Sargento Lima | |
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| Deputado estadual por Santa Catarina | |
| Período | 1º de fevereiro de 2023 em exercício |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Carlos Henrique De Lima |
| Nascimento | 6 de agosto de 1972 (54 anos) Belo Horizonte, MG |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Partido | PSL (2018-2021) PL (2021-presente) |
| Ocupação | Político |
Carlos Henrique de Lima, mais conhecido como Sargento Lima (Belo Horizonte, 6 de agosto de 1972) é um policial militar e político brasileiro. Nas eleições de 7 de outubro de 2018 foi eleito deputado estadual de Santa Catarina para a 19.ª legislatura, pelo Partido Social Liberal (PSL). Desde março de 2021, está filiado ao Partido Liberal (PL).
Carlos Henrique de Lima viveu a infância em Minas Gerais. Quando ainda era criança, a família mudou-se para o Espírito Santo, para onde foi transferido o pai, engenheiro da Aços Bröller do Brasil. Em 1988, muda-se para São Francisco do Sul, no estado de Santa Catarina.[carece de fontes]
Serviu ao Exército em 1991, no 62º Batalhão de Infantaria, em Joinville.[carece de fontes]
Ainda na juventude, outra mudança de cidade: desta vez para estudar no Colégio Agrícola Olegário Macedo, em Castro, no Paraná. Morou neste Estado até 1997, período em que trabalhou em diversos haras como domador de cavalos, no método conhecido como doma racional.[carece de fontes]
Naquele ano, Carlos Henrique de Lima retornou para Santa Catarina, onde sentou praça na Polícia Militar, em Joinville. Trabalhou por 18 anos no 8º BPM, sempre em atividade operacional, ou seja, na linha de frente. E em 2017 foi transferido, por mérito, para a Polícia Militar Rodoviária.[carece de fontes]
Formou-se em Processos Gerenciais e é pós-graduado em Gestão de Pessoas e Recursos Humanos.[carece de fontes]
Em 2018, concorreu pela primeira vez numa eleição, conquistando uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina ao obter 35.053 votos.
Como deputado estadual, presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Respiradores, que investigou a compra de 200 aparelhos pelo governo estadual.
Em maio de 2020, durante a CPI, o conselho de ética do PSL-SC suspendeu-o por sete meses, juntamente com os deputados Ana Campagnolo, Felipe Estêvão e Jessé Lopes, por se oporem ao governador Carlos Moisés, então objeto de pedidos de impeachment da ALESC. Através de uma liminar, a suspensão foi derrubada pela justiça em junho de 2020.
Em setembro de 2026, o Sargento Lima apresentou uma moção de aplauso aos soldados da PMSC Rafaela Natália Branco e Clovis Kaue Weber, responsáveis pela agressão em Jaraguá do Sul à Fernanda Klitzke, candidata a suplente do Senado pelo PT, em Santa Catarina.