Pindamonhangaba | |
|---|---|
Igreja Matriz em 2007 Fórum Artesanato Regional Montanhas que circundam a cidade Visão aérea de Pindamonhangaba | |
| Hino | |
| Lema | Pro Patria Semper "Pela Pátria Sempre" |
| Gentílico |
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| Coordenadas: 22° 55′ 26″ S, 45° 27′ 43″ O | |
| País | Brasil |
| Unidade federativa | São Paulo |
| Região metropolitana | Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, Sub-região 2-Taubaté |
| Municípios limítrofes | Lista |
| Distância até a capital | 146 km |
| Fundação | 10 de julho de 1705 (321 anos) |
| Governo | |
| • Prefeito(a) | Ricardo Piorino (PL, 2025–2028) |
| Área | |
| • Total | 731,355 km² |
| Altitude | 540 m |
| População | |
| • Total (Censo 2022/IBGE) | 165 428 hab. |
| Densidade | 226,2 hab./km² |
| Clima | Subtropical úmido (Cwa) |
| Fuso horário | Hora de Brasília (UTC−3) |
| CEP | 12400-000 |
| IDH (PNUD/2010) | 0,773 — alto |
| • Posição | SP: 96° |
| PIB (IBGE/2020) | R$ 9 034 083,57 mil |
| • Per capita (IBGE/2020) | R$ 53 100,44 |
| Sítio | «Página oficial» (Prefeitura) «Página oficial» (Câmara) |
Pindamonhangaba é um município brasileiro da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte no interior do estado de São Paulo. É uma das dez cidades que integram a Região Imediata de Taubaté-Pindamonhangaba que, por sua vez, é uma das cinco regiões imediatas que formam a Região Intermediária de São José dos Campos. Sua população aferida pelo IBGE, no Censo de 2022, era de 165 428 habitantes, distribuídos em uma área de 731,355 km², o que resultava em uma densidade populacional de 226,2 habitantes por km². Em número de habitantes, está na 179.ª posição no país e na 49.ª no estado.
A Rodovia Presidente Dutra km 99 é o principal acesso ao município, que está localizado a 100km da divisa com o estado Rio de Janeiro e a 50km de Minas Gerais. Está localizada a 146km da capital São Paulo. Pindamonhangaba ainda faz divisa com a estância climática de Campos do Jordão (50km de distância pela Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro ou pela Estrada de Ferro Campos do Jordão).
A cidade possui o maior polo industrial de reciclagem de latas de alumínio da América Latina. Também possui a maior comunidade ligada ao Movimento Hare Krishna da América Latina.
Pertencente ao Vale do Paraíba e ao Vale Histórico, é um grande destino turístico devido às suas paisagens montanhosas da Serra da Mantiqueira, ao carnaval e à sua rica cultura e culinária caipira, fazendo parte da "Rota Gastronômica do Vale do Paraíba & Mantiqueira", em que é possível encontrar cervejarias artesanais, empórios de azeite, produtores de banana, restaurantes especializados em risoto de queijo de cabra e gelato de doce de leite com macadâmia. É considerado um Município de Interesse Turístico (MIT).

O nome da cidade deriva da frase tupi pindá monhangaba, que significa "lugar onde se fazem anzóis". Analisando cada elemento em separado: o nome do município é formado através da junção das palavras pindá (anzol), monhang (fazer), -ab (sufixo que indica o lugar onde se faz algo) e -a (sufixo substantivador que quase sempre acompanha o sufixo -ab, sendo ambos considerados frequentemente um único sufixo -aba).
São duas as teorias sobre a fundação da cidade:
A região da atual Pindamonhangaba foi ocupada por portugueses pelo menos desde 22 de julho de 1643, registro mais remoto da ocupação por um certo capitão João do Prado Martins. Seis anos depois, em 17 de maio de 1649, a área foi formalizada como uma sesmaria e doada ao capitão. Parece não haver informação sobre o que ocorreu entre esta data e 12 de agosto de 1672, portanto 23 anos depois, data do primeiro registro da construção de uma capela em homenagem a São José pelos irmãos Antônio Bicudo Leme e Brás Esteves Leme, filhos do bandeirante Brás Esteves Leme, que fundaram a povoação de São José de Pindamonhangaba, tendo o padre João de Faria Fialho como primeiro vigário. Os irmãos Leme teriam adquirido da Condessa de Vimieiro essas glebas de terra ao norte da Vila de Taubaté, à margem direita do Rio Paraíba do Sul. Não há notícia de como a sesmaria teria passado das mãos do Capitão Martins para a Condessa de Vimieiro. A capela foi edificada no alto de uma colina, exatamente onde hoje se localiza a Praça Padre João de Faria Fialho, conhecida como praça do Quartel.
Baseado nesta teoria, em 7 de dezembro de 1953, o então prefeito Caio Gomes Figueiredo (1952-1955 e 1969-1972) oficializou, pela Lei 197, a data de 12 de agosto de 1672 como a data da fundação de Pindamonhangaba, tendo como fundadores, Antônio Bicudo Leme e Brás Esteves Leme. Esta lei, porém, foi revogada em 1973, como se verá a seguir.
No início do Século XVII, sesmarias foram sendo concedidas na zona de Taubaté – Pindamonhangaba – Guaratinguetá, destacando-se uma que foi concedida em 17 de maio de 1649 ao capitão João do Prado Martins na paragem chamada Pindamonhangaba. De acordo com a respectiva carta de doação, esse povoador, vindo de São Paulo com a família e agregados, já estava de posse de suas terras, naquela paragem, desde o dia 22 de julho de 1643. Por esta teoria, seria então a data de fundação de Pindamonhangaba, pois o sítio então aberto por João do Prado se situava no mesmo rocio da futura vila e cidade de nossos dias. A partir daí, da paragem à margem direita do Rio Paraíba do Sul, teria se formado um bairro dependente de Taubaté, para onde foram afluindo novos povoadores e moradores. Começou a funcionar, no povoado, uma igreja, de porte pequeno, cujo orago era Nossa Senhora do Bom Sucesso. A sua ereção foi devida ao padre João de Faria Fialho, considerado, segundo esta teoria, o fundador de Pindamonhangaba. Aquela antiga igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso, edificada na atual praça Padre João de Faria Fialho ou praça do Quartel, cedeu seu orago para o novo templo, construído em 1707 pelo mesmo sacerdote, onde é a atual capela-mor da Matriz (Santuário Mariano Diocesano). A igreja antiga no largo do Quartel tomou o orago de São José a partir de 1727. Foi demolida em 1840, tendo sido transferida para uma nova, edificada no largo São José, atual praça Barão do Rio Branco, cuja construção foi concluída em 1848. No local estão sepultados os corpos de soldados do Império, que integravam a guarda de honra de Dom Pedro. A igreja, tombada pelo patrimônio histórico, foi interditada em 2010 por apresentar rachaduras nas paredes, que são de taipa de pilão.
Diante das incertezas históricas sobre a data de fundação (12 de agosto de 1672 pela primeira teoria ou 22 de julho de 1643, pela segunda teoria), o prefeito João Bosco Nogueira (1973-1976 e 1983-1988) promulgou a Lei Municipal n° 1336, de 9 de março de 1973, oficializando a data magna do município como sendo a data da emancipação política, 10 de julho de 1705, revogando a lei anterior. Esta data permanece a oficial até que seja encontrada de forma documental, a verdadeira data da fundação.
Em fins do século XVII, Pindamonhangaba vivia apenas da agricultura de subsistência. No início do século XVIII, alguns pindenses saem para a Serra da Mantiqueira e para Minas Gerais para desbravar novas terras e acabam beneficiando a Vila e o Vale do Paraíba com o ouro ali encontrado, mas em torno de 1778 o ouro começa a escassear e estanca a economia de Pindamonhangaba e do Vale do Paraíba.
Por volta de 1789, para suprir as necessidades trazidas pela falta de ouro, o Vale acha na agricultura do café uma saída para a economia.
O café foi introduzido em Pindamonhangaba em 1820, tornando-se um grande centro cafeeiro a partir da década de 1840. A produção cafeeira proporcionou o desenvolvimento da região, culminando na elevação desta à categoria de cidade em 1849. A cidade ficou conhecida como “Princesa do Norte” por conta de sua opulência advinda da cultura do café, destacando-se no cenário nacional.
Inicialmente, o café produzido no Nhambuí era conduzido por um caminho onde hoje é o bairro do Feital, com destino à estação de Pindamonhangaba, para ser embarcado nos trens da Estrada de Ferro São Paulo-Rio de Janeiro. Com a inauguração da Estação Moreira César, em 1898, o café colhido nas redondezas era embarcado nessa nova estação para ser transportado para o exterior.
Em 1854, Pindamonhangaba era a 4ª maior produtora de café do Vale. A produção mantém-se estável até meados de 1882, quando começam a surtir os efeitos das leis abolicionistas e do desgaste das terras.
Durante o século XVIII, além do café, desenvolveu-se também em Pindamonhangaba uma atividade agropastoril, com predominância da cultura de cana-de-açúcar e a produção de açúcar e aguardente em engenhos. Durante o período do café no Brasil, a cidade viveu sua fase de maior brilho e se destacou no cenário Nacional. O ciclo do café floresceu no Município a partir de 1820, e Pindamonhangaba se tornou um grande centro cafeeiro, apoiado em suas terras férteis e na mão de obra escrava. Entre 1840 e 1860 Pindamonhangaba atinge o auge da nobreza, tornando-se a maior produtora de café da região. Nessa época, foram construídos o Palácio Dez de Julho, o Palacete Visconde da Palmeira, o Palacete Tiradentes, a Igreja São José e a Igreja Matriz Nossa Senhora do Bom Sucesso, que ainda hoje são marcos da riqueza produzida pelo café.
Pindamonhangaba foi elevada a cidade pela lei provincial nº 17 de 3 de abril de 1849 e ganhou, do cronista e poeta Emílio Zaluar em 1860, o título de "Princesa do Norte".

A nobreza rural neste período esteve bem representada em Pindamonhangaba:
O local em que Pindamonhangaba foi instalada é de uma "natureza calma, mas opulenta, destas imensas planícies, que se fecham no horizonte aos pés das duas grandes serras da Mantiqueira e Bocaina, tem um aspecto majestoso, e, contemplada aos raios do sol poente ou ao reflexo pálido da lua, forma um painel arrebatador e sublime!"
Em 1860, a cidade tinha ruas largas e formosas, povoadas por prédios acabados.
Em meados de 1870, com o esgotamento das terras, o movimento abolicionista e a produção cada vez maior do Oeste paulista, acontece o início da decadência da cultura cafeeira de Pindamonhangaba, que se extinguiu no final da década de 1920, não tendo resistido aos golpes produzidos pela exaustão das terras, a libertação dos escravos e a crise econômica mundial. A partir daí Pindamonhangaba passa por mais um de seus graves períodos de estagnação econômica. Com a chegada de algumas famílias vindas principalmente de Minas Gerais, a economia de Pindamonhangaba passou a se apoiar na constituição de uma importante bacia leiteira, em extensas culturas de arroz e na produção de hortigranjeiros. Foi uma época de pequeno crescimento econômico, que se estendeu até o final da década de 1950, quando o Município entrou no ciclo pré-industrial, com o beneficiamento de produtos agropecuários, principalmente o arroz e o leite, movimentando a economia local.. O período de 1970 a 1985 foi, para Pindamonhangaba, uma fase de crescimento industrial extremamente acelerado, com a implantação de grandes indústrias, crescimento do comércio e da população, mudando profundamente, a face do Município.
Com o declínio brusco da produção cafeeira, principalmente a partir dos anos 1920, – por conta da exaustão das terras, da liberação dos escravos e da crise econômica mundial – a produção agrícola de Pindamonhangaba concentrou-se na pecuária leiteira, na produção de mandioca, arroz e hortifrutigranjeiros. Esse foi um período de pouco crescimento econômico que se estendeu-se até o fim da década de 1950, às vésperas do ciclo pré-industrial no município.
Na II Guerra Mundial, a cidade abrigou um campo de concentração que manteve como prisioneiros os tripulantes do navio alemão Windhuk. O único brasileiro nascido num campo de concentração, Carlos Johanes Braak, nasceu no campo de Pindamonhangaba em 1944.

Pindamonhangaba está à altitude de 540 metros, possui clima subtropical úmido, apresentando temperatura média anual de 22,4°C. A temperatura média no inverno é de 11°C e a média no verão é de 31°C. Seu Índice pluviométrico anual é de 1.436,9 mm, sendo janeiro o mês mais chuvoso, com precipitação de 243,9 mm e julho o menos chuvoso, com 27,5 mm. Tem um clima ameno por estar situada no centro do Vale do Paraíba paulista e próxima tanto da Serra da Mantiqueira, como da Serra do Mar.
Pindamonhangaba, por estar localizada entre as serras da Mantiqueira e do Mar possui exuberantes matas, rios e cachoeiras. Entre as dezenas de pontos turísticos espalhados pela zona rural do município, destaca-se a Reserva Ecológica Municipal do Trabiju. Ao redor de sua cachoeira existem espécies raras da flora, entre elas o angico-branco, embaúba, guarantã, peroba, jaborandi, palmeiras e samambaias. A lei municipal nº 1627, de 27 de junho de 1979, criou a “Reserva Florestal do Trabiju”, uma área compreendida pela Fazenda Represa, de propriedade do Município e localizada no bairro denominado Trabiju, a cerca de 16 km do centro da cidade. Esta Lei proíbe desmatar qualquer parcela daquela propriedade ou retirar espécimes da fauna e da flora existentes naquela mata.
| Crescimento populacional | |||
|---|---|---|---|
| Ano | População | %± | |
| 1872 | 14 636 | ||
| 1890 | 17 542 | 19,9% | |
| 1900 | 21 871 | 24,7% | |
| 1910 | 24 340 | 11,3% | |
| 1920 | 26 493 | 8,8% | |
| 1925 | 27 778 | 4,9% | |
| 1934 | 26 164 | −5,8% | |
| 1937 | 27 972 | 6,9% | |
| 1940 | 22 995 | −17,8% | |
| 1946 | 32 873 | 43,0% | |
| 1950 | 28 901 | −12,1% | |
| 1958 | 33 395 | 15,5% | |
| 1960 | 39 628 | 18,7% | |
| 1970 | 48 222 | 21,7% | |
| 1980 | 69 568 | 44,3% | |
| 1991 | 102 063 | 46,7% | |
| 2000 | 126 026 | 23,5% | |
| 2010 | 146 995 | 16,6% | |
| 2022 | 165 428 | 12,5% | |
| Est. 2025 | 172 681 | 4,4% | |
| Fontes: Censos IBGE e Estimativas Fundação SEADE | |||
Dados do Censo de 2010
Dados do SEADE de 2010—2019
Fonte: IBGE – Cidades
| Ano | Habitantes | Evolução/ano |
|---|---|---|
| 1991 | 102 063 | |
| 1996 | 113 318 | +2,2% |
| 2000 | 126 026 | +2,8% |
| 2007 | 135 682 | +1,1% |
| 2010 | 146 995 | +2,8% |
| 2014 | 158 864 | +2% |
| 2019 | 168 328 | +1,2% |
| 2021 | 171 885 | +1,05% |
| Cor/Raça | Nº de pessoas | Percentagem |
|---|---|---|
| Branca | 95 057 | 64,67% |
| Parda | 43 595 | 29.66% |
| Preta | 6 946 | 4,73% |
| Amarela | 1 254 | 0,85% |
| Indígena | 143 | 0,10% |
Fonte: IBGE – Censo 2010
Em 2022, segundo dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a população do município era composta por 99.855 brancos (60,36%), 53.685 pardos (32,45%), 10.656 pretos (6,44%), 1.106 amarelos (0,67%) e 116 indígenas (0,07%).

| Religião | Nº de pessoas | Percentagem |
|---|---|---|
| Católica Apostólica Romana | 94 701 | 64,42% |
| Evangélica | 35 984 | 24,48% |
| Espírita | 3 548 | 2,41% |
| Testemunhas de Jeová | 1 924 | 1,31% |
| Outras religiões | 2 614 | 1,78% |
| Sem religião | 8 224 | 5,59% |

Fonte: IBGE – Censo 2010
No Censo de 2010, os resultados aferidos pelo IBGE constataram que a maioria da população residente permanecia adepta da religião Católica Apostólica Romana (64,42%). A cidade tem como padroeira, Nossa Senhora do Bom Sucesso. Em seguida, vem a religião Evangélica (24,48%), depois a religião Espírita (2,41%) e Testemunhas de Jeová (1,31%). Declararam-se sem religião, 5,59%. Os restantes 1,78% da população residente declararam-se de outras denominações ou de religiosidade indeterminada.
Em 2022, a composição religiosa da cidade era de 57,74% católicos, 28,65% evangélicos, 2,24% espíritas, 1,01% candomblecistas ou umbandistas, 0,02% de religiões tradicionais, 3,92% de outras religiões, 6,21% sem religião, 0,01% desconhecidos e 0,22% não declarados.
Moreira César (Distrito)
Em 2020, Pindamonhangaba teve um PIB de R$ 9,03 bilhões. Deste valor, a maior participação foi do setor de serviços, com valor adicionado de R$ 3.62 bilhões (40%); em segundo lugar, o setor industrial, com R$ 2,96 bilhões (32,8%) e em terceiro lugar, a agropecuária, com R$ 36 milhões (0,3%). O valor adicionado de impostos foi de R$ 1,7 bilhões (18,8%). Sua indústria tem importante atuação na reciclagem de alumínio.
A estrutura produtiva local mantém predominância do setor de serviços — notadamente comércio, serviços empresariais e de apoio — e da Indústria de transformação com ênfase em metalurgia e processamento de materiais; também se destacam atividades de Logística e Construção civil. A Agropecuária tem peso residual, e o parque industrial registra operações de recuperação de metais, entre elas a reciclagem de alumínio, em linha com o perfil econômico do Vale do Paraíba paulista.
Fonte: IBGE – Cidades
| Ano | PIB (R$) | Evolução |
|---|---|---|
| 1999 | 1,134 bilhão | |
| 2000 | 1,305 bilhão | +15,1% |
| 2002 | 1,765 bilhão | +35,2% |
| 2004 | 2,324 bilhões | +31,7% |
| 2006 | 2,987 bilhões | +28,5% |
| 2008 | 4,048 bilhões | +35,5% |
| 2010 | 3,820 bilhões | -5,6% |
| 2012 | 5,119 bilhões | +34,0% |
| 2014 | 6,227 bilhões | +21,6% |
| 2018 | 8,616 bilhões | +38,3% |
| 2020 | 9,034 bilhões | +4,8% |
O sistema de telefones automáticos foi inaugurado na cidade em 1967 pela Cia. Telefônica de Pindamonhangaba. Já o sistema de discagem direta à distância (DDD) foi implantado em 1978 pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP) com o código de área (0122).
Na década de 90 o código DDD da cidade foi alterado para (012), para padronização do sistema telefônico com a telefonia celular que estava sendo implantada em todo o estado.
Instituições de ensino