| Nielsen Holdings plc | |
|---|---|
| Nome comercial | The Nielsen Company |
| Privada | |
| Cotação | NLSN na Bolsa de Valores de Nova Iorque, de 2011 a 2022 Componente do S&P 500, de 2013 a 2022 ISIN: GB00BWFY5505 |
| Atividade | Mídia |
| Fundação | 24 de agosto de 1923 |
| Fundador(es) | Arthur Nielsen |
| Sede | Nova Iorque, Estados Unidos |
| Proprietário(s) | Elliott Investment Management, desde 2022 |
| Pessoas-chave | David Kenny, presidente executivo do conselho Karthik Rao, diretor-executivo Jessica Holscott, diretora financeira |
| Empregados | Cerca de 15.000, em dezembro de 2021 |
| Produtos | Medição de audiência Pesquisa de mídia |
| Subsidiárias | Gracenote Nielsen Audio AGB Nielsen Philippines Rhiza Nielsen Media Research The Demand Institute |
| Ativos | |
| Receita | |
| Lucro | |
| Renda líquida | |
| Website | www |
A Nielsen Holdings plc, ou simplesmente Nielsen, é uma empresa norte-americana de medição de audiência de mídia. Atua em mais de cem países e emprega cerca de 15.000 pessoas no mundo.
Por décadas, a Nielsen Media Research cuidou dos índices de audiência televisiva, enquanto a AC Nielsen cuidou das tendências de compra dos consumidores e dos dados de bilheteria. A Nielsen Media Research deu origem à divisão Global Media, e a AC Nielsen, à divisão Global Connect. Em março de 2021, a companhia manteve a Global Media e vendeu a Global Connect, então chamada NielsenIQ, para a empresa de capital privado Advent International.
Suas ações foram negociadas na Bolsa de Valores de Nova Iorque, e a empresa integrou o S&P 500.
A Nielsen foi fundada em 1923 por Arthur C. Nielsen Sr., que criou um método para medir resultados de vendas concorrentes e tornou a ideia de "participação de mercado" uma ferramenta prática de gestão. A holding foi constituída nos Países Baixos e comprada em 24 de maio de 2006 por um consórcio de empresas de capital privado.
Em janeiro de 2011, a Nielsen concluiu uma oferta pública inicial de ações ordinárias e começou a ser negociada na Bolsa de Valores de Nova Iorque com o código "NLSN". Em 31 de agosto de 2015, a Nielsen N.V., companhia aberta neerlandesa listada na bolsa nova-iorquina, fundiu-se com a Nielsen Holdings plc por meio de uma fusão transfronteiriça regida pela Diretiva Europeia de Fusões Transfronteiriças. A Nielsen Holdings plc foi a companhia que permaneceu após a fusão. A operação transferiu o registro da controladora de capital aberto dos Países Baixos para a Inglaterra e o País de Gales, sem mudar os negócios que a Nielsen já conduzia.
Em 5 de março de 2021, a Nielsen Holdings concluiu a venda da divisão Global Connect, chamada NielsenIQ e antes conhecida como AC Nielsen, para a Advent International. Com a venda, a Nielsen passou a trabalhar exclusivamente com medição e análise de audiência de mídia.
Em março de 2022, a Nielsen aceitou uma oferta de US$ 16 bilhões feita por um grupo de investidores de capital privado liderado pela Evergreen Coast Capital Corp., subsidiária da Elliott Investment Management, e pela Brookfield Business Partners. O conselho de administração havia recusado uma proposta inicial de US$ 9 bilhões feita pelo mesmo consórcio. A transação foi concluída em outubro de 2022.

A Nielsen é uma empresa independente de medição e dados para o setor de mídia. Atua em mais de cem países, e seus serviços cobrem mais de 90% do produto interno bruto e da população mundial. A companhia fornece aos clientes dados sobre os programas e anúncios vistos pelos consumidores, em escala mundial e local, e analisa a relação entre essas escolhas.
As operações da companhia alcançam mercados desenvolvidos e emergentes em mais de cem países. Em 26 de fevereiro de 2015, o conselho de administração da Nielsen N.V. aprovou por unanimidade uma proposta para transferir o domicílio legal da empresa dos Países Baixos para o Reino Unido. Com a aprovação, a companhia passou a ser constituída pela lei inglesa e foi registrada como sociedade anônima sob o nome Nielsen Holdings PLC.
Até 2022, James Attwood Jr. foi presidente não executivo do conselho da Nielsen. Ele sucedeu Dave Calhoun na presidência do conselho em janeiro de 2016. Antes de ingressar na Nielsen como diretor-executivo, em 2006, Calhoun havia sido vice-presidente da General Electric e presidente e diretor-executivo da GE Infrastructure, a maior das seis unidades de negócios da companhia. Foi diretor-executivo da Nielsen de 2006 a 2014, quando Mitch Barns assumiu o cargo. Barns havia entrado na empresa em 1997 e dirigido áreas dos negócios na Europa, na Ásia e na América do Norte.
Em 3 de dezembro de 2018, David Kenny assumiu a direção executiva da Nielsen no lugar de Mitch Barns.
Em setembro de 2023, Karthik Rao sucedeu Kenny como diretor-executivo, e Kenny passou a ser presidente executivo do conselho.
O público costuma relacionar a marca Nielsen aos índices de audiência televisiva, mas esses serviços respondem por cerca de um quarto dos negócios e da receita da companhia. Depois de anos de trabalho para simplificar sua estrutura, a Nielsen Holdings vendeu a NielsenIQ em 2021 e passou a concentrar seus negócios na medição e na análise de audiência de mídia.
Em 2021, o patrimônio líquido da empresa havia subido para US$ 3,3 bilhões.
A Nielsen e o IBOPE Media mantiveram uma empresa conjunta no Brasil para medir audiência e publicidade na internet. Criada em 1998 e conhecida como IBOPE Nielsen Online, a operação passou a se chamar Nielsen IBOPE em 2013, quando a Nielsen assumiu sua direção. No mesmo ano, a parceria lançou no país o Nielsen Online Campaign Ratings.
Arthur C. Nielsen fundou a AC Nielsen Company em agosto de 1923 com a ideia de vender pesquisas sobre desempenho de engenharia. Foi a primeira empresa a oferecer pesquisa de mercado. Em 1932, ampliou os negócios ao criar um índice varejista que acompanhava as vendas de alimentos e medicamentos. Era a primeira medição varejista desse tipo e permitia que uma empresa calculasse sua "parcela" do mercado. Esse índice deu origem ao conceito de "participação de mercado". A criação do termo comercial também é atribuída a Nielsen.
Em 1936, Arthur C. Nielsen adquiriu o Audimeter, aparelho que media quais estações de rádio eram sintonizadas durante o dia. Depois de aperfeiçoar o aparelho por alguns anos, a empresa criou um serviço nacional de medição de audiência radiofônica em 1942. A Nielsen reuniu dados sobre as estações sintonizadas em mil residências e vendeu as informações a fabricantes interessados na popularidade dos programas e nos dados demográficos dos ouvintes para fins publicitários. Quando aplicada à televisão, essa medição tornou-se o ramo da Nielsen mais familiar ao público. Essas medições passaram a ser chamadas de "Nielsen Ratings".
A empresa começou a medir a audiência televisiva em 1950, quando o meio ainda dava seus primeiros passos. Como fizera com o rádio, usou uma amostra de residências dos Estados Unidos para calcular os índices. Um aparelho acoplado ao televisor registrava o que era assistido. Em 1953, a companhia começou a enviar diários a um grupo menor de lares da pesquisa, as chamadas "famílias Nielsen", para que seus moradores anotassem o que haviam assistido. Esses registros eram combinados com os dados dos aparelhos. A reunião das duas fontes permitia estimar estatisticamente quantos norte-americanos assistiam à televisão e qual era a composição demográfica do público. Anunciantes e redes de televisão passaram a usar essas estimativas.
Na década de 1980, a empresa lançou um aparelho de medição chamado people meter. Ele se parece com um controle remoto, com botões para cada integrante da família e outros destinados a visitantes. O espectador aperta um botão ao entrar no cômodo e volta a apertá-lo quando sai, mesmo que o televisor permaneça ligado. O método buscava medir com maior precisão quem assistia e em quais horários.
Em julho de 2008, a Nielsen inaugurou a publicação de relatórios trimestrais sobre o uso de vídeo e televisão nas "três telas", televisão, internet e aparelhos móveis. O A2/M2 Three Screen Report também reunia tendências de visualização em horários diferentes da transmissão e sua relação com o consumo de vídeo na internet, a composição demográfica do público de vídeo móvel e a penetração de gravadores digitais de vídeo.
Em 30 de setembro de 2016, a Nielsen disponibilizou integralmente a seus clientes o serviço Digital Content Ratings.
Em 14 de setembro de 2016, a empresa anunciou que deixaria de usar diários de televisão em papel até meados de 2017 e adotaria medição inteiramente eletrônica nos índices de audiência televisiva locais.
A Nielsen foi comprada pela Dun & Bradstreet em 1984. Em 1996, a D&B dividiu a companhia em duas empresas. A Nielsen Media Research ficou responsável pelos índices de televisão, e a AC Nielsen, pelas tendências de compra dos consumidores e pelos dados de bilheteria. Em 1999, a editora neerlandesa VNU comprou a Nielsen Media Research. A VNU adquiriu a AC Nielsen e reuniu novamente os dois negócios em 2001. Entre as duas operações, vendeu seus jornais à Wegener e suas revistas de consumo à Sanoma. Seu braço editorial também possuía publicações como The Hollywood Reporter, Adweek e Billboard. A VNU juntou as empresas Nielsen a outras unidades de pesquisa e coleta de dados, entre elas BASES, Claritas, HCI e Spectra, e comprou companhias que ampliaram sua capacidade de medição.
A Nielsen permaneceu sob controle privado de 2006 a 2011. Em 25 de janeiro de 2011, entrou na Bolsa de Valores de Nova Iorque e fez uma oferta pública inicial que arrecadou US$ 1,8 bilhão. Foi a maior oferta pública inicial norte-americana apoiada por capital privado desde 2006.
A Nielsen criou com o AGB Group, concorrente europeu pertencente ao WPP Group, a empresa conjunta AGB Nielsen Media Research, que oferecia serviços semelhantes.
A VNU comprou uma participação majoritária na Buzzmetrics, empresa que media conteúdo produzido por consumidores na internet. Sob a nova direção, a Nielsen adquiriu as ações restantes em 2007. Ainda em 2007, comprou a Telephia, voltada à medição de mídia móvel, e a Bilesim Medya, empresa turca de inteligência publicitária.
Um grupo de seis empresas de capital privado comprou a VNU por £ 5 bilhões. O consórcio reunia as norte-americanas Kohlberg Kravis Roberts, Thomas H. Lee Partners, Blackstone Group, The Carlyle Group e Hellman & Friedman, além da neerlandesa AlpInvest Partners. No mesmo ano, o grupo contratou David L. Calhoun, ex-executivo da General Electric, como diretor-executivo. Ele mudou o nome da VNU para The Nielsen Company em 2007. A VNU vendeu sua divisão de publicações empresariais por € 320 milhões, equivalentes a £ 210 milhões, ao grupo de capital de risco 3i, que repassou a divisão britânica, VNU Business Publications Ltd, à Incisive Media.
Em junho, a Nielsen adquiriu a Telephia, que fornecia pesquisas compartilhadas sobre consumidores aos mercados de telecomunicações e mídia móvel.
A Nielsen adquiriu a IAG Research, que media o envolvimento dos espectadores com comerciais de televisão. No mesmo ano, fez um investimento estratégico na NeuroFocus, companhia californiana que aplicava técnicas de neurociência e ondas cerebrais à pesquisa de consumidores. A Nielsen comprou a empresa por inteiro em 2011. Em 2009 e 2010, vendeu suas revistas empresariais. As publicações de entretenimento passaram à nova e5 Global Media.
A Nielsen comprou a The Cambridge Group, consultoria empresarial sediada em Chicago que pesquisava demandas latentes e emergentes dos consumidores.
Em junho, a Nielsen e a McKinsey & Company criaram a consultoria de mídia social NM Incite. A NM Incite atuava nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Alemanha, na Espanha, na Itália, na Austrália, na Nova Zelândia, na China, no Japão, na Índia, no Brasil, no Canadá e na Coreia do Sul, num total de 13 mercados.
Em agosto, a Nielsen adquiriu a Marketing Analytics, Inc.
Em fevereiro, a Nielsen lançou o The Demand Institute em colaboração com o The Conference Board. O instituto era uma organização sem fins lucrativos e sem atividades de defesa de interesses. Em julho, a Nielsen adquiriu a empresa de tecnologia publicitária Vizu para analisar melhor a eficácia da publicidade na internet. Em novembro, comprou a SocialGuide, fornecedora de medição de televisão social, análise de dados e soluções para envolvimento da audiência. Em 17 de dezembro de 2012, anunciou que compraria a Arbitron, voltada sobretudo à medição de audiência de rádio, por US$ 1,3 bilhão. A aquisição foi concluída em 30 de setembro de 2013.
Em 17 de junho de 2013, a Nielsen anunciou que a Onex Corp, negociada na Bolsa de Valores de Toronto sob o código OCX, havia concluído a compra da Nielsen Expositions por US$ 950 milhões em dinheiro. A Nielsen Expositions operava feiras profissionais nos Estados Unidos e passou a se chamar Emerald Expositions Inc.
Em 3 de fevereiro de 2014, a Nielsen anunciou a aquisição da Harris Interactive, Inc., negociada na Nasdaq sob o código HPOL, que lhe deu a propriedade do The Harris Poll. Em 26 de fevereiro, comprou a Nexium, empresa de execução no ponto de venda e análise de vendas no varejo. Em 18 de setembro, anunciou a aquisição da Indicus Analytics Pvt Ltd. Em 8 de outubro, comprou a Affinnova, empresa internacional de pesquisa de mídia e marketing. A equipe da Affinnova juntou-se à antiga equipe BASES para formar a área Nielsen Innovation Practice.
Em 22 de janeiro de 2015, a Nielsen adquiriu a Brandbank, especializada na coleta, gestão e distribuição digital de conteúdo de produtos e imagens de marcas de bens de consumo de giro rápido, destinado a lojas físicas, material promocional impresso e plataformas de comércio eletrônico. Em 4 de março, anunciou a compra da Exelate, fornecedora de dados e tecnologia para a negociação de publicidade em plataformas programáticas. Em 27 de maio, adquiriu a Innerscope Research, que trabalhava com neurociência do consumidor, biometria, rastreamento ocular e codificação facial. A Nielsen reuniu esses serviços sob o nome Nielsen Consumer Neuroscience e nomeou Carl Marci cientista-chefe de neurociência.
Em 3 de março de 2016, a Nielsen adquiriu a Pointlogic, que desenvolvia sistemas de apoio a decisões de marketing. Em 10 de março, comprou por valor não divulgado a Informate Mobile Intelligence, empresa de Bombaim dedicada à medição do uso de aparelhos móveis. Em 21 de junho, adquiriu a Repucom, empresa de medição, avaliação e inteligência esportiva sediada em Stamford, Connecticut. Em 20 de dezembro, anunciou um acordo com a Tribune Media Company para comprar a Gracenote, fornecedora de metadados de mídia e entretenimento.
Em 5 de janeiro de 2017, o Carlyle Group comprou a Claritas da Nielsen. Em 20 de janeiro, o NPD Group adquiriu os ativos norte-americanos da Nielsen BookScan. Em 23 de janeiro, o Stagwell Group anunciou a compra da marca Harris e do Harris Poll por meio da Stagwell Media LLC. Em 1 de fevereiro, a Nielsen concluiu a aquisição da Gracenote. Em 23 de fevereiro, comprou a Rhiza, Inc., empresa de Pittsburgh que desenvolvia programas de análise de mídia e consumidores.
Em dezembro de 2019, a Nielsen vendeu seu negócio de dados musicais à Valence Media, então proprietária da revista Billboard, outro antigo negócio da Nielsen. A transação abrangia a Nielsen Broadcast Data Systems, a Music 360 e a Nielsen SoundScan.
Em 5 de março de 2021, a Nielsen Holdings concluiu a venda da Global Connect, antiga AC Nielsen, para a Advent International.
Em 8 de julho de 2021, a empresa adquiriu por valor não divulgado a TVTY, empresa parisiense de análise de atribuição televisiva e monitoramento de anúncios.
Em 2025, a empresa anunciou a retirada de suas operações da África do Sul, prevista para ocorrer até setembro de 2026, com o fechamento definitivo do escritório de Joanesburgo. A Nielsen fornecia dados ao setor local e às pesquisas de audiência de televisão e rádio do Broadcast Research Council.
Em agosto de 2026, a Nielsen Holdings concordou em comprar a DoubleVerify por cerca de US$ 2,15 bilhões.
A Verenigde Nederlandse Uitgeverijen, ou VNU, nome em língua neerlandesa que significa literalmente "Editoras Neerlandesas Unidas", foi uma editora neerlandesa fundada em 1964. Publicava revistas europeias dirigidas ao consumidor, jornais regionais dos Países Baixos, publicações empresariais nos mercados europeu e norte-americano e material educacional.
Em 1997, a VNU comprou por US$ 2,1 bilhões o negócio de publicação de diretórios da ITT Sheraton, a ITT World Directories, que passou a se chamar VNU World Directories.
A VNU adquiriu a Nielsen Media Research, parte da antiga AC Nielsen Company, em 1999. Na década de 1990, também foi proprietária da revista empresarial húngara Figyelő.
Em 2000, a VNU comprou a Miller Freeman, Inc. da United News & Media por cerca de US$ 650 milhões. A maior parte dos ativos adquiridos foi reunida na VNU Expositions. A empresa vendeu parte dos antigos ativos da Miller Freeman.
Em fevereiro de 2001, a VNU anunciou uma grande reestruturação do portal de notícias de tecnologia VNUNet, que resultou na demissão de dez funcionários. No mesmo ano, vendeu toda a divisão de revistas à Sanoma por € 1,25 bilhão e os jornais à Wegener. Ao concentrar os negócios em pesquisa de mercado e coleta de dados, comprou a AC Nielsen em 2001, reuniu as duas partes da antiga Nielsen e acrescentou unidades como BASES, Claritas, HCI e Spectra.
Em 2006, um consórcio de seis investidores comprou a VNU por € 28,75 por ação, em uma operação de € 7,5 bilhões. No mesmo ano, o grupo contratou David Calhoun como diretor-executivo. Ele vinha da General Electric.
Em 2004, a VNU World Directories foi vendida à Apax Partners e à Cinven. Em 2006, a VNU vendeu sua divisão de publicações empresariais por € 320 milhões, equivalentes a £ 210 milhões, ao grupo de capital de risco 3i, que repassou a divisão britânica, VNU Business Publications Ltd, à Incisive Media.
A companhia passou a se chamar The Nielsen Company em 2007.
A FIFA contratou a Nielsen para fornecer a pesquisa oficial de mercado da Copa das Confederações FIFA de 2017 e da Copa do Mundo FIFA de 2018.