Logotipo da revista | |
| Editor-chefe | Rich Lowry |
|---|---|
| Editor | Ramesh Ponnuru |
| Categoria | Revista editorial, conservadorismo nos Estados Unidos |
| Frequência | Mensal |
| Circulação | Total: 75.000 (2022) |
| Editora | E. Garrett Bewkes IV |
| Fundador(a) | William F. Buckley Jr. |
| Primeira edição | 19 de novembro de 1955 |
| Empresa | National Review, Inc. |
| País | Estados Unidos |
| Baseada em | Nova Iorque |
| Idioma | inglês |
| Orientação política | Conservadorismo nos Estados Unidos, fusionismo |
| Sítio | https://www.nationalreview.com/ |
| ISSN | 0028-0038 |
| OCLC | 1759389 |
National Review é uma revista editorial conservadora dos Estados Unidos, dedicada a notícias e comentários sobre política, sociedade e assuntos culturais. Foi fundada por William F. Buckley Jr. em 1955. Rich Lowry é o editor-chefe e Ramesh Ponnuru é o editor da revista.
Desde a fundação, Buckley e seus editores procuraram reunir correntes da direita americana em torno de uma linha editorial comum, delimitar quais grupos aceitariam como conservadores e promover o fusionismo. A revista passou a ser uma das vozes da direita dos Estados Unidos. Embora costume apoiar políticos e propostas do Partido Republicano, critica Donald Trump desde a campanha para a eleição presidencial de 2016.

Antes da fundação da National Review, em 1955, a direita americana era uma reunião pouco organizada de pessoas cujas filosofias se cruzavam, mas que tinham poucas oportunidades para falar publicamente em uma só voz. Parte delas desejava marginalizar as posições contrárias à guerra e não intervencionistas da Velha Direita.
Em 1953, o republicano moderado Dwight D. Eisenhower ocupava a presidência. Revistas de grande circulação, como Saturday Evening Post, Time e Reader's Digest, tinham linhas fortemente conservadoras e anticomunistas. O mesmo ocorria com jornais como o Chicago Tribune e o St. Louis Globe-Democrat. Publicações conservadoras menores, entre elas Human Events e The Freeman, antecederam a National Review na formulação do conservadorismo da Guerra Fria na década de 1950.
Em 1953, Russell Kirk publicou The Conservative Mind, no qual traçava uma linhagem intelectual de Edmund Burke até a Velha Direita do começo da década de 1950. O livro contestava a ideia, então difundida entre intelectuais, de que não havia uma tradição conservadora coerente nos Estados Unidos.
O jovem William F. Buckley Jr. recebeu forte estímulo das ideias de Kirk. Buckley dispunha de dinheiro, pois seu pai enriquecera com campos de petróleo no México. Primeiro tentou comprar a Human Events, sem sucesso. Conheceu então Willi Schlamm, experiente editor da The Freeman. Nos dois anos seguintes, os dois levantaram os US$ 300.000 necessários para criar um semanário próprio, que inicialmente se chamaria National Weekly. Outra revista detinha a marca desse nome, o que levou à escolha de National Review. A declaração de intenções dizia:
O meio-termo, enquanto meio-termo, é repugnante sob os pontos de vista político, intelectual e moral. Recomendaremos políticas pela simples razão de que as consideramos corretas, em vez de "não controversas", e as consideramos corretas porque se baseiam em princípios que julgamos corretos, em vez de pesquisas de popularidade... A revolução do New Deal, por exemplo, dificilmente teria acontecido sem o efeito acumulado de The Nation, The New Republic e algumas outras publicações sobre gerações de universitários americanos nas décadas de 1920 e 1930.
Em 19 de novembro de 1955, a revista de Buckley começou a tomar forma. Ele reuniu escritores tradicionalistas, intelectuais católicos, libertários e anticomunistas. O grupo reunia Revilo P. Oliver, Russell Kirk, James Burnham, Frank Meyer, Willmoore Kendall e os católicos L. Brent Bozell e Garry Wills. O ex-editor da Time Whittaker Chambers, que fora espião comunista na década de 1930 antes de se tornar um anticomunista convicto, assumiu um cargo de editor sênior. Na declaração de fundação, Buckley escreveu:
Lançar um semanário conservador de opinião num país amplamente visto como bastião do conservadorismo parece, à primeira vista, um ato supérfluo, quase como publicar um semanário monarquista dentro dos muros do Palácio de Buckingham. Não é isso, claro. Se a National Review é supérflua, é por razões bem diferentes. Ela se põe atravessada no caminho da história, gritando "Pare", num momento em que ninguém mais se inclina a fazê-lo ou tem muita paciência com quem pede isso.
Para a equipe editorial e o quadro de colaboradores, Buckley procurou intelectuais que haviam sido comunistas ou trabalhado na extrema esquerda, entre eles Whittaker Chambers, William Schlamm, John Dos Passos, Frank Meyer e James Burnham. Burnham, um dos primeiros editores seniores, defendia uma posição editorial mais pragmática que aproximasse a revista do centro político. Kevin Smant concluiu que Burnham venceu uma oposição por vezes acalorada de outros integrantes do conselho editorial, entre eles Meyer, Schlamm, William Rickenbacker e o editor William A. Rusher, e teve efeito sobre a política editorial da publicação e sobre o pensamento de Buckley.
A National Review procurava dar respeitabilidade às ideias conservadoras. O professor da Universidade Columbia Lionel Trilling havia resumido uma visão muito difundida a respeito do pensamento conservador:
O liberalismo é a tradição intelectual dominante, na verdade a única. É fato claro que já não circulam ideias conservadoras ou reacionárias... o impulso conservador e o impulso reacionário não se expressam... em ideias, mas apenas... em gestos mentais irritados que procuram se parecer com ideias.
Buckley escreveu que a National Review "está deslocada porque, em sua maturidade, a América letrada rejeitou o conservadorismo em favor da experimentação social radical... como as ideias governam o mundo, os ideólogos, depois de conquistar a classe intelectual, simplesmente entraram e começaram a... administrar quase tudo. Nunca houve uma era de conformidade como esta, nem uma camaradagem como a dos liberais".
A National Review promoveu intensamente Barry Goldwater no começo da década de 1960. Buckley e outros integrantes da revista participaram do movimento "Draft Goldwater", em 1960, e da campanha presidencial de 1964. A revista difundiu pelo país a concepção de conservadorismo defendida por Goldwater.
Nos primeiros anos, houve afastamentos pela esquerda e pela direita. Garry Wills rompeu com a revista e tornou-se comentarista liberal. L. Brent Bozell Jr., cunhado de Buckley, saiu para fundar em 1966 a revista católica tradicionalista Triumph, que teve curta duração.
Buckley e Meyer propunham ampliar os limites do conservadorismo por meio do fusionismo, aproximando escolas conservadoras diferentes, inclusive libertários, para combater adversários que consideravam comuns.
Buckley e seus editores também usaram a revista para estabelecer quais pessoas, ideias e grupos aceitariam dentro desse conservadorismo. Atacaram a John Birch Society, George Wallace e antissemitas. Em 2004, Rich Lowry reuniu trechos de textos publicados na aposentadoria de Buckley. Um deles, do The Dallas Morning News, dizia: "A primeira grande realização do sr. Buckley foi livrar a direita americana de seus excêntricos. Ele marginalizou os antissemitas, os membros da John Birch Society, os nativistas e semelhantes." O historiador político Matthew Dallek contesta em parte essa leitura. Para ele, a atitude de Buckley em relação à John Birch Society preocupava-se mais em isolar seu fundador, Robert Welch, sem perder o apoio dos membros comuns da organização.
Em 1957, um editorial da National Review defendeu a liderança branca no Sul dos Estados Unidos. O texto afirmava que "a questão central que surge ... é se a comunidade branca do Sul tem o direito de tomar as medidas necessárias para prevalecer, política e culturalmente, em áreas onde não predomina numericamente. A resposta sóbria é sim, a comunidade branca tem esse direito porque, por enquanto, é a raça avançada." Na década de 1970, a revista passou a defender políticas que não levassem em conta a raça e o fim da ação afirmativa.
No fim da década de 1960, a revista denunciou o segregacionista George Wallace, candidato nas primárias democratas de 1964 e 1972 e candidato independente à presidência em 1968. Na década de 1950, Buckley havia trabalhado para retirar o antissemitismo do movimento conservador e proibira pessoas que defendiam essas posições de trabalhar na National Review. Em 1962, chamou Robert W. Welch Jr. e a John Birch Society de "muito distantes do senso comum" e pediu ao Partido Republicano que se livrasse da presença política de Welch.
Depois da derrota de Goldwater para Lyndon Johnson em 1964, Buckley e a National Review continuaram defendendo a criação de um movimento conservador, cada vez mais personificado por Ronald Reagan. Assinante antigo da revista, Reagan ganhou projeção política durante a campanha de Goldwater. A National Review apoiou sua tentativa de derrotar o presidente Gerald Ford na disputa republicana de 1976 e sua campanha vitoriosa na eleição de 1980.
Na década de 1980, a revista defendeu cortes de impostos, a economia pelo lado da oferta, a Iniciativa Estratégica de Defesa e a política externa de Reagan contra a União Soviética. Criticou o estado de bem-estar social e apoiou propostas de reforma da assistência social na década de 1990. Também criticava regularmente o presidente Bill Clinton. Inicialmente apoiou Pat Buchanan em suas campanhas políticas, mas depois rompeu com ele. Um extenso editorial de 1996 pediu um "movimento em direção" à legalização das drogas.
Em 1985, a National Review e Buckley foram representados pelo advogado J. Daniel Mahoney no processo de difamação de US$ 16 milhões movido pela revista contra The Spotlight.
Victor Davis Hanson, colaborador regular desde 2001, definiu a composição ideológica da revista como um espectro de conservadores e críticos do liberalismo:
Em outras palavras, um amplo espectro conservador, paleoconservadores, neoconservadores, ativistas do Tea Party, pessoas profundamente religiosas e agnósticos, libertários e conservadores sociais, defensores do livre mercado e protecionistas, caracteriza a National Review. O requisito comum é que apresentem suas posições como crítica à ortodoxia liberal dominante, mas de maneira analítica, com decência e respeito.
Johann Hari, da The New Republic, chamou a revista de "a bíblia do conservadorismo americano".
Em janeiro de 2016, a revista publicou o editorial "Against Trump", no qual chamou Donald Trump de "oportunista político filosoficamente sem amarras" e anunciou oposição à candidatura dele nas primárias republicanas de 2016. Depois da vitória de Trump sobre Hillary Clinton na eleição de 2016, o conselho editorial continuou a criticá-lo durante seu primeiro governo e depois dele.
Colaboradores da National Review e da National Review Online adotaram posições diferentes sobre Trump. Hanson, por exemplo, apoiou-o, enquanto Ramesh Ponnuru e o ex-colaborador Jonah Goldberg mantiveram críticas a ele. T. A. Frank escreveu no Washington Post que, "da perspectiva do leitor, essas tensões tornam a National Review tão viva quanto ela não era havia muito tempo".
Em janeiro de 2024, a revista publicou um editorial intitulado "Republican Voters Can - And Should - Rethink Nominating Trump", no qual advertiu eleitores republicanos contra a escolha de Trump como candidato do partido à eleição presidencial de 2024.
Trump venceu a eleição em novembro de 2024. Pouco depois, o conselho editorial da National Review defendeu que o Senado examinasse as indicações feitas por ele para o governo e rejeitasse candidatos considerados inadequados, contrapondo-se à ideia de que a vitória eleitoral dispensaria esse escrutínio.
Na primeira semana do segundo governo Trump, em janeiro de 2025, os editores dividiram as ordens executivas presidenciais entre medidas que consideravam "claramente legais", "provavelmente legais, mas merecedoras de exame" e "presumivelmente ilegais". Aprovaram medidas como a retomada da política "Remain in Mexico", o encerramento de programas federais de diversidade, equidade e inclusão e a retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris, mas criticaram a suspensão temporária da proibição federal do TikTok e a tentativa de reinterpretar a garantia constitucional de cidadania por nascimento. Em abril, o conselho editorial criticou as tarifas impostas pelo governo Trump e chamou sua política comercial de equivocada e destrutiva.
Em junho de 2026, Ramesh Ponnuru atribuiu parte da queda de popularidade de Trump à guerra com o Irã, às tarifas, às tentativas de pressionar o Federal Reserve para reduzir as taxas de juros e à maneira como o presidente lidava com o sistema constitucional.
A versão online da revista, National Review Online, abreviada como N.R.O., traz uma edição digital da publicação impressa, textos atualizados diariamente por seus autores e blogs conservadores. A sigla N.R.O. distingue o site da revista impressa. O site também publica artigos gratuitos cujo conteúdo não coincide necessariamente com o da edição impressa. Philip Klein é seu editor, cargo antes ocupado por Charles C. W. Cooke.
O site publica diariamente artigos de opinião conservadores, libertários e neoconservadores, algumas colunas distribuídas por sindicação e matérias jornalísticas.
Também mantém dois blogs:
Markos Moulitsas, responsável pelo site liberal Daily Kos, disse a jornalistas em agosto de 2007 que não lia blogs conservadores, com exceção dos hospedados no N.R.O.: "Gosto dos blogs da National Review. Acho que seus autores são os melhores da blogosfera [conservadora]."
O National Review Institute, N.R.I., trabalha com desenvolvimento de políticas públicas e formação de novos defensores do movimento conservador. William F. Buckley Jr. fundou a organização em 1991 para atuar em políticas públicas, educação pública e advocacy em torno dos princípios conservadores que defendia.
Em 2019, a família de Whittaker Chambers pediu ao instituto que encerrasse um prêmio batizado com o nome de Chambers depois que ele foi concedido a pessoas das quais a família discordava.
Como ocorre com muitas revistas de opinião política dos Estados Unidos, a National Review publica pouca publicidade corporativa. Sua receita vem de assinaturas, doações e eventos formais de arrecadação de fundos pelo país. A revista também organiza cruzeiros nos quais editores e colaboradores participam como palestrantes.
Buckley afirmou em 2005 que a revista havia perdido cerca de US$ 25 milhões em cinquenta anos.
A National Review por vezes apoia candidatos durante as primárias presidenciais. Seus editores escreveram: "Nosso princípio orientador sempre foi escolher o candidato conservador viável que estiver mais à direita." A formulação remete ao que ficou conhecido como "Regra Buckley". Em uma entrevista de 1967, questionado sobre como escolher um candidato presidencial, Buckley respondeu: "A escolha mais sensata seria aquela que pudesse vencer... Eu apoiaria o candidato viável mais à direita que pudesse vencer."
A revista apoiou os seguintes candidatos:
Rich Lowry é editor-chefe. A edição de agosto de 2026 traz Ramesh Ponnuru como editor da revista, Richard Brookhiser e Charles C. W. Cooke como editores seniores, Jim Geraghty como correspondente político sênior, Kathryn Jean Lopez como editora de religião e Philip Klein como editor do National Review Online. Comentaristas da publicação trabalham ou trabalharam em centros de pesquisa como Heritage Foundation e American Enterprise Institute. Entre os autores convidados das edições impressa e online estiveram Newt Gingrich, Mitt Romney, Peter Thiel e Ted Cruz.
Entre pessoas que escreveram para a National Review, para a National Review Online ou para ambas estão:
A revista publicou autores de campos como política, economia, literatura e crítica cultural ao longo de suas diferentes fases. Entre antigos colaboradores estão:
Philip Bump, do Washington Post, escreveu que a National Review "vem regularmente criticando e rejeitando o consenso científico sobre as mudanças climáticas". Em 2015, a revista publicou um gráfico que Bump e outros veículos classificaram como enganoso por dar a impressão de que não havia mudança climática. O eixo vertical ia de aproximadamente -23,3 °C a 43,3 °C, uma escala que diminuía visualmente a variação e tornava a tendência de aquecimento pouco perceptível.
Em 2017, a National Review publicou um artigo afirmando que um cientista de alto escalão da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional havia acusado a agência de manipular dados e apressar um estudo baseado em dados defeituosos para interferir nas negociações climáticas de Paris. O artigo repetia em grande parte alegações do Daily Mail sem verificação independente. O cientista rejeitou depois a versão publicada pela revista. Disse que não havia acusado a NOAA de manipular dados e que sua preocupação era "a maneira como os dados eram tratados, documentados e armazenados, levantando questões de transparência e disponibilidade".
Em 2014, o climatologista Michael E. Mann processou a National Review por difamação depois que o colunista Mark Steyn o acusou de fraude e citou um texto de Rand Simberg, do Competitive Enterprise Institute, que chamava Mann de "o Jerry Sandusky da ciência climática, exceto que, em vez de molestar crianças, ele molestou e torturou dados". Organizações de liberdades civis como a União Americana pelas Liberdades Civis e a Electronic Frontier Foundation, além de publicações como o Washington Post, apoiaram a National Review no processo e apresentaram memoriais de amicus curiae em sua defesa. Em fevereiro de 2024, um júri concedeu a Mann mais de US$ 1 milhão em indenizações a serem pagas por Steyn e Simberg. Mann anunciou que pretendia recorrer de uma decisão de 2021 que havia excluído o Competitive Enterprise Institute e a National Review de responsabilidade no caso.
Em junho de 2008, Jim Geraghty, correspondente da National Review, publicou um artigo incentivando Barack Obama a divulgar sua certidão de nascimento para rebater rumores falsos que circulavam em fóruns e blogs conservadores. A coluna pode ter levado essas teorias conspiratórias a um público maior. Karen Tumulty escreveu na Time que o artigo de Geraghty "virou material para a televisão a cabo". Obama divulgou a certidão poucos dias depois. Geraghty escreveu que não havia "nenhuma razão" para duvidar da autenticidade do documento. Em julho de 2009, o conselho editorial da National Review chamou de "falsas" as teorias conspiratórias sobre a cidadania de Obama.
Um artigo da National Review levantou a hipótese de que os pais de Obama poderiam ser comunistas, afirmando que "para uma mulher branca casar-se com um homem negro em 1958, ou 1960, havia quase inevitavelmente uma conexão com a política comunista explícita".
Dois dias depois dos ataques de 11 de setembro, a National Review publicou uma coluna de Ann Coulter na qual ela escreveu sobre muçulmanos:
Este não é o momento de sermos preciosistas na procura pelos indivíduos exatos diretamente envolvidos neste ataque terrorista específico. Devemos invadir os países deles, matar seus líderes e convertê-los ao cristianismo. Não fomos meticulosos em localizar e punir apenas Hitler e seus principais oficiais. Bombardeamos cidades alemãs em massa, matamos civis. Isso é guerra. E isto é guerra.
A National Review chamou depois a publicação da coluna de "erro" e dispensou Coulter do posto de editora colaboradora.
Em 2019, o New York Times informou que a National Review estava entre três veículos, ao lado da Forbes e do HuffPost, que haviam publicado textos escritos por assessores de relações públicas de Jeffrey Epstein. O artigo da National Review fora escrito por Christina Galbraith, assessora de Epstein quando o texto foi publicado, em 2013. A biografia de Galbraith no site a apresentava como escritora de ciência. Em julho de 2019, a revista retirou o artigo, pediu desculpas e afirmou que adotaria novos procedimentos para filtrar textos de colaboradores independentes.
Depois das explosões de pagers no Líbano em 2024, a National Review publicou uma charge da deputada federal Rashida Tlaib com um pager explodindo. Tlaib classificou a imagem como racista e islamofóbica. Abdullah Hammoud, prefeito de Dearborn, Michigan, chamou a charge de "preconceito antiárabe". O Wyman Institute saiu em defesa da revista. O chargista e colunista do Detroit News Henry Payne respondeu: "A região metropolitana de Detroit tem uma história infeliz de lideranças intolerantes, de Orville Hubbard a Rashida Tlaib. E as canetas dos chargistas há muito satirizam sua demagogia."