Panzerschreck

Panzerschreck
Soldado com arma antitanque Panzerschreck em treinamento.
TipoLançador de foguete antitanque
Local de origem Alemanha Nazista
História operacional
Em serviço1943–1945 (pela Alemanha Nazista)
GuerrasSegunda Guerra Mundial
Histórico de produção
Período de
produção
Setembro de 1943
Quantidade
produzida
314.895 unidades
VariantesRPzB 54,
RPzB 54/1
Especificações
Calibre88 mm
Velocidade de saída360 ft/s (110 m/s)
Alcance efetivo182 m

Panzerschreck (literalmente, "terror do tanque") era o nome popular para o Raketenpanzerbüchse 54 (RPzB 54), um lançador de foguetes antitanque reutilizável, calibre 88 milímetros desenvolvido pela Alemanha Nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Outro apelido popular era Ofenrohr ("tubo de fogão").

O Panzerschreck foi desenhado como uma arma antitanque a ser utilizar por Infantaria. A arma era utilizada sobre os ombros e lançava um projétil a ser disparado pesava aproximadamente 3,3 kg. O design da arma foi inspirado pela bazuca norte-americana. . A arma, com o escudo, chegava a pesar quase 11 kg.

História

A partir de 1942, os Estados Unidos começaram a produção em massa da Bazooka, que acabou inspirando os alemães a desenvolverem o Panzerschreck, que ficou conhecido literalmente como o "terror dos blindados". De fato, não havia veículos blindados aliados que resistissem às suas granadas, que podiam alcançar mais de 180 metros.[carece de fontes]? Porém, não teve um uso muito expressivo, pois apenas começou a ser produzido em massa a partir da segunda metade da guerra.

Uso em combate

Soldado alemão segurando um projétil, Ucrânia, 1944.

Apesar de não ter uma utilização tão larga quanto a bazooka, o Panzerschreck conseguiu intimidar os aliados. Porém, seu desenho ainda apresentava alguns problemas, como a necessidade de se usar um pesado escudo montado ao tubo, pois o propelente ainda queimava ao deixar a arma, e atingia o rosto do operador. Eram necessários três homens para dispará-la (um atirador que também fazia a pontaria; dois municiadores), mas um soldado corajoso podia dispará-la sozinho.

Utilizava-se do mesmo processo que dispara as granadas da bazooka: uma corrente elétrica, acionada pelo gatilho, percorre a alma do tubo, e provoca a queima do propelente.

Ver também

Referências

  1. 1 2 3 4 5 6 7 Rottman, Gordon L. (2014). Panzerfaust and Panzerschreck. Col: Weapon Book 36 (em inglês). Oxford: Osprey Publishing. 80 páginas
  2. ↑ Bishop, Chris (1998). The Encyclopedia of Weapons of World War II. New York p.206: Orbis Publishing Ltd. ISBN 0-7607-1022-8
  3. ↑ Zaloga, Steve Armored Thunderbolt: The U.S. Army Sherman in World War II Stackpole Books, (2008) pp.90-93
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