| Estádio Orlando Scarpelli | |
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| Sisbrace: Vista do Setor A do estádio, em 2021 | |
| Informações gerais | |
| Nome completo | Estádio Orlando Scarpelli |
| Nomes alternativos | Scarpelli Scarpellão |
| Construção | 1948-1960 |
| Inauguração | 12 de junho de 1960 |
| Partida inaugural | Figueirense 1 x 1 Atlético de Florianópolis |
| Primeiro gol | Emídio Silva (Figueirense) |
| Expansão | 1972 |
| Remodelado | 1979, 2005, 2016 |
| Proprietário(a) | Figueirense Futebol Clube |
| Administrador | Figueirense SAF |
| Capacidade | 19.584 espectadores |
| Público recorde | 32.800 pessoas (24 de setembro de 1975) Figueirense 0 x 1 Vasco da Gama |
| Geografia | |
| País | Brasil |
| Localização | Rua Humaitá, nº 194 - Estreito, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil |
| Coordenadas | 27° 35′ 08″ S, 48° 35′ 12″ O |
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| Utilização esportiva | |
| Gramado | Grama natural (105 x 68m) |
| Mandante(s) | Figueirense Futebol Clube |
O Estádio Orlando Scarpelli, conhecido popularmente por Scarpelli, é um estádio de futebol localizado no bairro Estreito, na parte continental da cidade de Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina. Pertence ao Figueirense Futebol Clube e possui capacidade para 19.584 torcedores, o que faz dele o maior estádio catarinense.
Sua inauguração ocorreu no dia 12 de junho de 1960, em partida amistosa entre o Figueirense e o Clube Atlético Catarinense. A partida terminou empatada em 1 a 1, e o primeiro gol do estádio foi marcado por Emídio Silva, jogador do Figueira.
O maior público já registrado no estádio ocorreu em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro de 1975, quando 32.800 pessoas assistiram à partida entre Figueirense e Vasco da Gama. Esse é também o maior público já registrado em uma partida de futebol no Estado de Santa Catarina.
Recebeu ao menos quatro jogos da Seleção Brasileira de Futebol, com destaque para o jogo contra o Chile em 2000, que contou com a presença de 31.098 torcedores.
Inaugurado em 12 de junho de 1960, o estádio é batizado em homenagem ao empresário e desportista Orlando Scarpelli, que presidiu o Figueirense Futebol Clube nos anos 1940 e doou o terreno onde o estádio está localizado.
A construção de uma praça de esportes nas dimensões pretendidas, numa cidade ainda sem grandes possibilidades econômicas, foi um processo lento e difícil. O time sacrificou anos de sua prática esportiva para angariar recursos na construção de sua casa. Primeiramente, em 1945, transferiu sua sede para o bairro do Estreito, iniciando as obras para construção do campo somente em 1948. Apenas doze anos depois, em 12 de junho de 1960, foi parcialmente inaugurado o Estádio Orlando Scarpelli, e o clube passou a mandar seus jogos, definitivamente, na parte continental da Capital.
No início dos anos 1970, a seção conhecida como Coloninha (antiga geral do Scarpelli) foi concluída, e o estádio passou a ter a capacidade de comportar cerca de trinta mil torcedores. O orgulho de possuir o único estádio da cidade capaz de sediar jogos do Campeonato Nacional foi a grande recompensa após muitos anos de lutas na época.[carece de fontes]
O estádio está localizado no bairro mais populoso e de fácil acesso da região metropolitana de Florianópolis, considerada a capital brasileira com melhor qualidade de vida. Os bairros adjacentes ao estádio, na região continental da capital (Abraão, Balneário, Bom Abrigo, Capoeiras, Coqueiros, Estreito, Itaguaçú e Jardim Atlântico) perfazem, sozinhos, cerca de 12% da população metropolitana. Somados à população da região central e demais bairros da Ilha de Santa Catarina, asseguram uma população circunvizinha equivalente a 35% da região metropolitana.
O Estádio encontra-se localizado a apenas 1 km do 1º Batalhão Bombeiro Militar, do 22º Batalhão de Polícia Militar e do Hospital Florianópolis. Desde 1999 vem sendo constantemente reformado e novas instalações foram agregadas ao patrimônio do Clube. Novos vestiários para as divisões de base, alambrados renovados, implantação de catracas eletrônicas com cartões indutivos de acesso, novos banheiros, reforma dos bares, modernização do sistema de iluminação, novas casamatas, colocação de 20 mil cadeiras numeradas em todos os setores, novo gramado com sistema automatizado de irrigação e drenagem, são algumas das obras efetuadas.
Em 2002, o estádio foi eleito pela Revista Placar como o Caldeirão do Brasil, ocasião em que atingiu o maior percentual de ocupação dos estádios brasileiros, com 49%, feito repetido nas últimas temporadas.
Em 2005, foram executadas mais obras de melhorias. No início do ano houve a colocação de cadeiras em todo o estádio, e, no mês de dezembro, foi iniciada a substituição do gramado, assim como modernização dos sistemas de irrigação computadorizada e drenagem.
Em março de 2007, o Diário Lance!, referência em cobertura esportiva no país, formou o ranking dos estádios brasileiros de acordo com o caderno de encargos da FIFA. Na oportunidade o Estádio Orlando Scarpelli foi classificado em 10º lugar entre as 24 praças esportivas visitadas, sendo o terceiro melhor estádio particular na avaliação do jornal.
Em 2008, o mesmo Diário Lance voltou a publicar uma nova avaliação dos estádios brasileiros levando em consideração os anseios do torcedor. Na nova aferição, o Estádio Orlando Scarpelli ficou em terceiro lugar com a média de 6,5, perdendo apenas para a Arena da Baixada (6,9) e Engenhão (6,7).
Em 2016, ocorreram as últimas grandes reformas da praça esportiva. Em janeiro, foram trocados os antigos alambrados de metal por modernas placas de vidros, a fim de melhorar a visibilidade para o público. Em maio, foi inaugurada a nova iluminação do estádio, com a instalação de 122 novos projetores com lâmpadas de vapor metálico de 2.000 W, bem como a substituição de cabos de alimentação e reatores, aumentando em três vezes a iluminação do Scarpelli.
Os maiores públicos da história do Estádio Orlando Scarpelli são os seguintes:
| Principal | |
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| Clássicos | |
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