| Pristimantis | |
|---|---|
| Pristimantis cruentus | |
| Classificação científica | |
| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Amphibia |
| Ordem: | Anura |
| Clado: | Brachycephaloidea |
| Família: | Craugastoridae |
| Subfamília: | Pristimantinae |
| Gênero: | Pristimantis Jiménez de la Espada, 1870 |
Pristimantis é um gênero de anfíbios da família Craugastoridae. Ocorre de Honduras através da América Central até a Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, norte da Argentina e Brasil; também ocorre nas Guianas, Trinidad e Tobago e Granada. As espécies desse gênero não possuem desenvolvimento larval aquático, tendo os ovos depositados no solo da floresta.
O gênero foi descrito por Marcos Jiménez de la Espada em 1870. Em 1882, George Albert Boulenger considerou-o como sinônimo do Hylodes. James Arthur Peters, em 1955, o removeu da sinonímia de Hylodes e o considerou como sinônimo de Eleutherodactylus. Em 2007, uma análise filogenética molecular demonstrou a parafilia de Eleutherodactylus restaurando Pristimantis como gênero distinto. Existem divergências na sua classificação em família, pois alguns pesquisadores o classifica como integrante da família Craugastoridae, na subfamília Ceuthomantinae, enquanto outros o mantém na família Strabomantidae, na subfamília Strabomantinae.
As seguintes espécies são reconhecidas:
O nome do gênero é derivado do grego πρίστις (serrilhado) eμάντις(sapo arbóreo).
A classificação desse gênero variou muito. Pristimantis foi por muito tempo incluído no grande gênero Eleutherodactylus, e considerado parte da família Leptodactylidae. Atualmente, o gênero é classificado na família Strabomantidae ou Craugastoridae
Esse gênero foi estabelecido em 1870 com a descrição de Pristimantis galdi. Foi classificado sob sinonímia com Hylodes em 1882. Em 1955, foi modificado sob sinonímia com Eleutherodactylus junto de diversos outros gêneros. Em 2007, foi removido do gênero por conta de evidencias com base molecular

Em fevereiro de 2026, existiam 626 espécies Pristimantis reconhecidas, com novas espécies sendo descritas regularmente e o número de espécies descobertas aumentando anualmente nos últimos 50 anos. Apenas no ano de 2025 houve a descrição de 10 novas espécies. Isso torna o gênero um dos grupos de vertebrados mais diversos. A maior diversidade de espécies pode ser encontrada no norte dos Andes, na América do Sul (encostas orientais do Equador)
Esse gênero divergiu aproximadamente há 37 millhões de anos durante o Eoceno. Com isso, o gênero passou por uma diversificação explosiva há cerca de 24 milhões de anos durante o Oligoceno.