| Savitri Devi | |
|---|---|
| Nascimento | Maximine Julia Portaz 30 de setembro de 1905 2nd arrondissement of Lyon (Terceira República Francesa) |
| Morte | 22 de outubro de 1982 (77 anos) Sible Hedingham |
| Sepultamento | Wisconsin |
| Cidadania | Grécia, França |
| Cônjuge | Asit Krishna Mukherji |
| Alma mater | |
| Ocupação | escritora, poetisa, ativista, ativista dos direitos animais, espia |
| Lealdade | Alemanha Nazista |
| Religião | hinduísmo, Neonazismo esotérico |
| Causa da morte | enfarte agudo do miocárdio |
| Página oficial | |
| http://savitridevi.org/ | |
Savitri Devi Mukherji (Lyon, 30 de setembro de 1905 – Sible Hedingham, 22 de outubro de 1982) foi o pseudónimo de Maximiani Portas, uma intelectual e autora francesa de origem grega, italiana e inglesa. A sua obra caracterizou-se fundamentalmente pela defesa do nazismo. Tornou-se uma figura influente no seio de movimentos neo-fascistas após a Segunda Guerra Mundial, tendo-lhe sido atribuído a criação do esoterismo nazi, um ramo moderno do conhecimento do esoterismo ocidental.
Em 1959, Savitri Devi escreve uma das suas mais conhecidas obras (ainda que sem nenhuma importância politica, acadêmica ou literária), A Deposição do Homem, um pseudomanifesto de direitos dos animais que é considerado provocador até por padrões actuais. Outra obra conhecida da autora, O Relâmpago e o Sol, no qual faz a apologia simultaneamente do Hinduísmo e do Nazismo, e proclamando Adolf Hitler como uma manifestação divina, um Avatar de Vishnu. Ela acreditava que Adolf Hitler teria sido um sacrifício para a Humanidade que levaria ao final do Kali Yuga, tendo este sido "induzido" por aqueles que ela acreditava serem as forças do mal, os judeus.