Este artigo ou secção contém uma lista de referências no fim do texto, mas as suas fontes não são claras porque não são citadas no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (novembro de 2020) |
| Paul Rassinier | |||
|---|---|---|---|
| Nascimento | 18 de março de 1906 Bermont | ||
| Morte | 28 de julho de 1967 (61 anos) Paris | ||
| Sepultamento | cemetery of Bermont | ||
| Cidadania | França | ||
| Ocupação | político, jornalista, escritor, sindicalista, membro da Resistência Francesa | ||
| Empregador(a) | Rivarol | ||
| Cargo(s) | Q62007786 (1946–1946)
| ||

Paul Rassinier (1906-1967) foi um jornalista, escritor e ativista político, considerado o pai do negacionismo do Holocausto por seu livro "A mentira de Ulisses" (1950), defendendo a ideia de que a Segunda Guerra foi um complô armado por judeus para dominar o mundo.
Seu pai foi preso por pacifismo durante a Primeira Guerra Mundial, o que influenciou para que ele viesse a se tornar também um pacifista . Paul foi membro do partido comunista francês até ser expulso em 1932 . Participou da resistência à ocupação nazista e acabou prisioneiro dos campos de concentração de Buchenwald e Dora-Nordhaussen. Após a Segunda Guerra, se filiou à secção francesa da internacional operária, mas foi expulso em 1951, logo após iniciar sua produção negacionista do Holocausto. Escreveu ainda para a revista de extrema direita francesa, Rivarol , e morreu em 1967, possivelmente em razão das sequelas adquiridas durante os anos nos campos de concentração.