| Alopecia | |
|---|---|
| Sinónimos | Calvície, queda de cabelo |
| Alopecia androgenética em homem de 33 anos | |
| Especialidade | Dermatologia |
| Sintomas | Perda de cabelo em parte da cabeça ou do corpo |
| Complicações | Stresse psicológico |
| Tipos | Alopecia androgenética, alopecia areata, eflúvio telógeno |
| Tratamento | Aceitar a condição, medicação, transplante capilar |
| Medicação | Androgenética: minoxidil, finasterida Alopecia areata: injeções de esteroides |
| Frequência | 50% dos homens, 25% das mulheres (aos 50 anos de idade) |
| Classificação e recursos externos | |
| CID-11 | ED70 |
| CID-10 | L65.9 |
| CID-9 | 704.09 |
| DiseasesDB | 14765 |
| MedlinePlus | 003246 |
| MeSH | D000505 |
Alopecia ou calvície é a perda de cabelo em parte da cabeça ou do corpo. Na maioria dos casos, a perda afeta pelo menos a cabeça. A quantidade de cabelo perdido varia significativamente, desde uma pequena área até à totalidade do corpo. Geralmente não está associada a inflamação ou cicatrização. Em algumas pessoas a condição pode causar stresse psicológico.
Os tipos mais comuns de alopecia são a alopecia androgenética de padrão masculino ou feminino, a alopecia areata e uma condição em que o cabelo fica mais fino denominada eflúvio telógeno. As causas de alopecia androgenética de padrão masculino são uma associação de fatores genéticos e hormonas masculinas, enquanto as de padrão feminino não são ainda claras. A causa de alopecia areata é autoimune. A causa de maior parte dos casos de eflúvio telógeno é o stresse físico ou psicológico provocado por um evento. O eflúvio telógeno é bastante comum após a gravidez.
Entre as causas menos comuns de queda de cabelo sem inflamação ou cicatrização estão condições psicológicas como a tricotilomania, causas traumáticas como a alopecia de tração, determinados medicamentos, incluindo os usados em quimioterapia e no tratamento da SIDA e desnutrição. Entre as causas de queda de cabelo associada a inflamação ou cicatrização estão infeções fúngicas, lúpus eritematoso, radioterapia e sarcoidose. O diagnóstico da condição baseia-se em parte nas áreas afetadas.
O tratamento da alopecia androgenética pode simplesmente consistir em aceitar a condição. Entre as intervenções que podem ser tentadas estão os medicamentos minoxidil ou finasterida e cirurgia de transplante capilar. A alopecia areata pode ser tratada com injeções de esteroides nas áreas afetadas, mas para que estas sejam eficazes é necessário repetir o tratamento com frequência. A queda de cabelo é uma condição bastante comum. A alopecia androgenética afeta cerca de 50% dos homens e 25% das mulheres por volta dos 50 anos de idade. Cerca de 2% das pessoas desenvolve alopecia areata em algum momento da vida.

As causas dessa doença são:

A alopecia de uma forma geral e em especial a alopecia androgênica, forma mais comum de perda de cabelo, é mais comum em homens que em mulheres. Chega a afetar entre 50% e 80% dos homens caucasianos. Tem evolução progressiva com a idade, na quinta década de vida pode atingir 40% do indivíduos e 80% por volta da oitava década.
Tem prevalência diferente entre as várias etnias, sendo menos frequente em chineses, afro-americanos e índios americanos.
A frequência nas mulheres gira em torno de 20% a 40% e ocorre entre a terceira e quinta década de vida, quando então estaciona, não aumentando a frequência.
No entanto, por seu caráter estigmatizante a procura por tratamentos é muito mais frequente nas mulheres com queixa de queda de cabelo do que em homens.
O primeiro passo no tratamento da alopecia é definir qual a sua causa. Existem diversas modalidades médicas no manejo, a saber: soluções capilares, mesoterapia, implante capilar, vitaminas e xampus especiais. [carece de fontes].
Em junho de 2014, cientistas da universidade de Yale conseguiram tratar com sucesso um paciente com Alopecia universalis usando o medicamento Tofacitinib, o paciente conseguiu recuperar o crescimento dos fios de cabelo, sobrancelhas, pelos pubianos e outros pelos corporais, não foram relatados efeitos colaterais.