| Nabucodonosor III | |
|---|---|
| Rei da Babilônia | |
| Reinado | 522 a.C. |
| Consorte de | Nenhum |
| Sucessor(a) | Nabucodonosor IV |
| Dados pessoais | |
| Morte | 522 a.C. |
| Pai | Nabonido |
| Mãe | Nitócris da Babilônia |
Nabucodonosor III foi o título assumido pelo rebelde babilônio Nidintu-Bel, que se revotou contra Dario I declarando-se rei da Babilônia.
Dario I havia deposto o usurpador Esmérdis, e teve que lidar com várias revoltas nas províncias do império Persa. A primeira revolta foi de Asina, filho de Upadarma, em Elam; seguida de Nidintu-Bel, filho de Ainaira, que declarou ser Nabucodonosor, filho de Nabonido.
Após esmagar a revolta de Asina, Dario I se dirigiu à Babilônia.
As forças de Nabucodonosor III estavam atrás do Rio Tigre, em um lugar onde não havia vaus; com a ajuda do deus Aúra-Masda, as forças de Dario atravessaram o rio, parte em botes feitos de pele inflada, parte em camelos, e parte a cavalo. A batalha, ocorrida no dia 26 do mês Asiadia, foi uma vitória persa.
Uma segunda batalha, no dia 2 do mês Anamaca, foi travada perto da cidade babilônica de Zazana, perto do Eufrates; foi outra vitória persa, e os babilônios que não foram mortos, foram levados pelo rio.
Nidintu-Bel se refugiou na Babilônia, mas Dario I tomou a cidade e executou o rebelde lá mesmo.
Enquanto Dario estava na Babilônia, várias províncias se rebelaram: Pérsis, Elão, Média, Assíria, Egito, Pártia, Margiana, Satagídia e Cítia.
O próximo rebelde esmagado por Dario foi Mártia, filho de Cincícuros, da cidade Cuganaca, na Pérsia, que se declarou como Imanis, rei de Elão.
| Precedido por Dário I da Pérsia |
Rei da Babilônia 522 a.C. - 520 a.C. |
Sucedido por Nabucodonosor IV |