| Piseiro | |
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| Origens estilísticas | Influência direta da pisadinha, com elementos de arrochadeira, tecnomelody, brega pop, forró eletrônico, eletrobrega, brega funk |
| Contexto cultural | Década de 2010 na Bahia, tendo sucesso na região Nordeste |
| Instrumentos típicos | guitarra, contrabaixo (4 ou 6 cordas), sanfona, teclado, bateria, percussão, sintetizador, caixa de ritmos e saxofone. |
| Popularidade | Fim da década de 2010 e início da década de 2020 em todo o Brasil, principalmente na região Nordeste. |
O piseiro, variação da pisadinha, é um estilo musical surgido no estado da Bahia, derivado do forró.
Segundo a Folha de S.Paulo, o piseiro pode ser descrito como "descendente do forró com objetivos estéticos alinhados ao funk atual".
O piseiro tem traços da pisadinha, apresentando uma coreografia marcada por passos arrastados e mãos posicionadas junto ao corpo. Esta derivação do forró tradicional tem batida mais rápidas, propondo uma dança solo. O nome "piseiro" deriva da designação do sítio onde se dança a pisadinha.
Uns dos nomes considerados responsáveis pelo sucesso do piseiro são Barões da Pisadinha e Vitor Fernandes. Natural de Petrolina, Vitor Fernandes começou a carreira profissional em março de 2019, estando poucos meses depois ao ritmo de 20 shows por mês. O seu clipe "Roxinho" tem atualmente quase 50 milhões de visualizações no Youtube. Já João Gomes levou o piseiro até a estreia do projeto Tiny Desk Brasil. “[…] O som da vaquejada, da sanfona e da batida do piseiro chegou à mesinha mais prestigiada do mundo”, escreveu a agência de conteúdo Nozy.
Outra prática que tem se tornado popular é a transformação de músicas de outros gêneros para o ritmo do piseiro. O exemplo mais recente é a música "Vida Loka (pt. 1)", grupo de rap paulistano Racionais MC's, que na voz do cantor Grelo tornou-se parte da trilha sonora da série "Tremembé" (2025).