| Ryoji Ikeda 池田 亮司 | |
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Spectra, instalação de luz de Ryoji Ikeda | |
| Informações gerais | |
| Nascimento | 1966 Gifu, Japão |
| Gêneros | Música eletrónica, arte sonora, minimalismo |
| Ocupação | Artista visual, compositor |
| Período em atividade | 1990–presente |
| Gravadoras | Touch, Raster-Noton |
| Afiliações | Dumb Type [en], Cyclo. (com Carsten Nicolai) |
| Página oficial | ryojiikeda |
Ryoji Ikeda (池田 亮司, Ikeda Ryōji; Gifu, 1966) é um artista japonês que trabalha com som e imagem. A sua música recorre a sons em estado «bruto», como ondas sinusoidais e ruído, e a frequências nos limites da audição humana, e muitas das suas obras transformam dados e conceitos matemáticos em instalações de grande escala. Vive e trabalha entre Paris e Quioto.
Ikeda começou como DJ de música experimental em clubes no início da década de 1990. Nesses anos conheceu o coletivo artístico Dumb Type [en], com o qual colaborou primeiro como produtor e depois como membro, compondo para os seus espetáculos e acompanhando-o em digressão durante dez a doze anos. O primeiro álbum a solo, 1000 fragments, saiu em 1995.
Pela editora britânica Touch lançou +/- (1996), 0°C (1998) e matrix (2000), uma trilogia construída a partir de tons sinusoidais e tons de teste. matrix valeu-lhe em 2001 a Golden Nica do Prix Ars Electronica, na categoria de música digital. Com Carsten Nicolai (Alva Noto) forma desde 1999 o duo Cyclo. Pela editora alemã Raster-Noton publicou dataplex (2005), test pattern (2008) e supercodex (2013), associados aos seus projetos de longo prazo datamatics (iniciado em 2006) e test pattern (iniciado em 2008). Em 2022 editou ultratronics pela NOTON.
Em 2009 o Museu de Arte Contemporânea de Tóquio [en] dedicou-lhe a exposição +/- [the infinite between 0 and 1]. Em 2011 apresentou the transfinite no Drill Hall do Park Avenue Armory [en], em Nova Iorque. A instalação de luz spectra foi mostrada em Hobart em 2013, no festival Dark Mofo do Museum of Old and New Art [en], e em Londres em agosto de 2014, com 49 projetores nos Victoria Tower Gardens, para assinalar o centenário da Primeira Guerra Mundial.
Em 2014 recebeu o prémio Collide, o programa de residências artísticas do CERN em parceria com a Ars Electronica; os projetos supersymmetry e micro | macro estão associados a essa residência. Em 2017 apresentou A [for 100 cars], uma peça para os sistemas de som de cem automóveis num parque de estacionamento em Los Angeles. Em 2018 o Centre Pompidou, em Paris, apresentou a exposição Ryoji Ikeda | continuum.