| Our Modern Maidens | |
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Cartaz promocional do filme. | |
| No Brasil | Donzelas de Hoje |
| Estados Unidos 1929 • p&b • 76 min | |
| Gênero | comédia dramática |
| Direção | Jack Conway |
| Produção | Jack Conway Hunt Stromberg |
| Roteiro | Josephine Lovett |
| Elenco | Joan Crawford |
| Música | Arthur Lange William Axt |
| Cinematografia | Oliver T. Marsh |
| Direção de arte | Cedric Gibbons |
| Edição | Sam S. Zimbalist |
| Companhia produtora | Metro-Goldwyn-Mayer |
| Distribuição | Metro-Goldwyn-Mayer |
| Lançamento |
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| Idioma | mudo (intertítulos em inglês) |
| Orçamento | US$ 283.000 |
| Receita | US$ 857.000 |
Our Modern Maidens (bra: Donzelas de Hoje) é um filme mudo estadunidense de 1929, do gênero comédia dramática, dirigido por Jack Conway, e estrelado por Joan Crawford em seu último papel no cinema mudo. A produção não possui diálogo audível, mas apresenta trilha sonora e efeitos sonoros sincronizados.
A herdeira Billie Brown (Joan Crawford) está noiva de seu namorado de longa data, o diplomata Gil Jordan (Douglas Fairbanks Jr.). Quando Billie visita o diplomata sênior Glenn Abbott (Rod La Rocque) para garantir que seu namorado consiga uma posição favorável no trabalho, ela e Glenn começam a sentir uma atração inegável um pelo outro. Gil também começa a se sentir atraído por outra pessoa, Kentucky Strafford (Anita Page), hóspede de Billie, que fica grávida dele. Com o tempo, Gil percebe que ama Kentucky, mas ainda assim acaba se casando com Billie. Assim que Billie descobre que Gil é o pai do filho de Kentucky, seu casamento é anulado e ambos começam a tentar conquistar as pessoas que realmente amam.
De acordo com os registros da Metro-Goldwyn-Mayer, o filme arrecadou US$ 675.000 nacionalmente e US$ 182.000 no exterior, totalizando US$ 857.000 mundialmente. O retorno lucrativo da produção foi de US$ 248.000.
O filme foi indicado para a lista "100 Anos...100 Paixões" (2002), do Instituto Americano de Cinema.