| Samba-reggae | |
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| Origens estilísticas | samba duro, reggae, funk, soul, merengue, salsa e ritmos do Candomblé, tais como vassi, agueré, alujá e avamunha |
| Contexto cultural | Década de 1980 e 1990 |
| Instrumentos típicos | Agogô, percussão, atabaque, tambor, pandeiro |
| Popularidade | Bastante popular na Bahia |
| Outros tópicos | |
| Axé music, pagode baiano | |
Na música, o samba-reggae é um sub-gênero musical nascido no estado da Bahia criado e difundido pelo maestro Neguinho do Samba, pela fusão entre o samba brasileiro - mais especificamente o samba duro - e o reggae jamaicano.
"Era o ano de 1986 e o mestre Neguinho do Samba regia a bateria do Olodum, no Pelourinho, centro histórico de Salvador. A música era Faraó, de Luciano Gomes, ainda hoje uma das mais tocadas no carnaval de Salvador e que é considerada a “célula máter” do samba- reggae."
Os precursores do ritmo que se espalhou pelo Brasil e pelo mundo são os blocos afro Olodum e Muzenza. O samba-reggae é, ainda, um ritmo central nas obras de artistas e grupos como Margareth Menezes, Jau, Banda Didá, Malê Debalê, Carlinhos Brown, Timbalada, Banda Reflexus, entre outros, e também no universo da axé music em geral.
O samba-reggae, nasceu da fusão do samba duro com o reggae, com influências do merengue, da salsa, do soul, do funk e de ritmos do Candomblé, tais como vassi, agueré, alujá e avamunha.