internet também chegou a ser cortada.
Em outubro de 2021, bispos da Conferência Episcopal da África do Sul (SACBC), num encontro com o Primeiro-Ministro Sipho Cleopas Dlamini, pediram que houvesse "esforços para resolver pacificamente as tensões e criar um ambiente favorável para o desenvolvimento e a promoção da justiça".
Mswati III de Essuatíni Nascimento: 19 de abril de 1968 | ||
| Títulos de nobreza | ||
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| Precedido por: Ntfombi como Regente |
Rei de Essuatíni 1986–presente |
Titular do cargo |