Parides panthonus tem manchas marginais vermelhas em vez de brancas. As tíbias posteriores dos machos são sempre dilatadas e com pelos finos. As manchas vermelhas nas asas posteriores não têm brilho opalescente. Asa anterior em ambos os sexos preta, com manchas marginais avermelhadas; asa posterior com uma linha regularmente curva de manchas vermelhas separadas.
Conservação
Em 2007, Parides panthonus foi classificada como vulnerável na Lista de espécies de flora e fauna ameaçadas de extinção do Estado do Pará; em 2018, com a rubrica de "dados insuficientes" no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Em 5 de dezembro de 2022, foi citada na Portaria ICMBio N.º 1.145, de responsabilidade do ICMBio e do Ministério do Meio Ambiente, como uma das espécies do Pará a serem contempladas nos programas de conservação do Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Insetos Polinizadores (vigência 2023-2027).
Taxonomia
Parides panthonus é um membro do grupo de espéciesaeneas. Os membros são: